terça-feira, 28 de março de 2017

Danoninho de Inhame: receita natural, saudável e fácil

Ingredientes:

  • 2 inhames
  • 1 fruta madura (nesse usei manga mas você pode usar goiaba, morango, frutas vermelhas, maracujá doce)

Modo de preparo:

  • Descasque e cozinhe o inhame
  • Bata a manga e o inhame no liquidificador e se necessário adicione água
  • Coloque para gelar e tá prontinho!
Fonte: http://www.minhavida.com.br/receitas/materias/30647-danoninho-de-inhame-receita-natural-saudavel-e-facil?utm_source=news_mv&utm_medium=alimentacao&utm_campaign=4988609 acesso em 28/03/17 às 12:18h

Falando sobre o câncer do colo do útero

No dia 08 de dezembro a revista Marie Claire em parceria com o Laboratório Roche realizou na Casa do Saber, em São Paulo, um bate-papo com a oncologista Daniela Freitas do Hospital Sírio Libanês e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo para falar sobre o câncer do colo do útero. A conversa foi mediada pela jornalista Astrid Fontenelle e foi refleta de muita informação importante sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. 

O evento é uma das ações da campanha Força Amiga, apoiado pelo Instituto Oncoguia, que estimula a troca de informações sobre o assunto e que realiza diferentes esforços para informar a população sobre o câncer do colo do útero.
Durante o bate-papo, a campanha lançou um vídeo que reforça os 6 atitudes importantes que fortalecem a luta contra o câncer do colo do útero: 

  • Previna-se.
  • Vá ao médico.
  • Conheça os sintomas.
  • Exija tratamento adequado.
  • Apoie quem tem a doença.
  • E espalhe o assunto.
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/falando-sobre-o-cancer-do-colo-do-utero/10162/8/ acesso em 28/03/17 às 09:59hs

INCA de Portas Abertas abre inscrições para nova edição

Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do INCA de Portas Abertas, no próximo dia 26 de abril, das 8h30 às 12h30. O evento ocorre anualmente desde 2012 e o objetivo é divulgar – entre alunos de graduação de vários estados – ações de ensino, pesquisa e assistência desenvolvidas pelo Instituto, reforçando a necessidade da promoção, prevenção e detecção precoce no controle do câncer no Brasil.
O INCA de Portas Abertas é avaliado pelos próprios participantes. A edição do ano passado foi definida como ótima por 62% dos graduandos. O INCA já recebeu posteriormente alguns participantes como alunos dos programas de residência do INCA. Eles disseram ter se interessado pela oncologia após o evento. Também há alunos oriundos da Região Norte, o que demonstra o amplo alcance da ação.
As inscrições podem ser feitas no hot site do evento.
Fonte: INCA  http://www.blog.saude.gov.br/index.php/cursos-e-eventos/52465-inca-de-portas-abertas-abre-inscricoes-para-nova-edicao

segunda-feira, 27 de março de 2017

Opine no Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica para Dependência à Nicotina

Profissionais de saúde, gestores e a sociedade em geral têm até o dia 11 de abril para manifestar sua opinião, fazer críticas e dar sugestões para a Proposta de Escopo de Revisão e Atualização do Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica para Dependência à Nicotina. A participação deve ser feita por meio da enquete no site da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia ao SUS (Conitec) ou pelo aplicativo nas versões disponíveis para download nas versões Android e IOS.
As ações para promover a cessação do tabagismo têm como objetivo motivar fumantes a deixarem de fumar e aumentar o acesso dos tabagistas a métodos eficazes para tratamento da dependência à nicotina. Essas ações são parte integrante do Programa Nacional de Controle do Tabagismo desde 1996.
Em 2016, o INCA assumiu o compromisso de elaboração de um novo protocolo que desse suporte ao tratamento do tabagismo no País, junto à Subcomissão Técnica de Avaliação de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, da Conitec.
Foi constituído um Comitê para elaboração do Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica para Dependência à Nicotina, por representantes de diferentes órgãos governamentais e não-governamentais envolvidos diretamente com o controle do tabaco e mais especificamente com o tratamento do tabagismo.
Este grupo fez uma proposta de escopo do PCDT, a primeira etapa no processo de elaboração de um protocolo clínico baseado em evidências científicas. É esse escopo que está sendo submetido à enquete.
As enquetes da Conitec visam a dar maior publicidade e transparência ao trabalho de elaboração de PCDT desenvolvido pela Comissão.
Fonte: INCA http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/52457-revisao-e-atualizacao-do-protocolo-clinico-e-diretriz-terapeutica-para-dependencia-a-nicotina acesso em 27/03/17 às 09:24h

