As pessoas que fizeram esvaziamento axilar na cirurgia de mama devem estar atentas aos cuidados permanentes com esse braço:
1. usar creme hidratante sem álcool com PH neutro;
2. evitar contato com temperaturas muito elevadas tais como banhos muito quentes, saunas, banhos turcos, exposição a bronzeamento, etc.
3. evitar roupas muito apertadas, anéis, relógios, pulseiras e tudo que puder afetar a circulação;
4. evitar pesos no braço: sacolas, malas, etc.;
5. NÃO utilizar o braço para aferição da pressão arterial, coleta de sangue, acumpuntura, etc.;
6. evitar traumas no braço: cortes, arranhões, queimaduras, picadas de insetos, etc.;
7. em viagens de avião, usar malha de compressão;
8. cuidado redobrado ao cortar unhas e evitar retirar cutículas;
9. usar luvas quando praticar serviços de jardinagem;
10.a qualquer sinal de vermelhidão, inchaço ou febre, procurar o médico;
11.manter uma dieta equilibrada, evitando excesso de sal, bebidas e mariscos;
12.fazer exercícios de alongamento para evitar o encurtamento do braço e a perda de amplitude de movimentos. Para tanto procurar fisioterapeuta especializado. Evitar uso de terapias com fontes de calor.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
ESPERANÇA
Depois do medo, das lágrimas derramadas,
da revolta, da indagação,
cansei de procurar respostas,
aceitei a situação e resolvi enfrentar,
o desafio dem buscar portas, novos caminhos e soluções.
Quando pensei que não havia mais chão para pisar,
motivos para continuar,
encontrei uma janela,
e nela não estou só!
Tenho fé, tenho esperança,
confio em Deus e vou caminhando!
da revolta, da indagação,
cansei de procurar respostas,
aceitei a situação e resolvi enfrentar,
o desafio dem buscar portas, novos caminhos e soluções.
Quando pensei que não havia mais chão para pisar,
motivos para continuar,
encontrei uma janela,
e nela não estou só!
Tenho fé, tenho esperança,
confio em Deus e vou caminhando!
E o tratamento se inicia na Sala de Espera...
E o tratamento se inicia na Sala de Espera...
(do livro: "Atualidades em Psicologia da Saúde"-
Ed. Thomson- 2004-SP)
autoria: Silvia Ivancko

Estamos na sala de espera de uma Clínica Oncológica.
Podemos observar rostos sombrios, preocupados, tensos, ansiosos, sérios, com medo e tristes. São estas as expressões dos pacientes que aguardam por uma consulta, um diagnóstico, e muitas vezes a revelação do futuro que o aguarda. No silêncio, olham em direção à televisão como se estivessem interessados em qualquer coisa que ela pudesse trazer, qualquer coisa que tirasse de dentro deles as fantasias tristes que os trazem àquela clínica. Podemos ouvir seus pensamentos:
Será que estou com câncer? Será o fim de tudo?
A cirurgia vai dar certo? Será que vou retirar os pontos? E o dreno? Terei que fazer novos exames? Será que estou curado? E se tiver uma recidiva? Metástase? Por que a quimioterapia? Terei que fazer radioterapia?
Vou me curar? E se não der certo? Que medo!
Segurando firme nas mãos os envelopes de exames quase sempre indecifráveis, algumas vezes acompanhados por pessoas próximas, outras vezes sozinhos por não haver “pessoa próxima” ou por julgar ser esta uma tarefa solitária.
Os minutos são intermináveis...
A cada nome pronunciado há a expectativa de ouvir o seu.
E a espera continua, alimentando os temores cada vez mais.
Não é para menos, carregamos o estigma da palavra (quase sempre impronunciável) da doença que assola o nosso século: o câncer.
O diagnóstico de câncer sempre vem associado à morte, perda de órgãos, perda de cabelos com a quimioterapia, queimaduras na pele na radioterapia, sofrimento, dor, perda de amigos, de companheiros, de trabalho, hospital, cirurgias, perda de peso, até o encontro inevitável da morte indesejável.
É bem verdade que este fato ainda ocorre, com muito menos frequência do que há poucos anos atrás, mas no momento em que se ouve o diagnóstico, estes “fantasmas” nos invadem sem nos pedir licença.
Mas ainda estamos na sala de espera.
Esta cena é muito comum em clínicas e hospitais oncológicos, todos já vimos ou até mesmo já vivemos cenas como esta.
