sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Crioterapia capilar evita queda de cabelos durante tratamento quimioterápico

Após o diagnóstico de câncer, surgem as mais variadas dúvidas sobre as formas de tratamento e os efeitos colaterais. No caso das mulheres, uma das dúvidas mais comuns é a perda de cabelos ocasionada pela quimioterapia, o que elevar o risco de problemas secundários como autoestima baixa, ansiedade, estresse e depressão.

Segundo especialistas, o impacto psicológico é ainda maior quando se trata de câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), esta neoplasia maligna é a que mais atinge o sexo feminino, responsável por 28% do total de casos de câncer diagnosticados entre as mulheres em 2016. Um procedimento que diminui os riscos de queda de cabelo durante a quimioterapia tem se tornado a esperança de muitas mulheres e médicos: a crioterapia utiliza o frio para preservar os cabelos.

Em uma sessão de crioterapia é usada uma touca gelada (aos 4°C), que resfria o couro cabeludo, levando à contração dos vasos sanguíneos e, desta forma, cria uma espécie de capa protetora que preserva os folículos capilares. Não há números específicos sobre as pacientes que aliam quimioterapia e a técnica da crioterapia, mas em alguns casos observados, a queda de cabelos foi nula ou praticamente imperceptível em boa parte das mulheres.

A crioterapia pode ser aplicada em pacientes diagnosticados com outros tipos de câncer, tendo o mesmo potencial de eficácia. Ela é contraindicada nos casos de pacientes com câncer hematológico, como leucemia e linfoma. Pessoas que apresentam alergia no couro cabeludo também não devem fazer o tratamento.

Fonte: Tudo e Todas in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/crioterapia-capilar-evita-queda-de-cabelos-durante-tratamento-quimioterapico/10262/7/

Oncologistas alertam população para os cuidados com o câncer de colo de útero

O câncer de colo de útero, conhecido também como câncer cervical, é o terceiro tumor mais frequente nas mulheres. Só em 2016, o Instituto Nacional do Câncer – Inca, estimou o surgimento de cerca de 16 mil novos casos só o Brasil. Devido a esse número alarmante, os médicos oncologistas do Centro de Tratamento de Câncer – Oncoradium chamam atenção da população para os fatores de risco e prevenção.

De acordo com o oncologista Jorge Lyra, o câncer cervical é o segundo mais incidente no estado do Maranhão e está diretamente relacionado ao vírus HPV. "O câncer de colo de útero tem uma vantagem: geralmente, antes de virar câncer, ele surge como pequenas alterações chamadas neoplasias, que podem ser identificadas com o exame Papanicolau”, diz em vídeo no seu canal no YouTube.

O oncologista explica ainda que "O Papanicolau é um exame muito simples e indolor. Utiliza-se uma espátula e uma espécie de ‘escovinha’ para colher o material do colo uterino (ectocervice), e o material da camada mais interna (endocervice). Aí, pronto, o exame foi concluído. A partir de então o material coletado é enviado para um laboratório para ser feito a análise”.

O exame deve ser realizado pelo menos uma vez por ano e não existe a necessidade de se depilar, fazer ducha vaginal ou qualquer outro tipo de preparação. É necessário apenas não ter relação sexual entre 48h e 72h antes do exame, pois isso pode alterar o resultado. Grávidas podem e devem fazer o exame, caso não esteja com ele em dia.

O exame preventivo de Papanicolau é realizado no Centro de Tratamento de Câncer – Oncoradium. As pessoas interessadas devem procurar a clínica e conversar com um médico para mais informações a respeito do exame e prevenção.

Fonte: Correio Popular
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/oncologistas-alertam-populacao-para-os-cuidados-com-o-cancer-de-colo-de-utero/10259/7/ acesso em 20/01/17 às 14:13hs

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Estudo descobre proteína que espalha câncer no corpo; ela gosta de gordura

Cientistas identificaram pela primeira vez uma proteína específica, chamada CD36, que aparece em todas as células cancerígenas que têm capacidade de fazer metástase –quando o câncer se espalha para outras partes do corpo.