sábado, 25 de março de 2017

7 Tópicos sobre Câncer em adultos jovens que você precisa saber

Levantamento do Inca divulgado recentemente mostra que o câncer é a segunda maior causa de morte de adolescentes e adultos jovens (de 15 a 29 anos) no país. O estudo revela que o câncer perde apenas para  "causas externas, como acidentes e mortes violentas e que, entre 2009 e 2013, 17,5 mil jovens brasileiros morreram por causa da doença”.  A pesquisa aponta, ainda, que "o tipo mais comum de câncer nessa faixa etária é o carcinoma, com 34%, cuja localização mais frequente é no colo do útero. Mas o câncer de colo de útero é evitável usando camisinha, já que ele está diretamente ligado à infecção pelo vírus HPV, cuja transmissão se dá, principalmente, pelo sexo”.
 
Abaixo, o oncologista dr. Roberto de Almeida Gil, da Oncoclínica (RJ), esclarece alguns pontos sobre esse tipo de câncer em adolescentes e jovens adultos, explicando, ainda, questões como prevenção, a relação entre a doença, a obesidade e as DSTs, além citar os tipos mais comuns entre esse público. 
 
1 - "Desmitificando o câncer:

O câncer é o mal do final do século XX e do início do século XXI. É importante observar que houve um grande aumento na taxa de cura das neoplasias malignas. Além disso, houve um aumento da prevalência da doença, isto e, muitas pessoas com câncer continuam tendo uma vida produtiva e ativa durante muitos anos. Artistas como Ana Maria Braga e Gianechini,, que tornam públicas suas historias de doença, tratamento e cura, ajudam a desmistificar a relação entre câncer e morte. E tudo isso ajuda no enfrentamento da doença. Ao mesmo tempo, o câncer se torna objeto de especulação. Na internet, há muitas informações sem embasamento científico. É preciso cuidado para filtrar informações. A pílula do câncer (fosfoetanolamida) é um ótimo exemplo. O tema ganhou repercussão nacional, gerando muitas dúvidas e crenças da cura do câncer. No entanto, hoje, estudos científicos sérios não demonstraram, até o momento, desempenho relevante. A internet é um terreno livre e suas informações devem ser utilizadas com cautela. 

2 - Prevenção do câncer em jovens:

Em primeiro lugar, é importante que as pessoas conheçam a sua história familiar, já que o câncer hereditário se manifesta predominantemente em pacientes com menos de 50 anos. Mas não é só isso. No mundo contemporâneo, estamos expostos a muitos agentes químicos, físicos e biológicos que causam a doença. Bons hábitos alimentares, exercícios físicos, não fumar, controlar a ingestão de bebidas alcoólicas, usar preservativos, cuidar da exposição ao sol e manter hábitos sexuais saudáveis são atitudes que podem prevenir o desenvolvimento do câncer. Por isso, as escolhas de comportamento feitas na juventude implicaram na melhor qualidade do envelhecimento. Muitas pessoas de 80 anos têm qualidade de vida altíssima. 
Vale ressaltar, ainda, a vacinação contra o HPV e contra a Hepatite B (causadora de carcinoma hepatocelular) como avanços médicos tecnológicos de relevante valor na prevenção do câncer.
 
3 - Tipos de câncer mais comuns entre jovens:
 
Costumamos associar o câncer a pessoas idosas. Entretanto, o câncer representa a segunda causa de mortalidade entre os 15 e 29 anos, atrás apenas de mortes por causas externas (violência). O câncer esporádico (não hereditário) ocorre frequentemente após os 50 anos, por acúmulo de mutações que se perpetuam no nosso código genético por falha nos nossos mecanismos de qualidade genética. E estes acompanham o envelhecimento de todo o corpo. O detalhe é que isso também pode ocorrer entre os jovens. Muitos deles têm cânceres de natureza hereditária, isto é, já nascem com defeitos genéticos que podem levar ao desenvolvimento da doença. Quando pensamos no câncer da juventude, lembramos sempre de sarcomas (tumores do tecido conjuntivo), tumores hematológicos (linfomas e leucemias) e tumores cerebrais. As estatísticas mostram também alta incidência de carcinomas (tumores epiteliais). No Brasil, particularmente no Norte e Nordeste, o câncer de colo uterino acomete pacientes jovens. No Inca, por exemplo, há frequentemente pacientes jovens com tumores de estomago e de intestino em pacientes sem historia familiar de câncer. A iniciação precoce do tabagismo também contribui no surgimento do câncer de pulmão em pacientes antes dos 50 anos. 
 