Quando pensamos em termos psicossomáticos, entendemos que neste momento de espera, em sala aguardando um “veredicto”, existe com certeza um paciente.
Independente de diagnóstico ou terapêutica, estamos diante do paciente psicossomático onde a doença pode ou não existir concretamente (mas é real para o paciente), porém o quadro emocional já está sem dúvida caracterizado.
Diante da expectativa da consulta, já se concretizou um perfil psicossomático, esses pacientes estão vivendo sintomas tais como: insônia, distúrbios alimentares, ansiedade, tristeza, irritabilidade, angústia, depressão, medo, apatia, distúrbios gastrointestinais, dores locais, enxaquecas, stress etc. É inegável, o paciente está doente e sente-se desta forma. Além disso, um sentimento de vergonha (devido ao estigma) envolve a baixa auto-estima, assim percebemos que os olhares são evitados numa sala de espera, as pessoas buscam sentar-se nos locais mais distantes uns dos outros e em geral evitam conversas até para não se tocar no assunto. Às vezes, inquietas dirigem-se à secretária, perguntando sobre a demora, ou sobre quantas pessoas têm na sua frente; retornando ao seu lugar. Outras impacientes reclamam do atraso do horário e descarregam parte da ansiedade e irritação nas secretárias, sem que haja possibilidade de se alterar a espera.
O clima fica tenso e constrangedor, mas quem poderia esperar outra coisa diante dessa situação?
A espera é um dos momentos mais difíceis para o paciente, inclusive para seu acompanhante e familiares. É o momento de “suspensão” onde não há um caminho para dar vazão às emoções. Não há direção para se preparar, todas as possibilidades são viáveis e o paciente imagina tudo o que pode acontecer, mas não pode agir.
Depois de muito tempo de espera, às vezes horas, o encontro tão esperado e indesejável com o médico acontece e então a temida palavra câncer é pronunciada. O mundo do paciente desaba em questão de segundos! Morte? Dor? Perda dos cabelos? Perda do emprego? Como fica a família? Enfim, uma avalanche de imagens, medos e cenas desaba sobre a pessoa.
As reações da pós-consulta são as mais diversas. Há pessoas que se entristecem e tentam controlar o choro; existem aquelas que não conseguem controlar as lágrimas e deixam a tristeza transparecer; as que negam o diagnóstico, nem chegam a ouvi-lo e buscam um médico “mais competente”; há também os que deixam a raiva se aflorar, demostrando a frustração e a decepção por terem sido surpreendidos pelo inimigo.
Reações naturais de quem vive um momento decisivo em sua vida.
Após a consulta, com o veredicto, encontra-se a “porta de saída” das emoções: pode-se comemorar a vitória de um tratamento, de uma cirurgia, uma biópsia negativa; ou se iniciam os preparativos para uma cirurgia, quimioterapia, radioterapia; mas enfim a angústia cessa.
Agora se tem um caminho de alívio ou de vazão das emoções, mas a espera chegou ao fim!
Normalmente esses pacientes vivem essas emoções de forma solitária, sem apoio, fragilizados, tentando demonstrar força, naturalidade, disfarçando até para si próprios o momento que enfrentam, tanto na pré como na pós consulta.
O câncer, nesse momento, só é percebido nos exames, como um nódulo, ou um sintoma, muitas vezes não há dor física, mas sempre há uma enorme dor psíquica no nosso paciente psicossomático. E é essa dor psíquica que deve ser tratada nesse momento.
http://www.silviaivancko.com.br/service2.aspx
(do livro: "Atualidades em Psicologia da Saúde"-
Ed. Thomson- 2004-SP)
autoria: Silvia Ivancko
Estamos na sala de espera de uma Clínica Oncológica.
Podemos observar rostos sombrios, preocupados, tensos, ansiosos, sérios, com medo e tristes. São estas as expressões dos pacientes que aguardam por uma consulta, um diagnóstico, e muitas vezes a revelação do futuro que o aguarda. No silêncio, olham em direção à televisão como se estivessem interessados em qualquer coisa que ela pudesse trazer, qualquer coisa que tirasse de dentro deles as fantasias tristes que os trazem àquela clínica. Podemos ouvir seus pensamentos:
Será que estou com câncer? Será o fim de tudo?
A cirurgia vai dar certo? Será que vou retirar os pontos? E o dreno? Terei que fazer novos exames? Será que estou curado? E se tiver uma recidiva? Metástase? Por que a quimioterapia? Terei que fazer radioterapia?
