quarta-feira, 26 de abril de 2017

Bem-Estar: Saúde começa com educação

O ditado popular “costume de casa vai à praça” é uma alusão direta de que a educação é uma repetição do comportamento doméstico (ou deveria ser mantido) na rua. Isso também acontece com as informações recebidas na escola. O aprendizado fica para a vida e para o dia a dia.
Se considerarmos que as crianças passam de quatro a oito horas no ambiente escolar, 25% a 50% do tempo produtivo delas está vinculado à educação formal. É um tempo valioso que, oportunamente, o Estado brasileiro pode utilizar para melhorar a saúde da população.
Camilly Rocha, 14 anos, é estudante de uma escola pública em Brasília/DF. Ela conta que aquilo aprendindo na escola pode ajudar a influenciar positivamente a rotina das famílias. “Por mais que, hoje, eu acho que não seja tão fácil a gente conseguir alimentos melhores no mercado porque é tudo muito industrializado, eu tendo manter uma dieta saudável. Às vezes, há alguns projetos aqui no colégio que envolvem a gente para isso. Para alimentação orgânica. Então eu vou tentando ser exemplo nesse quesito”, conta.
Rebeca Fernandes, 14 anos e estudante da mesma escola, segue na mesma linha. Em casa, é ela quem dá o tom da alimentação familiar. “Eu procuro ter uma alimentação saudável e arrasto a minha mãe nessa também porque ela tem problema de pressão alta, de coração, então ela tem que ter uma alimentação mais saudável, ai eu tento arrastá-la”, revela.
Olhando para esse cenário de oportunidades, os ministérios da Saúde e da Educação criaram, em conjunto, o Programa Saúde na Escola (PSE), que leva para as instituições de ensino públicas brasileiras ações voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças nos estudantes.
“As crianças têm se revelado, ao longo dos últimos anos, grandes influenciadoras das famílias. Elas aprendem na escola e, quando chegam em casa, cobram os pais, irmãos, tios, avós, todo mundo. Isso aconteceu com o uso do cinto de segurança nos carros, com o combate ao Aedes aegypti... Enfim, elas se tornaram multiplicadoras do conhecimento e agentes de mudanças para atitudes positivas”, defende o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
A cada ano um tema principal é escolhido para ser trabalhado com os estudantes: saúde bucal; saúde ocular; direitos sexuais e reprodutivos; e combate a vetores como o mosquito Aedes aegypti. “Este ano, serão priorizados dois temas: imunização contra a meningite C e o HPV em adolescentes, e de Influenza em professores e outros colaboradores; prevenção e controle da obesidade infantil e em adolescentes”, revela a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.
Atualmente, a ingestão de alimentos ultraprocessados começa já nos primeiros anos de vida. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (2006) sinaliza que 40,5% das crianças menores de cinco anos consomem bebidas industrializadas com frequência. Enquanto dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2013) apontam que 60,8% das crianças menores de 2 anos comem biscoitos ou bolachas recheadas. O resultado do mau hábito alimentar é que , a cada três crianças brasileiras, uma apresenta excesso de peso (IBGE-POF 2008/2009).


Para mudar este cenário, dentro da estratégia deste ano, o PSE vai desenvolver ações de promoção da alimentação saudável, de orientação sobre o Guia Alimentar da População Brasileira, ações voltadas à promoção de práticas corporais e atividades físicas.
PSE em números
O Programa Saúde na Escola está presente em mais de 78 mil escolas públicas de todo Brasil. Só no ensino fundamental são alcançados mais de 18 milhões de alunos. Em 2014, mais de 4 mil municípios que participam da iniciativa adotaram também medidas nas creches para avaliação antropométrica (registo feito sobre certas particularidades do corpo humano: impressões digitais, perímetro torácico, altura, etc.) e promoção de alimentação saudável das crianças de até dois anos.
Luiz Philipe Leite, para o Blog da Saúde
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/materias-especiais/52553-bem-estar-saude-comeca-com-educacao acesso em 26/04/17 às 10:53h

Abertas inscrições de trabalhos para o Congresso Brasileiro de HIV/AIDS e Hepatites Virais