Um estudo publicado na revista Nature encontrou a proteína nas membranas das células tumorais e descobriu que ela é responsável por absorver ácidos graxos. Com a dependência que a CD36 tem dos ácidos graxos, foi possível distinguir quais células cancerígenas espalhariam a doença.

O câncer é ainda mais mortal quando começa a se espalhar pelo corpo, dificultando o tratamento. Por isso, entender como o processo de como a doença se espalha é de grande importância para desenvolver maneiras de pará-la.

A pesquisa, feita em colaboração com a organização britânica Pesquisa Mundial de Câncer e o IRB (Instituto de Pesquisa de Barcelona, em sigla em inglês), descobriu que a CD36 está presente em células cancerígenas metastáticas de pacientes com diferentes tipos de tumores, incluindo tumores orais, câncer de pele, de ovário, bexiga, pulmão e mama.

Para confirmar a importância da proteína na disseminação do câncer, pesquisadores colocaram CD36 em células cancerígenas não metastáticas, que em situações normais não espalhariam a doença. O resultado? As células "contaminadas" pela proteína se transformaram e viraram metastáticas.

"Embora não tenhamos ainda testado isso em todos os tipos de tumores, podemos afirmar que CD36 é um marcador geral de células metastáticas, a primeira proteína que eu sei que é específica para metástase", afirmou o professor Salvador Aznar Benitah, que participou do artigo.E a CD36 gosta de gordura
Ao analisar a proteína descoberta, os pesquisadores observaram o papel da ingestão de gordura na propagação do câncer.

Alguns ratos receberam uma dieta rica em gordura e foram contaminados por um tipo de câncer oral humano. Ao acompanhar os bichos, cientistas notaram que a dieta rica em gordura fez com que a metástase aumentasse em 50% e fosse mais frequente.

"Em ratos inoculados com células tumorais humanas há uma ligação direta entre a ingestão de gordura e um aumento do potencial metastático através da CD36", disse Benitah. A gordura é necessária para algumas funções do corpo, mas a ingestão descontrolada tem consequências no corpo e fazem com que o câncer se espalhe mais rápido.

Fonte: UOL Notícias, 06/01/2017

Fonte: http://www.femama.org.br/novo/noticias-detalhe.php?menu=not&id=855#.WIDhzNIrKM8 acesso em 19/01/17

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Óleo de abacate protege o coração e ajuda a emagrecer

Azeite das Américas. É assim que o óleo de abacate ficou conhecido e, apesar de ainda não ser muito comum no Brasil, o produto tem destaque na lista dos óleos funcionais que protegem o organismo contra diversas doenças. "Basta acrescentar uma colher de sopa a preparações cruas ou nas saladas", afirma a nutricionista Noadia Lobão, do Rio de Janeiro. Conheça os benefícios de mais este aliado da saúde e incremente o sabor das receitas.


Efeito anti-inflamatório

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Benefícios da Laranja: fruta é aliada na prevenção de gripes e resfriados

