terça-feira, 23 de abril de 2013

TANGERINA

Flor de tangerinaTangerina vira flor...
Essa fruta é um amor,
rica em vitaminas,
tem fibras
e pode decorar pratos!

Queimaduras de sol na infância podem contribuir para câncer de pele


Mais da metade das pessoas com pintas cancerosas ou com risco de desenvolver câncer de pele já tiveram queimaduras causadas pelo sol, de acordo com pesquisa da The MOLE Clinic. As informações são do site Female First.

Nos últimos 12 meses, a clínica de Londres coletou mais de 10 mil pintas, número que é recorde nos 10 anos de atividade da empresa. Das 10.294  pintas recolhidas, 3.229, ou 31% delas, foram diagnosticadas com câncer de pele ou com o risco de desenvolver a doença e exigiram tratamento. Deste grupo, 1.755 pessoas, ou 54%, reportaram ter sofrido queimaduras de sol ou ter passado muito tempo tomando sol.

"Esses casos são lembretes da necessidade de ensinar as pessoas sobre os perigos das queimaduras de sol e desencorajá-las a ficar muito tempo debaixo do sol", disse Sarah Hill, especialista do The MOLE Clinic.

"Muitas pessoas com câncer de pele nos contam sobre queimaduras do sol durante a infância ou adolescência. Por isso, as pessoas com história de queimaduras do sol ou de passar muito tempo debaixo dele precisam prestar atenção em suas pintas e procurar um especialista", reforçou.

Fonte: Terra  in www.oncoguia.org.br


Consumo diário de óleo de peixe reduz risco de câncer de pele


Quem abusa do sol sem dar a devida importância aos riscos causados pela exposição excessiva e desprotegida aos raios ultravioleta tem agora uma ótima notícia. Isso porque um recente estudo realizado por cientistas da Universidade de Manchester, no Reino Unido, descobriu que é possível reduzir pela metade as chances do desenvolvimento do câncer de pele de uma maneira simples, rápida e saborosa.   

De acordo com os pesquisadores, o consumo diário do óleo encontrado na carne branca do animal é rico em ômega-3, substância que oferece à cútis um efeito protetor, responsável por impulsionar o sistema imunológico e aumentar a capacidade do corpo de combater doenças e infecções na derme. 

"A presença desse ativo é ótima para prevenir o câncer e ainda ajuda na luta contra doenças cardiovasculares e intestinais, além de atuar no controle da diabetes, depressão e síndrome metabólica”, afirma Joyce Rouvier, nutricionista do Zahra Spa & Estética, de São Paulo. O extrato retirado da carne do peixe também apresenta propriedades anti-inflamatórias bastante benéficas à saúde do tecido cutâneo.

Por isso, a melhor maneira de desfrutar da ação protetora do ômega-3 é consumir o alimento pelo menos duas ou três vezes na semana. O ideal é chegar a um consumo equivalente a 350 gramas no período - quantidade mínima para quem não é muito chegado ao prato. 

Escolha dos peixes
 
Apesar de todos os benefícios da carne branca para a saúde, ela exige alguns cuidados especiais por parte do consumidor. Na hora de selecioná-la e prepará-la em casa, vale a pena atentar-se para a sua consistência (averiguar se está firme à pressão dos dedos), fator que determina se o alimento está apto a ser degustado. 

Além disso, é fundamental ficar de olho nos tipos de peixe. Os de água fria, como sardinha, arenque, salmão, truta, bacalhau e linguado, são ótimas opções para quem deseja se proteger do câncer de pele. "A melhor escolha é consumi-los frescos, já que, desta forma, possuem maior concentração de nutrientes”, indica Gabriel Cairo Nunes, nutricionista da Clínica Healthme, de São Paulo. "Atum e sardinhas enlatados também valem, contanto que sejam conservados em água”, complementa o especialista.  

Cápsulas que contenham ômega-3, geralmente vendidas em lojas de suplementos alimentares e produtos naturais, também podem ser boas pedidas para as pessoas não têm tempo de preparar grandes pratos no dia a dia. Porém, o consumo do óleo por meio da alimentação funciona melhor como uma forma de prevenção dos males da cútis, seja assado, grelhado, cozido ou ensopado.    