Estão abertas as inscrições de trabalhos para o Congresso Brasileiro de HIV/AIDS e Hepatites Virais 2017 com o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. O prazo para submeter um trabalho vai até o dia 8 de maio. Os trabalhos aprovados serão apresentados nos quatro dias de Congresso, que ocorre de 26 a 29 de setembro em Curitiba.
Os autores dos trabalhos selecionados serão contemplados com uma bolsa completa que inclui passagem, hospedagem, alimentação e transporte. Uma novidade é que este ano os melhores trabalhos serão premiados com uma bolsa de inscrição para a participação em conferências de âmbito nacional sobre o mesmo tema. As premiações serão feitas nas categorias Melhor Trabalho Oral e Melhor Pôster.
Para saber mais, conhecer a programação do evento e realizar sua inscrição, acesse http://hepaids2017.aids.gov.br/
Fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Paraná
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/cursos-e-eventos/52555-abertas-inscricoes-de-trabalhos-para-o-congresso-brasileiro-de-hiv-aids-e-hepatites-virais acesso em 26/04/17 às 10:47h

terça-feira, 25 de abril de 2017

3º Congresso de Cuidados Paliativos do Mercosul está confirmado para junho

Com o tema “Cuidado Singular e Integral na Rede de Cuidados Paliativos”, está confirmado para os dias 14 a 16 de junho o 3º Congresso de Cuidados Paliativos do Mercosul, promovido pelo Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel), em parceria com o Laboratório de Estudos e Pesquisa na Rede de Cuidados Paliativos (LEP-RCP) e a Liga Acadêmica Interdisciplinar de Cuidados Paliativos.
O principal objetivo do Congresso é oportunizar aos participantes ampla atualização e debate a respeito do tema, inerente aos diferentes cenários assistenciais. O público-alvo são profissionais e estudantes da área da saúde, incluindo medicina, enfermagem, psicologia, terapia ocupacional, nutrição, serviço social, odontologia e fisioterapia.

Trabalhos científicos voltados para o tema também poderão ser submetidos, conforme as normas que serão divulgadas juntamente com as inscrições do congresso. As inscrições já podem ser feitas por meio do site www.heufpel.com.br e também na sede da Atenção Domiciliar do Hospital Escola, que é filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Paralelamente, ocorre o 9º Seminário do Programa de Internação Domiciliar Interdisciplinar do HE-UFPel, a 3ª Jornada da Liga Interdisciplinar de Cuidados Paliativos da UFPel e o 1º Simpósio de Cuidados Paliativos e Medicina da Família.
O evento conta com o apoio da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, Instituto Paliar, Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul e o Projeto Bem-Estar ao seu Lado/RG. Mais informações pelo telefone (53) 3284-4989 e pelo e-mail congressocp2017@gmail.com.
Além da programação de palestras, serão realizados sete minicursos com temas específicos:
    Cuidados Paliativos na Atenção Domiciliar – “Indivíduos no Centro do Cuidado” (50 vagas)
    Lesões de Pele e Ostomias em Cuidados Paliativos (50 vagas)
    Práticas Integrativas e Espiritualidade Aplicadas aos Cuidados Paliativos (50 vagas)
    Cuidados Paliativos em Pediatria (30 vagas)
    Comunicação e Más Noticias (50 vagas)
    Terapia Subcutânea de Fluidos e Fármacos, Técnica e Atualizações (50 vagas)
    Práticas para Estimular o Cuidado de Si no Cuidador em Atenção Domiciliar (30 vagas)
Saiba mais sobre a Ebserh
O HE-UFPel faz parte da rede Ebserh, estatal vinculada ao Ministério da Educação, que atualmente administra 39 hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.
Com informações do HE-UFPel
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/cursos-e-eventos/52547-3-congresso-de-cuidados-paliativos-do-mercosul-esta-confirmado-para-junho acesso em 25/04/17 às 12:29h

Ações do Grupo Se Toque

É um grupo de apoio para pacientes de câncer que atua na cidade de Itabuna-Bahia e que atua de duas formas:
- junto aos pacientes em tratamento e seus familiares oferecendo suporte emocional e apadrinhando a pessoa que estiver em situação de vulnerabilidade;
- junto às pessoas saudáveis num trabalho de conscientização sobre a prevenção primária e a adoção de hábitos saudáveis de vida.
Necessitamos de voluntários e não possuímos recursos financeiros ou ajuda de Instituições Públicas.