laranja é conhecida principalmente pela vitamina C, e como um dos principais alimentos que ajudam na prevenção e também no tratamento de gripes e resfriados. Mas ela também é fonte de potássio, magnésio e betacaroteno, nutrientes com ações antioxidantes que ajudam a prevenir problemas cardiovasculares e até mesmo o câncer.
Podemos dizer que a laranja tem um lugar de honra em uma dieta equilibrada e saudável, devido aos diversos benefícios que ela oferece à saúde. A vitamina C, além de ser fundamental para o bom funcionamento das defesas do nosso organismo, também ajuda na absorção do ferro dos outros alimentos, como, por exemplo, quando ingerimos folhas verde-escuras ou feijão acompanhados de uma fatia da fruta. Já o potássio ajuda a manter a pressão arterial em níveis saudáveis.
Outra vantagem é o fornecimento de energia, já que a laranja é rica em açúcar e carboidratos. Pensando nisso, vale lembrar que, como qualquer alimento, ela deve ser consumida com moderação, pois contém cerca de 50 calorias a cada 100 gramas.
A laranja é ainda uma ótima opção como sobremesa, pois ajuda no movimento intestinal e facilita a digestão. Isso só é possível devido às fibras, que, juntamente com a vitamina C, ajudam na produção e liberação dos sucos digestivos, reduzindo também a azia e a sensação de inchaço.
Na nossa alimentação, o mais indicado é que a laranja seja consumida in natura e logo após ser cortada, pois a vitamina C se oxida e se perde com facilidade, fazendo com que todos os benefícios dos nutrientes não sejam aproveitados 100%. Alguns cuidados também podem ser tomados para que todos os nutrientes sejam incorporados pelo nosso organismo, como, por exemplo, consumir no ponto certo de maturação, nunca verde ou madura demais.
Como apresenta uma grande versatilidade, a laranja é muito utilizada na culinária, como tempero, acompanhamento e, até mesmo, em forma de geleia. O suco pode ser uma opção para manter o corpo hidratado, mas vale lembrar que o ideal é consumi-lo puro, espremido na hora, sem adição de água ou açúcar para que os nutrientes sejam bem aproveitados.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/18582-beneficios-da-laranja-fruta-e-aliada-na-prevencao-de-gripes-e-resfriados acesso em 17/01/17

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pacientes com melanoma descobrem a doença mais cedo, diz estudo

Tumor geralmente associado a anos ou até décadas de exposição solar sem proteção, o câncer de pele, principalmente o tipo mais agressivo, pode também aparecer cedo. Estudo inédito do A.C. Camargo Cancer Center feito com 997 pacientes diagnosticados com melanoma, a forma mais grave da doença, mostra que um terço deles descobriu a doença antes dos 44 anos.

O dado se justifica, segundo especialistas, pelo fator genético envolvido no aparecimento da doença. Isso porque pessoas com genes que as predispõem a desenvolver o tumor podem ter o câncer mais jovens, mesmo tendo passado por menos episódios de exposição ao sol.

"Geralmente pessoas de pele muito clara e com muitas pintas no corpo têm essa predisposição. Elas costumam ter a doença aos 30 ou 40 anos. Mas, mesmo nos casos em que há esse fator genético, o sol é um importante desencadeador”, explica João Duprat, cirurgião oncologista e diretor do Departamento de Oncologia Cutânea do A.C. Camargo Cancer Center.

A coordenadora de Marketing Priscila Silva Costanzo, de 33 anos, preenche todos esses requisitos e acabou recebendo o diagnóstico da doença quando tinha apenas 28 anos. Ruiva, com muitas sardas e pintas pelo corpo e pele clara, ela dava pouca importância ao filtro solar na adolescência. "Eu tinha zero preocupação, não passava protetor, queria ficar morena e achava que tomar um pouco de sol no verão sem filtro solar não ia dar problema”, conta.

Essa exposição intermitente, ou seja, situações em que a pessoa aproveita só o fim de semana ou o verão para tomar muito sol sem proteção, é a mais perigosa, segundo Duprat, porque pode gerar queimaduras e aumentar o risco de câncer. "A pessoa fica a semana inteira dentro do escritório e depois quer compensar em pouco tempo.”

O fator genético também mostrou-se presente no caso de Priscila. Em 2005, sete anos antes da descoberta da doença, o pai também teve melanoma. "Foi por causa da doença dele que eu desconfiei que poderia ter. Notei uma pinta estranha no meu braço, que começou a crescer e a descascar. O médico achou que não era nada, mas pediu a biópsia e descobri que era melanoma também. Foi um choque na família porque apareceu muito cedo”, diz.

O diagnóstico de melanoma assusta porque é o tipo de câncer de pele mais propenso a provocar metástases. Quando descoberto em estágio avançado, pode se espalhar para órgãos como fígado, pulmão e linfonodos e levar à morte. Como Priscila descobriu o tumor no início, a simples remoção cirúrgica da lesão a curou, mas há casos em que são necessários tratamentos adicionais, como quimioterapia e imunoterapia.