Exposição ao sol com parcimônia

A pesquisa realizada em Manchester comprovou que, apesar de o óleo de peixe agir a favor da imunidade da pele, o ômega-3 funciona bem melhor no organismo de quem se expõe menos aos raios solares. Na pesquisa, os voluntários que ficaram expostos ao sol de oito a 15 minutos obtiveram resultados superiores em relação àqueles que permaneceram expostos por cerca de meia hora ou mais. 

A experiência provou também que o bom e velho filtro solar não deve ser substituído pelo consumo da substância, mas sim, funcionar como um complemento na prevenção do câncer. 

Fonte: Terra in www.oncoguia.org.br


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Como ter uma Vida Saudável


Para a maioria das pessoas, o estresse é algo comum no dia a dia. Pesquisas recentes indicam que o estresse também pode estar relacionado com o sobrepeso. Pior ainda, o estresse pode contribuir para o sobrepeso. O corpo responde ao estresse psicológico ou físico da mesma forma.

Se você está preocupado especificamente com algo, seu cérebro processa a preocupação excessiva e envia uma mensagem para as glândulas pituitária e adrenal, que respondem liberando uma inundação de adrenalina e cortisol, gerando o estresse. Sua frequência cardíaca acelera, fornecendo quantidades extras de sangue aos músculos. Em seguida, seu corpo libera glicose e ácidos graxos em maior quantidade, para fornecer mais combustível. O resultado: fome, muita fome.

Se você tem altos níveis de cortisol, tende a comer alimentos doces ou salgados que forneçam uma fonte rápida de energia e glicose. Lanches como esses, estimulam o cérebro a liberar substâncias químicas de prazer que reduzem a tensão. E acabam sendo com o tempo viciantes.

Dicas para vencer o estresse e melhorar sua saúde

  • Desvie do café

Na próxima vez que você estiver sobre pressão, escolha café descafeinado. Quando você combina estresse com cafeína, o nível de cortisol aumenta, fazendo com que a sua fome aumente.

  • Vá devagar nas refeições

As pessoas tendem a comer mais rápido quando estão sob estresse. Como há um atraso de resposta de 20 minutos antes que o cérebro perceba que uma pessoa está satisfeita, se você estiver comendo mais rápido, poderá acabar comendo demais.

Pode parecer irônico, mas as pesquisas mostram que as pessoas que vivem em dieta constante, acabam tendo seus níveis de cortisol aumentado em até 18%. Privar o organismo de comida é realmente um fator de estresse, e pode, inclusive, criar picos nos níveis de cortisol. Resumindo: estresse e mais fome.

Quando o cérebro é privado de açúcar, seu principal combustível, seu autocontrole despenca e sua força de vontade não tem a menor chance. A única maneira de contornar isso é parar de fazer dietas rígidas. Para estabilizar seus níveis de açúcar no sangue, tente fazer 3 refeições saudáveis por dia, com 2 lanches espaçados entre eles. Isso mantém a fome sob controle e alivia o estresse, abrindo caminho para você perder os quilos extras.

  • Exercite-se!

Isso mesmo faça algumas flexões. Exercitar os músculos é um calmante instantâneo. O exercício físico faz o sangue circular mais rapidamente, libera endorfina e diminui a ansiedade.

  • Descanse

A maneira mais eficaz de reduzir o estresse é fechar os olhos. Seu corpo percebe a privação de sono como algo extremamente estressante. Boas noites de sono ajudam a reestabelecer o equilíbrio, diminuir o estresse, comer menos e se sentir muito melhor.

  • Reforce o café da manhã

As deficiências em vitaminas do complexo B, vitamina C, cálcio e magnésio podem acabar forçando o seu organismo, como consequência, os níveis de cortisol e os desejos por comida acabam aumentando. A solução mais eficaz seria comer um café da manhã reforçado, rico nesses nutrientes. Uma laranja ou uma porção de morangos para fornecer vitamina C, iogurte, que fornece cálcio e magnésio e umas torradas integrais, ricas em vitaminas do complexo B.