4 - Sobrepeso e obesidade X risco de desenvolver câncer:

O sobrepeso e a obesidade estão relacionados aos seguintes tipos de câncer: intestino, endométrio (útero), próstata, pâncreas, mama, entre outros. Hábitos importantes como o combate ao sedentarismo e a redução do consumo de alimentos industrializados e embutidos são essenciais para diminuir os riscos do surgimento da doença. 
 
 
5 - Câncer X DST 

Quando falamos em câncer, nem sempre é possível determinar o fator causal. No entanto, no câncer de colo uterino, o vírus do HPV é a principal causa de seu desenvolvimento. Há 40 tipos de vírus HPV, mas os tipos 16 e 18 são as principais cepas carcinogênicas.  Para que esse tipo de câncer surja, há outros fatores associados, como baixa imunidade, tabagismo, múltiplos parceiros sexuais. Embora seja considerada doença sexualmente transmitida (DST), a contaminação pode acontecer por contato sexual sem que haja, necessariamente, penetração. E isso ocorre diferentemente do HIV, que é  transmitido pelo sangue e pelo esperma e, portanto, tem na camisinha uma grande garantia de proteção. No caso do HPV, isso é mais complicado, visto que o contato com a genitália já pode transmitir o vírus. Mesmo assim, recomendação é sempre o seu uso.
 
6 - Câncer X Mulheres jovens X HPV
 
Estudos mostram que cerca de 80% das mulheres em todo o mundo já tiveram contato com o HPV em algum momento da vida, mas nem todas desenvolvem a infecção. Na verdade, na maior parte das vezes, isso não acontece. Algumas mulheres apresentam sintomas da infecção, com lesões inicialmente benignas, mas que, se não tratadas, podem evoluir para o câncer. Outras mulheres portadoras do vírus não manifestam sintomas da doença. O vírus pode permanecer em latência durante muitos anos e se manifestar tardiamente. O câncer de colo uterino já foi o principal em incidência no país, no entanto, ações de saúde pública reduziram a sua frequência. Mesmo assim, ainda ocorre em muito maior escala do que nos países desenvolvidos. Em mulheres, o HPV pode ocorrer na vagina, na vulva, na região perineal e no anus. Em homens, pode ser encontrado no pênis, na região perineal e no anus. 
 
Outro dado importante que precisa ser falado é que o câncer de colo uterino não é sempre fatal. Ele tem uma chance muito grande de cura, quando diagnosticado em estágios iniciais. O Papanicolau (exame preventivo feito em mulheres) descobre infecções que, uma vez combatidas em fase inicial, permitem o tratamento muito efetivo. Por isso, as mulheres devem fazê-lo regularmente. 
 
7 - Prevenção do Câncer X Vacinação
 
O câncer de colo uterino é tratado via cirurgia, radioterapia e quimioterapia. O tratamento depende do estágio da doença, sendo as taxas de cura maiores quando diagnosticado em fases iniciais, o que reforça a necessidade de exame ginecológico periódico. Uma grande arma da medicina moderna foi o desenvolvimento da vacina contra o HPV. Existem dois tipos de vacina no mercado. As bi valentes e as tetra valentes. Inicialmente, o governo disponibilizou a vacina para meninas de forma gratuita. Entretanto, com a percepção de que o vírus do HPV também causa câncer de orofaringe, os meninos também estão sendo vacinados na rede pública. 

Assim, a partir de 2017, o Ministério da Saúde determinou que a agenda de vacinação inclua meninos de 10 a 12 anos e meninas de 9 a 14 anos. Acima desta faixa etária, a vacinação também pode trazer benefícios, embora não ainda não esteja sendo disponibilizada na rede pública”, finaliza dr. Roberto Dr. Gil da Oncoclínica (RJ).  