Vou me curar? E se não der certo? Que medo!
Segurando firme nas mãos os envelopes de exames quase sempre indecifráveis, algumas vezes acompanhados por pessoas próximas, outras vezes sozinhos por não haver “pessoa próxima” ou por julgar ser esta uma tarefa solitária.
Os minutos são intermináveis...
A cada nome pronunciado há a expectativa de ouvir o seu.
E a espera continua, alimentando os temores cada vez mais.
Não é para menos, carregamos o estigma da palavra (quase sempre impronunciável) da doença que assola o nosso século: o câncer.
O diagnóstico de câncer sempre vem associado à morte, perda de órgãos, perda de cabelos com a quimioterapia, queimaduras na pele na radioterapia, sofrimento, dor, perda de amigos, de companheiros, de trabalho, hospital, cirurgias, perda de peso, até o encontro inevitável da morte indesejável.
É bem verdade que este fato ainda ocorre, com muito menos frequência do que há poucos anos atrás, mas no momento em que se ouve o diagnóstico, estes “fantasmas” nos invadem sem nos pedir licença.
Mas ainda estamos na sala de espera.
Esta cena é muito comum em clínicas e hospitais oncológicos, todos já vimos ou até mesmo já vivemos cenas como esta.
Quando pensamos em termos psicossomáticos, entendemos que neste momento de espera, em sala aguardando um “veredicto”, existe com certeza um paciente.
Independente de diagnóstico ou terapêutica, estamos diante do paciente psicossomático onde a doença pode ou não existir concretamente (mas é real para o paciente), porém o quadro emocional já está sem dúvida caracterizado.
Diante da expectativa da consulta, já se concretizou um perfil psicossomático, esses pacientes estão vivendo sintomas tais como: insônia, distúrbios alimentares, ansiedade, tristeza, irritabilidade, angústia, depressão, medo, apatia, distúrbios gastrointestinais, dores locais, enxaquecas, stress etc. É inegável, o paciente está doente e sente-se desta forma. Além disso, um sentimento de vergonha (devido ao estigma) envolve a baixa auto-estima, assim percebemos que os olhares são evitados numa sala de espera, as pessoas buscam sentar-se nos locais mais distantes uns dos outros e em geral evitam conversas até para não se tocar no assunto. Às vezes, inquietas dirigem-se à secretária, perguntando sobre a demora, ou sobre quantas pessoas têm na sua frente; retornando ao seu lugar. Outras impacientes reclamam do atraso do horário e descarregam parte da ansiedade e irritação nas secretárias, sem que haja possibilidade de se alterar a espera.
O clima fica tenso e constrangedor, mas quem poderia esperar outra coisa diante dessa situação?
A espera é um dos momentos mais difíceis para o paciente, inclusive para seu acompanhante e familiares. É o momento de “suspensão” onde não há um caminho para dar vazão às emoções. Não há direção para se preparar, todas as possibilidades são viáveis e o paciente imagina tudo o que pode acontecer, mas não pode agir.
Depois de muito tempo de espera, às vezes horas, o encontro tão esperado e indesejável com o médico acontece e então a temida palavra câncer é pronunciada. O mundo do paciente desaba em questão de segundos! Morte? Dor? Perda dos cabelos? Perda do emprego? Como fica a família? Enfim, uma avalanche de imagens, medos e cenas desaba sobre a pessoa.
As reações da pós-consulta são as mais diversas. Há pessoas que se entristecem e tentam controlar o choro; existem aquelas que não conseguem controlar as lágrimas e deixam a tristeza transparecer; as que negam o diagnóstico, nem chegam a ouvi-lo e buscam um médico “mais competente”; há também os que deixam a raiva se aflorar, demostrando a frustração e a decepção por terem sido surpreendidos pelo inimigo.
Reações naturais de quem vive um momento decisivo em sua vida.
Após a consulta, com o veredicto, encontra-se a “porta de saída” das emoções: pode-se comemorar a vitória de um tratamento, de uma cirurgia, uma biópsia negativa; ou se iniciam os preparativos para uma cirurgia, quimioterapia, radioterapia; mas enfim a angústia cessa.
Agora se tem um caminho de alívio ou de vazão das emoções, mas a espera chegou ao fim!