Contato: Sueli Dias 73-98819-1344

segunda-feira, 24 de abril de 2017

ORIENTAÇÕES PARA PACIENTES QUE SE SUBMETEM A SESSÕES DE RADIOTERAPIA

O que é Radioterapia?
É um tratamento no qual se utilizam radiações para destruir ou impedir que as células de um tumor aumentem. Estas radiações não são vistas e durante a aplicação você não sentirá nada. A radioterapia pode ser usada em combinação com a quimioterapia ou outros recursos usados no tratamento dos tumores.


Quais são os benefícios da Radioterapia?
Metade dos pacientes com câncer são tratados com radiações. É cada vez maior o número de pessoas que ficam curadas com este tratamento. Quando não é possível obter a cura, a Radioterapia pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida. As aplicações diminuem o tamanho do tumor, o que alivia a pressão, reduz hemorragias, dores e outros sintomas, proporcionando alívio aos pacientes.

Como é feita a Radioterapia?

De acordo com a localização do tumor, a Radioterapia é feita de duas formas:
• Externamente, onde as radiações são feitas através de aparelhos que ficam afastados do paciente. É chamada Radioterapia Externa ou Teleterapia.

• Onde o material radioativo é aplicado por meio de aparelhos que ficam em contato com o organismo do paciente, chamada Radioterapia de Contato ou Braquiterapia.


Como é o tratamento Radioterapia Externa ou Teleterapia?

Este tratamento é feito em ambulatório. É planejado de acordo com a necessidade de cada paciente e segue quatro etapas principais:

1ª Etapa - Consulta Médica: Um médico radioterapeuta irá examiná-lo, fará uma série de perguntas para saber tudo o que tem ocorrido com você e pedirá alguns exames.
2ª Etapa - Reunião para Definição do Tratamento: No INCA, quando os exames estão prontos, é marcada uma reunião para estudo da sua doença. Diversos profissionais irão definir a forma e o tempo do tratamento.
3ª Etapa - Consulta para Programação do Tratamento: No INCA, para programar o tratamento é utilizado um aparelho chamado simulador. Através de radiografias, seu médico delimita a área a ser tratada, marcando a pele com uma tinta vermelha. A fim de que a radiação atinja somente a área a ser tratada, em alguns casos, um molde de gesso ou de plástico poderá ser feito, para ajudar a manter a pessoa na mesma posição durante a aplicação.
4ª Etapa - Aplicações: São feitas pelo tempo definido por seu médico. No INCA, você recebe um cartão contendo o nome do seu médico, o dia e a hora da aplicação, o local e o nome do aparelho onde será tratado. O número de aplicações necessárias pode variar de acordo com a extensão e a localização do tumor, dos resultados dos seus exames e do seu estado de saúde. Durante a aplicação você ficará sozinho na sala onde estarão os aparelhos. Um técnico estará na sala de controle ao lado observando-o através de um vidro especial ou por meio de uma televisão.
Você ficará deitado sob o aparelho, que estará direcionado para o traçado sobre a pele, numa posição determinada pelo técnico. É possível que sejam usados protetores de chumbo entre o aparelho e certas partes de seu corpo, para proteger os tecidos e órgãos sadios.


Recomendações:
Como a pele da área a ser tratada ficará descoberta durante a radiação, procure usar uma roupa que facilite despir-se e vestir-se.
Não se mexa, para que a radiação não ultrapasse os limites da área que está sendo tratada.



Como é o tratamento Radioterapia de Contato ou Braquiterapia?
A Braquiterapia trata tumores da cabeça, do pescoço, das mamas, do útero, da tiróide e da próstata. As aplicações podem ser feitas em ambulatório, sendo que no caso de tumores ginecológicos, há necessidade de hospitalização de pelo menos três dias. Há casos em que é necessário receber primeiro a Radioterapia Externa e depois a Braquiterapia.