Fonte: RPM Comunicação http://www.oncoguia.org.br/conteudo/7-topicos-sobre-cancer-em-adultos-jovens-que-voce-precisa-saber/10492/7/ acesso em 25/03/17 às 15:41h

Encontro Latino-Americano sobre saúde de populações vulneráveis

O Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) promovem, nos dias 27 e 28 de março, o I Encontro Latino-Americano de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde: Populações Vulneráveis e Gestão Participativa. O evento que acontece na sede da Opas, em Brasília, contará com a participação de gestores e profissionais de saúde do Brasil e de outros 12 países da América Latina: Argentina, Chile, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, México, Paraguai, Peru e Panamá.
O objetivo do Encontro é identificar práticas inovadoras e promover a troca de experiências entre países latino-americanos para fortalecer políticas e programas de saúde voltados às populações em situação de vulnerabilidade, como população negra, populações do campo, da floresta e das águas, LGBT, em situação de rua, ciganos e migrantes.
O evento é somente para convidados, mas os interessados no tema poderão acompanhá-lo pela internet. O Encontro será transmitido em tempo real nos dias 27 e 28 de março a partir das 9h pelo link: http://datasus.saude.gov.br/emtemporeal, acessível somente pelo navegador Internet Explorer.
Além da apresentação das experiências dos países convidados, a programação inclui também dois painéis para discussão de temas específicos.
No primeiro dia, o painel ‘Determinantes Sociais, Equidade e Sistemas Nacionais de Saúde da América Latina’ discutirá os desafios para a efetivação do direito à saúde em contexto internacional. Já no segundo dia, o painel ‘Panorama e Perspectiva de cooperação entre poder Executivo e Legislativo’, contará com representantes da Câmara dos Deputados e do Parlamento Latino-americano (Parlatino) para debater os avanços e desafios nos direitos sociais das populações em situação de iniquidade e vulnerabilidade em saúde.
Confira aqui a programação completa do I Encontro Latino-Americano de Políticas de Promoção de Equidade em Saúde.
Fonte: Aedê Cadaxa, Ministério da Saúde http://www.blog.saude.gov.br/index.php/cursos-e-eventos/52454-ms-e-opas-promovem-encontro-latina-americano-sobre-saude-de-populacoes-vulneraveis acesso em 25/03/17 às 15:38h

quinta-feira, 23 de março de 2017

Obesidade, alimentação e câncer são temas de debate em evento no INCA

Uma em cada três crianças de 5 a 9 anos, e um em cada cinco adolescentes de 10 a 19 anos apresentam excesso de peso. A infância e a adolescência são períodos críticos do desenvolvimento em que, além da formação de hábitos de vida, a exposição a determinados fatores de risco pode afetar a estrutura ou a função de órgãos, tecidos ou sistema corporal, comprometendo a saúde na fase adulta.

Dados como esses levaram o INCA a aproveitar a celebração do Dia Nacional da Saúde e Nutrição, 31 de março, para organizar um evento que também discuta o problema da obesidade na infância e na adolescência. O seminário A Saúde Está na Mesa: Obesidade, Alimentação e Câncer no Contexto Atual reúne respeitados profissionais de saúde e celebridades que abordam a alimentação saudável na TV e nas mídias sociais. Por exemplo, da TV, o evento terá a participação da apresentadora do canal fechado GNT, a chef  Rita Lobo; da política para a promoção da alimentação saudável, o assessor regional de Nutrição e Atividades Física para as Américas da Organização Pan-Americana de Saúde, o nutricionista Fabio da Silva Gomes. No seminário, haverá o lançamento de um vídeo de animação (40') sobre obesidade infantil produzido pela Unidade Técnica de Alimentação Nutrição e Câncer do INCA, que completa 10 anos. O vídeo estará disponível no canal do Youtube do Instituto.

O evento ocorre depois que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Década de Ação sobre Nutrição os anos de 2016 a 2025, e convidou governos e sociedade civil organizada para desenvolverem ações que revertam a tendência crescente de excesso de peso corporal em todos os grupos etários.