Normalmente esses pacientes vivem essas emoções de forma solitária, sem apoio, fragilizados, tentando demonstrar força, naturalidade, disfarçando até para si próprios o momento que enfrentam, tanto na pré como na pós consulta.
O câncer, nesse momento, só é percebido nos exames, como um nódulo, ou um sintoma, muitas vezes não há dor física, mas sempre há uma enorme dor psíquica no nosso paciente psicossomático. E é essa dor psíquica que deve ser tratada nesse momento.
http://www.silviaivancko.com.br/service2.aspx
Gastrite: Como Tratar e Prevenir?
Antes de mais nada, é importante saber que a gastrite é uma inflamação, e que pode aparecer de 2 formas:
Gastrite aguda: geralmente é causada pelo estresse, pois nesta situação o corpo aumenta a produção de adrenalina e, consequentemente, de ácido clorídrico, que em excesso agrede a parede do estômago.
Gastrite crônica: pode ser provocada pelo consumo frequente de álcool, pelo uso prolongado de medicamentos antiinflamátorios (tipo ácido acetilsalicílico, por exemplo), ou mesmo pela presença da bactéria Helicobacter pylori, que costuma se instalar em ambientes ácidos como o estômago (principalmente quando a alimentação não anda muito bem). Esta bactéria é transmitida através da saliva, de alimentos crus, e pode causar até mesmo úlcera.
Agora fique de olho nas dicas para ajudar a tratar e a prevenir a gastrite:
NO MOMENTO DA DOR ("AZIA"), tenha sempre uma fatia de pão integral. Ele ajuda a absorver o excesso de ácido clorídrico do estômago;
BANANA, DAMASCO, FIGO E NOZES SÃO MUITO BEM-VINDOS (desde que você mastigue bem e devagar). Eles são ricos em potássio, que contribui para a renovação das células da mucosa do estômago e do intestino;
DEIXE AS GORDURAS "RUINS" LONGE DO PRATO. Excesso de gorduras aumenta a produção de ácido clorídrico no estômago (já que "dá mais trabalho" para a digestão acontecer). Evite frituras, leites e derivados integrais, carnes gordas, maionese, doces gordurosos, etc;
MELHOR EVITAR TAMBÉM: bebidas alcoólicas, refrigerantes, molhos para tempero artificiais, produtos embutidos (como presunto, salame, peito de peru etc) e alimentos enlatados/em conserva. Se a gastrite já se instalou no seu estômago, o cuidado precisa ser um pouco maior; evite também: vinagre, limão, pimentão, café, chá mate e chá verde;
NÃO FIQUE EM JEJUM por mais de 3 horas seguidas;
INTEGRAIS NO LUGAR DOS REFINADOS: A MELHOR ESCOLHA. Produtos refinados como pão branco, biscoitos recheados ou não (como os de água e sal, de maizena etc), macarrão feito com farinha branca e outros fermentam no estômago, aumentando a dor e a distensão na região da barriga;
CIGARRO, BEBIDAS ALCOÓLICAS E MUITO ESTRESSE são um prato cheio para a gastrite se instalar. Fique longe deles;
SE FARTE COM OS BENEFÍCIOS DO CHÁ DE CAMOMILA, DE ESPINHEIRA SANTA E DE GENGIBRE;
COUVE: FOLHINHA PRECIOSA. A couve é rica em inositol que age como antiinflamatório. Por isso ela vai muito bem, não só em saladas, mas em sucos no café da manhã;
NÃO CAIA NO CONTO DO COPO DE LEITE PARA AMENIZAR A DOR DE ESTÔMAGO, pois ele pode até dar uma falsa impressão de alívio no início, mas por ter proteínas difíceis de serem digeridas, o leite aumenta a produção de ácido clorídrico e piora o problema a longo prazo.
http://www.maeterra.com.br/
Gastrite aguda: geralmente é causada pelo estresse, pois nesta situação o corpo aumenta a produção de adrenalina e, consequentemente, de ácido clorídrico, que em excesso agrede a parede do estômago.
Gastrite crônica: pode ser provocada pelo consumo frequente de álcool, pelo uso prolongado de medicamentos antiinflamátorios (tipo ácido acetilsalicílico, por exemplo), ou mesmo pela presença da bactéria Helicobacter pylori, que costuma se instalar em ambientes ácidos como o estômago (principalmente quando a alimentação não anda muito bem). Esta bactéria é transmitida através da saliva, de alimentos crus, e pode causar até mesmo úlcera.