Quais são os possíveis efeitos da radioterapia e o que fazer quando eles acontecerem?
Cada pessoa reage de forma diferente à Radioterapia, sendo que a intensidade desses efeitos depende da dose do tratamento, da parte do corpo tratada, da extensão da área irradiada, do tipo de irradiação e do aparelho utilizado. Os efeitos indesejáveis mais freqüentes são o cansaço, a perda de apetite e as reações da pele. Geralmente aparecem na 3ª semana de aplicação e desaparecem poucas semanas depois de terminado o tratamento. Há casos, porém, que podem durar mais tempo.

• Cansaço ou fadiga
A tensão relacionada com a doença, as visitas diárias para receber o tratamento e os efeitos da radiação são fatores que contribuem para o cansaço. No entanto, esta sensação desaparece com o tempo. Algumas pessoas preferem se afastar do trabalho, outras trabalham menos horas enquanto recebem a radioterapia. Se você preferir continuar trabalhando, peça ao seu médico que programe um tratamento de acordo com o seu horário de trabalho.
• Perda de apetite e dificuldade para ingerir alimentos
Nestes casos, diminua a quantidade de comida e aumente o número de refeições. Procure comer coisas leves e variar a comida para melhorar o apetite. Fazer uma caminhada antes das refeições também ajuda. A nutricionista poderá ajudá-lo a manter o seu peso, seguindo uma dieta rica em proteínas e calorias. Em alguns casos, a saliva torna-se mais espessa e altera o sabor dos alimentos.
Reação da pele
Durante as aplicações, você deve ter bastante cuidado com a pele na área tratada. Ela poderá ficar vermelha, irritada, queimada ou bronzeada, tornando-se seca e escamosa. Pode também provocar coceiras. Normalmente, estas reações desaparecem algumas semanas após o término do tratamento. A pele de cada pessoa reage de maneira diferente. Portanto, é importante que você informe ao seu médico, durante as consultas de revisão, qualquer das seguintes situações:
• febre igual ou acima de 38°C;
• dores;
• assaduras e bolhas;
• secreção na pele.



Recomendações importantes:• Lave a área com água e sabão. Enxugue com uma toalha macia, sem esfregar.
• Não use cremes, loções, talcos, desodorantes, perfumes, medicações ou qualquer outra substância na área em tratamento.
• Só utilize algum tipo de curativo na pele (como gaze ou band-aid) com a orientação de seu médico.
• Não utilize sacos de água quente ou gelo, saunas, banhos quentes, lâmpadas solares ou qualquer outro material sobre a pele em tratamento.
• Proteja a pele da luz solar até um ano depois do fim do tratamento. Use protetor solar fator 15 ou proteja a pele com uma blusa ou camiseta.
• Dê preferência às roupas feitas de algodão. Não use tecidos sintéticos do tipo nylon, lycra, cotton ou tecidos mistos com muita fibra sintética.
• Evite usar roupas apertadas, soutiens, camisas com colarinhos, calças jeans, etc.



Saiba que
A radiação permanece no seu corpo apenas durante o tempo que você ficar no aparelho.
Você não precisa se afastar de crianças ou gestantes durante seu tratamento.
Você poderá abraçar, beijar ou manter relações sexuais, sem risco de expor outras pessoas à radiação.
http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=115 acesso em 24/04/17 às 21:28h