Embora seja um câncer agressivo, o melanoma costuma demorar algum tempo até provocar estrago. "O período varia muito, mas ele costuma evoluir em dois ou três anos, ou seja, tempo suficiente para que as pessoas notem algo estranho e procurem um médico”, afirma Duprat. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/pacientes-com-melanoma-descobrem-a-doenca-mais-cedo-diz-estudo/10252/7/ acesso em 16/01/17

sábado, 14 de janeiro de 2017

FEBRE AMARELA - CUIDADOS PARA QUEM VAI VIAJAR

Se você vai viajar para alguma área que tenha risco de transmissão para Febre Amarela, você pode fazer uma viagem tranqüila. Saiba que existe vacina contra febre amarela e ela deve ser aplicada dez dias antes de sua viagem, se você nunca foi vacinado.
Onde se corre risco de pegar febre amarela?
No Brasil, os locais de risco são as regiões de matas e rios das seguintes regiões: todos os Estados da Região Norte e Centro-Oeste, bem como parte da Região Nordeste (Estado do Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo-sul da Bahia), Região Sudeste (Estado de Minas Gerais, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo) e Região Sul (oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
As pessoas que moram nestas regiões, ou aqueles que irão viajar para estes locais devem tomar a vacina, caso ainda não tenham feito ou o fizeram há mais de dez anos.
Onde tomar a vacina?
O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente a vacina em postos de saúde de todos os municípios do país. Esta vacina é muito segura e protege durante 10 anos. Para as pessoas que já foram vacinadas há mais de 10 anos, basta tomar uma dose de reforço e seguir viagem, não sendo necessário esperar 10 dias para garantir sua proteção.
As pessoas vacinadas em Unidades do SUS recebem um comprovante de vacinação que é válido em todo território nacional: é o Cartão Nacional de Vacinação, de cor branca. O comprovante da vacina deve fazer parte de sua bagagem. 
Para viajantes internacionais, vindo ou indo para áreas infectadas, a vacinação contra febre amarela é a única exigência sanitária, conforme publicação regular da Organização Mundial da Saúde/OMS.
Alguns países da América do Sul e da África exigem o Certificado Internacional de Vacinação-CIV, de cor amarela. Para efetuar a troca do cartão de vacinação, deve-se procurar um dos Postos da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em qualquer um dos portos, aeroportos, passagens de fronteiras ou Sedes da Coordenação em todo o território nacional. Apenas o portador poderá solicitar a substituição do cartão, comparecendo ao posto de troca munido de documento oficial com fotografia: Carteira de Identidade, Passaporte ou Cédula Profissional (tipo OAB, CREA, CRF, CRM etc). Para menores de idade é necessária a apresentação da Certidão de Nascimento.
Uma pessoa com febre amarela apresenta nos primeiros dias sintomas parecidos com os de uma gripe. Entretanto, esta é uma doença grave que pode complicar e levar à morte. Os sintomas mais comuns são febre alta e calafrios, mal-estar, vômito, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
Na identificação de alguns desses sintomas, procure um médico da unidade de saúde mais próxima e o informe se você viajou, nos últimos 15 dias, para áreas de matas, beiras de rios em qualquer uma das áreas descritas acima.
Se você observar macacos mortos ou doentes próximo ao local onde esteve, comunique à autoridade de saúde mais próxima, pois isso pode indicar que a doença está presente, com risco para as pessoas não vacinadas.
Não há tratamento específico contra a febre amarela, mas a mesma orientação utilizada para dengue deve ser seguida, ou seja, não utilizar medicamentos à base de salicilatos (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. Somente o médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença
Viajantes internacionais
O Brasil não exige o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia para entrada no país.
Aos viajantes com destino ao Brasil, não vacinados ou vacinados há mais de 10 anos contra febre amarela, recomenda-se vacinação àquelas pessoas com destino às áreas de mata das regiões consideradas de risco, conforme o mapa (clique no link) (http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=27941)
Aos viajantes com destino a outros países, a exigência do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia seguirá as recomendações da Organização Mundial da Saúde, conforme estabelecido no RSI 2005. Acesse a página da OMS (espanhol) http://www.who.int/topics/yellow_fever/es/.
Maiores informações: www.anvisa.gov.br
Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/viajantes.php