Agora fique de olho nas dicas para ajudar a tratar e a prevenir a gastrite:
NO MOMENTO DA DOR ("AZIA"), tenha sempre uma fatia de pão integral. Ele ajuda a absorver o excesso de ácido clorídrico do estômago;
BANANA, DAMASCO, FIGO E NOZES SÃO MUITO BEM-VINDOS (desde que você mastigue bem e devagar). Eles são ricos em potássio, que contribui para a renovação das células da mucosa do estômago e do intestino;
DEIXE AS GORDURAS "RUINS" LONGE DO PRATO. Excesso de gorduras aumenta a produção de ácido clorídrico no estômago (já que "dá mais trabalho" para a digestão acontecer). Evite frituras, leites e derivados integrais, carnes gordas, maionese, doces gordurosos, etc;
MELHOR EVITAR TAMBÉM: bebidas alcoólicas, refrigerantes, molhos para tempero artificiais, produtos embutidos (como presunto, salame, peito de peru etc) e alimentos enlatados/em conserva. Se a gastrite já se instalou no seu estômago, o cuidado precisa ser um pouco maior; evite também: vinagre, limão, pimentão, café, chá mate e chá verde;
NÃO FIQUE EM JEJUM por mais de 3 horas seguidas;
INTEGRAIS NO LUGAR DOS REFINADOS: A MELHOR ESCOLHA. Produtos refinados como pão branco, biscoitos recheados ou não (como os de água e sal, de maizena etc), macarrão feito com farinha branca e outros fermentam no estômago, aumentando a dor e a distensão na região da barriga;
CIGARRO, BEBIDAS ALCOÓLICAS E MUITO ESTRESSE são um prato cheio para a gastrite se instalar. Fique longe deles;
SE FARTE COM OS BENEFÍCIOS DO CHÁ DE CAMOMILA, DE ESPINHEIRA SANTA E DE GENGIBRE;
COUVE: FOLHINHA PRECIOSA. A couve é rica em inositol que age como antiinflamatório. Por isso ela vai muito bem, não só em saladas, mas em sucos no café da manhã;
NÃO CAIA NO CONTO DO COPO DE LEITE PARA AMENIZAR A DOR DE ESTÔMAGO, pois ele pode até dar uma falsa impressão de alívio no início, mas por ter proteínas difíceis de serem digeridas, o leite aumenta a produção de ácido clorídrico e piora o problema a longo prazo.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
ARMAS NATURAIS ANTICÂNCER
ABUSE DOS NATURAIS – são eles que trazem a maior parte dos antioxidantes que melhoram as nossas defesas, e ainda bloqueiam o crescimento dos tumores. Além disso, produtos artificiais (cheios de corantes, conservantes e aromas artificiais, como balas, chicletes, salgadinhos convencionais etc) aumentam muito o risco de câncer de mama e próstata, por exemplo. Prefira grãos integrais (como arroz integral, feijão, lentilha e soja), frutas, verduras e legumes (bem coloridos);
COUVE: A VERDURA DO BEM – e pode incluir espinafre, alface, escarola e acelga nesse grupo. Eles têm ácido fólico e carotenóides, que são nutrientes poderosos na hora de nos proteger do câncer de boca, pulmão e pele. Outra boa notícia é que eles também ajudam a melhorar o humor e a depressão;
MAIS FIBRAS NO PRATO – é assim que o intestino funciona melhor e elimina muitas toxinas que poderiam ser gatilho para um câncer de intestino e de estômago. Frutas com casca, linhaça e aveia são ótimas fontes;
SINAL VERMELHO LIBERADO! Alimentos de cor vermelha como morango, amora, goiaba, melancia, romã e tomate, são ricos em ácido elágico e licopeno que ajudam a prevenir tumores na próstata, além de neutralizar os radicais livres;
MANERE NO SAL – doses exageradas dele podem inflamar a parede do estômago e favorecer o aparecimento do câncer nessa região. Isso sem contar com os famosos problemas que o excesso de sódio pode causar: hipertensão, problemas de coração, e por aí vai... Prefira temperos naturais como gersal, azeite extra-virgem, alho, cebola, salsa etc;
FRITAR PRA QUÊ? Por essa você não esperava: as frituras aumentam a chance
câncer de estômago aparecer. Por isso, em casa ou na rua, passe longe delas. Prefira alimentos cozidos ou assados, por exemplo;
REFRESQUE-SE – a água ajuda a mandar embora do nosso corpo as toxinas que podem causar o câncer de bexiga. Mais um motivo pra não se esquecer dos 2 litros diários de água;
DIGA “NÃO” AO CIGARRO, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS – é gigantesca a lista dos problemas que eles podem causar: câncer de pulmão, bexiga, rim, pâncreas, útero.... Não caia nessa;
SOL NA MEDIDA CERTA – os raios ultravioleta do sol são os grandes vilões da pele. Sempre que sair ao sol, use filtro solar e não se esqueça do chapéu, do guarda-sol e dos óculos escuros. Ah, e lembre-se de evitá-lo entre 10 e 16 horas;
NADA DE FICAR PARADO – já está mais do que provado que a atividade física protege o corpo e diminui as chances do câncer de cólon e de mama aparecer, além de fazer a gente se sentir muito bem! Só não se esqueça de procurar a orientação de um profissional.