Novo curso de Vigilância e Controle de Vetores abre inscrições

O Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Vigilância e Controle de Vetores do Instituto Oswaldo Cruz (PGVCV/IOC/Fiocruz), criado em 2016, credenciado com conceito 3 na categoria de Mestrado Profissional (numa grade de conceitos entre 1 e 5) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), está alocado na área Saúde Coletiva da Capes. O Programa é voltado para profissionais de nível superior interessados no estudo integrado de vetores de doenças humanas e veterinárias no âmbito da saúde única ('One Health'). O Programa apresenta duas áreas de concentração: Biologia de vetores e interação parasito-hospedeiro e Epidemiologia e controle de vetores.
A PGVCV tem forte potencial de interação com a prestação de serviços em saúde pública e ambiental, com foco no desenvolvimento de estratégias e produtos para o controle de vetores como mosquitos, moscas, caramujos, lesmas, carrapatos, barbeiros, entre outros. A diversidade de orientadores potencializa a geração de projetos e colaborações com um componente de inovação, em consonância com os desafios sociais.
A criação do Mestrado Profissional na área de vetores no IOC reflete necessidade há muito detectada nos serviços de vigilância entomológica e malacológica do Ministério da Saúde e surge de demanda direta da pasta à presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assumida pelo IOC, tendo em vista a experiência de seus profissionais nesse tipo de capacitação.
Espera-se que os mestres formados pela PGVCV sejam capazes de: aplicar o conhecimento adquirido na prática da vigilância e do controle de vetores; manter senso crítico e visão abrangente sobre sua área de atuação e temas relacionados; conduzir e aplicar pesquisa inovadora e de excelência; formular, planejar, desenvolver e avaliar estratégias e políticas de controle de vetores, novas metodologias e produtos, para atuar na pesquisa, serviços de vigilância ou no setor produtivo; preparar e redigir documentos científicos com vistas à publicação em veículos qualificados e na área de atuação do Programa.
Áreas de Concentração e Linhas de Pesquisa
A PGVCV apresenta duas áreas de concentração, que compreendem seis linhas de pesquisa:
Biologia de vetores e interação parasito-hospedeiro
:: Taxonomia
:: Fisiologia
Epidemiologia e controle de vetores
:: Controle
:: Diagnóstico
:: Matemática aplicada
:: Vigilância
Processo seletivo
A chamada pública para seleção de candidatos ao Mestrado Profissional em 2017 já foi publicada. O período de inscrições vai de 15 a 26 de maio. Os interessados em solicitar isenção da taxa de inscrição devem entregar os pedidos até 10 de maio. O processo seletivo contará com duas etapas: prova escrita e entrevista. Confira o edital.

Regulamento do Programa
O regulamento do Programa está em discussão na Comissão de Pós-graduação e em revisão pela Câmara Técnica de Ensino, para revisão de questões estatuárias e legais, com divulgação prevista para o segundo semestre de 2017.
Saiba mais
> Histórico
> Estrutura e organização
> Corpo docente
> Informações para docentes
> Informações acadêmicas
> Secretaria acadêmica: informações, formulários e documentos
> Espaços e infraestrutura
> Cooperação e inserção social
> Perguntas frequentes
Coordenação e Secretaria
Coordenação do Programa:
Coordenador: Dr. Fernando Ariel Genta - IOC
Coordenadora Adjunta: Dra. Monica Lemos Ammon Fernandez - IOC
Comissão de Pós-graduação:
Dra. Ângela Cristina Verissimo Junqueira - IOC
Dra. Daniele Pereira de Castro - IOC
Dra. Denise Valle - IOC
Dr. Jorge Luiz Moraes - UFRJ/Macaé
Dr. José Bento Pereira Lima - IOC
Dr. Otacilio da Cruz Moreira - IOC
Dra. Patricia de Azambuja Penna - IOC
Dra. Rafaela Vieira Bruno - IOC
Contatos
Secretaria do Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Vigilância e Controle de Vetores (Mestrado Profissional)
Secretária: Rose Machado Pani de Oliveira
Tels.: (21) 2562-1443
Email: posgvcv@ioc.fiocruz.br
Secretaria Acadêmica – Pavilhão Arthur Neiva
Instituto Oswaldo Cruz - IOC/Fiocruz 
Tel.: (21) 2562-1201
Email: ensino@ioc.fiocruz.br
Endereço: Avenida Brasil, 4365 - Manguinhos
CEP: 21040-360 - Rio de Janeiro – RJ
Fonte: http://www.fiocruz.br/ioc/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=401 acesso em 24/04/17 às 13:26h