Sabe-se que quanto maior o índice de massa corporal (IMC) na infância e na adolescência, maior o risco de câncer e/ou de obesidade na fase adulta, que, no Brasil, mostra o excesso de peso corporal associado fortemente ao risco de desenvolver mais de 13 tipos de câncer, como o de esôfago (adenocarcinoma), estômago (cárdia), pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino (cólon e reto), rins, mama (em mulheres na pós-menopausa), ovário, endométrio, meningioma, tireoide e mieloma múltiplo e possivelmente próstata (avançado), mama (homens) e linfoma difuso de grandes células.

Publicações abalizadas por instituições como a Organização Mundial da Saúde, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e o Fundo Mundial para Pesquisa em Câncer concluem que os fatores mais importantes para o aumento do excesso de peso, assim como das doenças crônicas não transmissíveis relacionadas, são o elevado consumo de alimentos e preparações com alto teor de gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal, como lanches e fast foods salgados ou açucarados; o consumo rotineiro de bebidas açucaradas e a prática insuficiente de atividade física.

Resultados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 também acendem um alerta vermelho em relação ao padrão de consumo alimentar das crianças: revelam que a cada 10 crianças menores de 2 anos cerca de três já tomaram refrigerantes ou suco artificial, três consumiram doce, bala ou outros alimentos com açúcar e seis comeram biscoitos, bolachas ou bolos. E é o consumo alimentar em idade precoce que defi­ne os padrões de consumo ao longo da vida.

Não por acaso, o público infantil é o principal alvo das propagandas de alimentos, que adicionam o "brilho emocional", os brinquedos, os personagens favoritos, o entretenimento para chamar a atenção das crianças e estimular o consumo permanente de certos produtos.

As inscrições ocorrerão no dia e no local do evento e haverá transmissão ao vivo via Rede Rute.

Veja abaixo a programação completa do seminário:
 
  • Horário: 9h -16h30
  • Convidados: 220
  • Mesa de abertura
  • Local: Auditório Moacyr Santos Silva, no Prédio-sede do INCA
  • Lançamentos: Vídeo sobre obesidade infantil.
  • Exposição de produtores orgânicos

Programação Detalhada


9h – 9h30 | Credenciamento (entrega do material educativo) e welcome-coffee 

9h30 – 10h | Solenidade de Abertura  

10h - 10h30 | Consumo de produtos ultraprocessados e seu impacto na qualidade da dieta e na ocorrência da obesidade na população brasileira

Palestrante: Carlos Augusto Monteiro – Médico, professor titular do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e coordenador científico do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP

10h30 - 11h | Prevenção de Câncer do campo à mesa: compromissos, políticas e ação nas Américas

Palestrante: Fabio da Silva Gomes – Assessor regional de Nutrição e Atividade Física para as Américas - Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde

11h - 11h30 | Implicações da obesidade no tratamento e na sobrevida dos pacientes com câncer

Palestrante: Gélcio Luiz Quintella Mendes - Médico oncologista, coordenador de Assistência e vice-diretor do INCA

11h30 - 12h | Debate

Moderadora: Rosilene de Lima Pinheiro - Chefe do Serviço de Educação do Instituto Nacional de Câncer e coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia do INCA 

12h - 13h | Almoço

13h - 13h30 | Cozinhar vai mudar a sua vida

Palestrante: Rita Lobo – chef, criadora do site Panelinha, apresentadora do Cozinha Prá­­tica do GNT

13h30 – 14h | A importância do ambiente na promoção da alimentação saudável

Palestrante: Michele Lessa – Coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição – SAS/ MS

14h - 14h30 | Interesses na área de alimentação e nutrição

Palestrante: Inês Rugani Ribeiro de Castro - Professora associada do Instituto de Nutrição da UERJ e coordenadora do Núcleo de Alimentação e Nutrição em Políticas Públicas - UERJ

14h30 - 15h | Debate

Moderadora: Paula Johns – Diretora-executiva da Aliança de Controle do Tabagismo - ACT+

15h – 15h30 | Lançamento do vídeo sobre obesidade infantil – Unidade Técnica de Alimentação, Nutrição e Câncer/Conprev

15h30 – 16h | Encerramento

16h – 16h30 | Coffee break

Fonte: INCA http://www.oncoguia.org.br/conteudo/obesidade-alimentacao-e-cancer-sao-temas-de-debate-em-evento-no-inca/10489/7/ acesso em 23/03/17 às 16:13h