http://www.maeterra.com.br/site/index.php?mact=News,cntnt01,detail,0&cntnt01articleid=226&cntnt01returnid=60
COUVE: A VERDURA DO BEM – e pode incluir espinafre, alface, escarola e acelga nesse grupo. Eles têm ácido fólico e carotenóides, que são nutrientes poderosos na hora de nos proteger do câncer de boca, pulmão e pele. Outra boa notícia é que eles também ajudam a melhorar o humor e a depressão;
MAIS FIBRAS NO PRATO – é assim que o intestino funciona melhor e elimina muitas toxinas que poderiam ser gatilho para um câncer de intestino e de estômago. Frutas com casca, linhaça e aveia são ótimas fontes;
SINAL VERMELHO LIBERADO! Alimentos de cor vermelha como morango, amora, goiaba, melancia, romã e tomate, são ricos em ácido elágico e licopeno que ajudam a prevenir tumores na próstata, além de neutralizar os radicais livres;
MANERE NO SAL – doses exageradas dele podem inflamar a parede do estômago e favorecer o aparecimento do câncer nessa região. Isso sem contar com os famosos problemas que o excesso de sódio pode causar: hipertensão, problemas de coração, e por aí vai... Prefira temperos naturais como gersal, azeite extra-virgem, alho, cebola, salsa etc;
FRITAR PRA QUÊ? Por essa você não esperava: as frituras aumentam a chance
câncer de estômago aparecer. Por isso, em casa ou na rua, passe longe delas. Prefira alimentos cozidos ou assados, por exemplo;
REFRESQUE-SE – a água ajuda a mandar embora do nosso corpo as toxinas que podem causar o câncer de bexiga. Mais um motivo pra não se esquecer dos 2 litros diários de água;
DIGA “NÃO” AO CIGARRO, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS – é gigantesca a lista dos problemas que eles podem causar: câncer de pulmão, bexiga, rim, pâncreas, útero.... Não caia nessa;
SOL NA MEDIDA CERTA – os raios ultravioleta do sol são os grandes vilões da pele. Sempre que sair ao sol, use filtro solar e não se esqueça do chapéu, do guarda-sol e dos óculos escuros. Ah, e lembre-se de evitá-lo entre 10 e 16 horas;
NADA DE FICAR PARADO – já está mais do que provado que a atividade física protege o corpo e diminui as chances do câncer de cólon e de mama aparecer, além de fazer a gente se sentir muito bem! Só não se esqueça de procurar a orientação de um profissional.
http://www.maeterra.com.br/site/index.php?mact=News,cntnt01,detail,0&cntnt01articleid=226&cntnt01returnid=60
PERUCAS DURANTE A QUIMIOTERAPIA
Algumas pessoas preferem usar lenços, bonés, chapéus ou raspam os cabelos antes mesmo de eles começarem a cair. Há quem prefira usar peruca. No caso das perucas, é importante saber quando e como escolhê-las.
As perucas podem ser feitas de cabelo humano ou de material sintético. Ambas podem ser utilizadas pelo paciente com câncer. As perucas podem ser feitas sob medida ou compradas prontas. As perucas sintéticas são feitas com fios de diferentes materiais e as que mais se aproximam do cabelo natural são as de PVC e de modacrílica.