Projeto Paciente Seguro reforça importância das boas práticas em saúde

Para garantir que os pacientes não sofram eventos indesejados, o Ministério da Saúde publicou, em 1º de Abril de 2013, a Portaria GM/MS nº 529/2013 que é responsável pelo lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). A coordenadora do PNSP, Ana Maria Costa Cândido Lacerda, reforça a importância do Programa para aumentar a segurança da prestação dos cuidados de saúde.  “Segurança do paciente são ações promovidas pelas instituições de saúde, profissionais e pacientes com objetivo de evitar que os riscos e perigos inerentes à complexidade dos serviços de saúde atinjam o paciente, cause algum dano ou agrave seu estado de saúde ou doença. Segurança do Paciente relaciona-se com o bem estar do paciente. Além de evitar que o paciente sofra algum dano, essas ações tem o potencial de reduzir desperdícios e retrabalho, e acima de tudo, proteger pacientes e trabalhadores", explica Ana Maria.
 Como uma das estratégias de implantação do Programa Nacional de Segurança do Paciente, o Ministério da Saúde em parceria com hospitais de excelência, por meio do PROADI-SUS desenvolve projetos de melhoria, qualificação e capacitação nos hospitais públicos com objetivo de qualificar a assistência à saúde, com promoção de boas práticas em saúde. O projeto Paciente Seguro, desenvolvido com Hospital Moinhos de Vento propõe processos de trabalhos fundamentados em boas práticas em saúde para a promoção da cultura de segurança do paciente.

De forma prática, o projeto Paciente Seguro assegura que o profissional saiba o que fazer dentro da unidade de saúde para garantir a segurança das pessoas que irão passar por algum tipo de atendimento. Como exemplo, identificar o paciente no momento da internação, na hora de fazer um exame e verificar se a recomendação médica está indo para a pessoa que foi prescrita. Do mesmo modo, verificar a dosagem e via de administração de um medicamento.
Atualmente, 15 hospitais no país receberam treinamento profissional para adotarem mecanismos que melhorem o atendimento ao paciente, dentro do Projeto Paciente Seguro. Da mesma forma, outros projetos são executados em objetivos de promover a segurança do paciente em parceria com Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) e Hospital do Coração(HCOR). Os hospitais são referência em segurança do paciente e no cuidado centrado no paciente. Atualmente temos mais de 45 hospitais com projetos que objetivam a implantação/qualificação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) para melhoria dos processos e desenvolvimento e aperfeiçoamento de ferramentas e estratégias para apoiar este processo.
Todos podem contribuir para a segurança do paciente.
Entenda como você pode contribuir
Quando uma unidade de saúde recebe um paciente, a principal preocupação é que ele não sofra nenhum dano durante o processo de cuidado da instituição, Mas o próprio paciente, acompanhante ou familiar também podem adotar medidas simples para reduzir riscos e perigos:
•    Faça a higienização das mãos antes e após tocar o paciente. Isso evita infecções e outras complicações.
•    Ajude no cuidado para evitar queda do paciente. Manter a grade do leito levantada é uma ação que pode evitar queda. 
•    Peça que o profissional confirme o nome do paciente toda vez que for fazer algum procedimento.
•    Faça uso do álcool gel no ambiente hospitalar sempre para limpar as mãos. Evite tocar nas superfícies e o consumir alimentos neste ambiente.
•    Peça, gentilmente, explicações ao profissional sobre a medicação que será administrada. Para que serve? De quanto em quanto tempo será administrado? Quais são os efeitos esperados? 
•    Sempre tire suas dúvidas com o médico ou outro profissional de saúde e informe o uso de outros medicamentos e alergias a substâncias, como látex e alimentos.
•    Comunique ao profissional de saúde se sentir mal com uma medicação.
Cada um fazendo a sua parte, todos ficam mais seguros. A Segurança do Paciente está nas mãos de todos.
Gabi Kopko, para o Blog da saúde
 http://www.blog.saude.gov.br/index.php/entenda-o-sus/52549-projeto-paciente-seguro-reforca-importancia-das-boas-praticas-em-saude acesso em 24/04/17 às 13:17h