O que vai determinar a escolha de uma peruca é a possibilidade ou não de dispensar alguns cuidados com a mesma. As perucas sintéticas são mais fáceis de serem cuidadas porque mantêm a forma após serem lavadas. O secador de cabelo usado diretamente sobre a peruca sintética irá danificá-la. Portanto nunca se deve usar secador de cabelos para peruca sintética. As perucas sintéticas devem ser escovadas após cada utilização. Se usar spray ou mousse, escolha os solúveis em água.
Por outro lado, as perucas de cabelo humano, que são bem naturais, precisam dos mesmos cuidados dispensados a qualquer cabelo, tais como o uso de secador ou chapinha e é necessário fazer um novo penteado a cada lavagem. Você poderá usar sprays e mousses. Portanto, no momento de optar por um tipo de peruca, analise se haverá tempo e disposição para todos esses cuidados.
Há perucas que são coladas no couro cabeludo e outras que são vestidas. Estas últimas podem ou não usar uma fita adesiva hipoalergênica que deverá ser trocada diariamente. Já as perucas coladas no couro cabeludo ficam presas por 20 ou 30 dias. São perucas confeccionadas em base de silicone ou de monofilamentos e em sua circunferência são colocadas fitas adesivas dupla-face ou adesivo líquido.
Antes de se decidir por uma peruca, pense no trabalho que cada uma vai dar e naquela que fará com que você se goste mais. Experimente algumas perucas de materiais e estilos diferentes e sinta com qual você se adapta melhor. Balance a cabeça, olhe-se no espelho, fique um tempo com cada uma, antes de fazer a opção. Há pessoas que resolvem mudar completamente o estilo das perucas, aproveitam para brincar com as cores e adotam uma mudança radical do visual. Outras preferem manter o estilo que mais se assemelha ao seu cabelo natural.
http://www.oncoguia.com.br/
QUEDA DE CABELO NA QUIMIOTRERAPIA
Alguns tipos de quimioterapia danificam as células responsáveis pelo crescimento do cabelo. A queda frequentemente começa 2 ou 3 semanas após o inicio da quimioterapia e pode ocorrer pouco a pouco ou em mechas e a queda de todo o cabelo pode levar mais ou menos uma semana. A alopecia ou queda de cabelo pode acontecer em uma parte ou em todo o cabelo, além de qualquer parte do corpo como rosto, braços, pernas, região axilar e região pubiana.
Quase sempre o cabelo volta a crescer de 2 a 3 meses após o término da quimioterapia, e pode acontecer do cabelo crescer um pouco diferente de como era antes, por exemplo, ser mais fino se antes era grosso, ou enrolado se era liso, ou de cor mais escuro ou mais claro.
Orientações:
Antes de iniciar a quimioterapia converse com seu médico sobre os efeitos colaterais que você pode enfrentar. Algumas orientações podem lhe ajudar:
•Corte seu cabelo (aos poucos ou tudo de uma vez). Isso lhe dará uma sensação maior de controle sobre a queda do cabelo e faz com que seja mais fácil manejar a perda de cabelo.
•Se preferir usar peruca, compre-a quando ainda tiver cabelos. Escolha uma que tenha um tom de cor parecido com o seu, que seja confortável e não machuque o seu couro cabeludo.
•Tome cuidado ao lavar a cabeça, use um shampoo suave, enxugue a cabeça com uma toalha macia e com movimentos suaves, não esfregue.
•Não utilize artigos ou produtos que possam machucar o seu couro cabeludo como chapinhas, secador elétrico, tinturas para cabelo ou produtos para fazer permanente.
Depois da queda do cabelo recomenda-se que você:
•Proteja a sua cabeça, especialmente o couro cabeludo que pode estar sensível, usando chapéu, turbante ou um lenço de cabeça.
•Não fique em ambientes com temperaturas muito baixas ou muito altas. Use sempre um bloqueador solar para proteger o couro cabeludo.
•Quando for dormir use um travesseiro com fronha de cetim, esse tipo de tecido cria menos fricção que um tecido de algodão, o que pode ser mais cômodo para dormir.
Fale sobre o que está sentindo e se estiver incomodando muito, procure ajuda psicológica. Muitas pessoas ficam chateadas, deprimidas ou envergonhadas quando o cabelo cai ... isso pode variar de pessoa pra pessoa. O importante é não deixar que estes sentimentos dominem a sua vida e algumas vezes conversar com um familiar, seu médico, um amigo ou até alguém que já teve a experiência poderão ajudar-lhe a enfrentar melhor este efeito colateral.
Lembre-se: o seu cabelo voltará a crescer
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