Fonte: www.oncoguia.org.br

quinta-feira, 18 de abril de 2013

MEDICAMENTOS GRATUITOS


Quem tem direito ao acesso gratuito a medicamentos?
A Constituição Federal conferiu ao Estado, por intermédio do Sistema Único de Saúde, o dever de garantir,a todos, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, o direito à saúde de forma integral e igualitária, incluindo a assistência farmacêutica.
Existe uma lista de medicamentos que são cobertos pelo SUS?
Via de regra, o paciente somente terá acesso aos medicamentos previamente incorporados ao SUS, o que é feito mediante avaliação de órgãos técnicos especializados, que levam em conta as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança dos medicamentos, bem como a avaliação econômica comparativa dos benefícios e dos custos em relação aos produtos já incorporados. Esse mecanismo é importante para que os gestores do SUS possam melhor planejar as políticas públicas de saúde, alocando adequadamente os recursos financeiros disponíveis para tanto.
Como eu posso saber quais medicamentos estão disponíveis no SUS?
O Ministério da Saúde publica no seu Portal na Internet todos os medicamentos incorporados ao SUS, bem como os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas criados para orientar o diagnóstico e o tratamento de determinadas doenças. Estados e Municípios podem complementar essa relação com outros itens. Também é possível obter essa informação no próprio estabelecimento de saúde, os quais, em muitos casos, são os responsáveis pela padronização, aquisição e distribuição dos medicamentos.
É possível ter acesso gratuito a medicamentos não incorporados ou não previstos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do SUS?
Existe muita controvérsia sobre essa questão. Embora as políticas públicas de saúde implementadas pelo SUS devam ser prestigiadas, muitos especialistas e membros do poder judiciário entendem que os gestores do SUS devem analisar caso a caso, e, constatando que os medicamentos incorporados não se mostram clinicamente adequados a determinado paciente, oferecer a ele outros meios existentes no mercado, independentemente da sua prévia incorporação ao SUS, até porque nem sempre o processo de incorporação acompanha a velocidade do avanço da medicina. É importante, porém, que o produto tenha sido registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão competente para avaliar a eficácia, segurança e qualidade do produto, salvo em situações excepcionalíssimas.
O que o paciente poderá fazer caso encontre dificuldades para ter acesso a medicamentos?
Não raras vezes, o paciente se depara com a informação de que determinados medicamentos estão em falta na rede pública. Podem ocorrer também situações especiais em que os medicamentos prescritos não tenham sido incorporados ao SUS. Essas hipóteses podem significar falha ou ineficácia na gestão do SUS, legitimando o paciente a pleitear o acesso a esses bens aos órgãos administrativos de controle ou, como alternativa extrema, recorrer à Justiça.
Como pleitear o acesso gratuito a medicamentos por meio dos órgãos administrativos de controle quando o atendimento do SUS não se mostrar adequado ou resolutivo?
Havendo tempo hábil, recomendamos que o paciente, primeiramente, protocole requerimento escrito na Secretaria da Saúde (do Estado ou do Município), solicitando, com base em relatório médico, os medicamentos dos quais necessita, conforme modelo abaixo. Alguns Estados (a exemplo de São Paulo -clique aqui) e Municípios disponibilizam aos pacientes um formulários próprio para solicitação de medicamentos.
Se mesmo assim o paciente encontrar dificuldades no acesso aos medicamentos, poderá apresentar reclamação às ouvidorias do SUS (locais, regionais ou nacional). A ouvidoria do Ministério da Saúde, por exemplo, tem competência para acionar os órgãos competentes para a correção de problemas identificados.
Além das ouvidorias do SUS, o usuário poderá contar com o auxílio assistentes sociais no próprio estabelecimento em que está sendo atendido. Esses profissionais, muitas vezes, são a chave para a solução de problemas, principalmente nos casos de má comunicação ou desconhecimento dos mecanismos de controle.
Quando recorrer à Justiça?
A Justiça deve ser vista como última trincheira no acesso aos medicamentos. A tentativa de solução extrajudicial pode, em muitos casos, ocorrer de maneira mais rápida e barata que a escolha da via judicial, representando maior benefício para o paciente e para o sistema. Recomendamos que o paciente recorra a Justiça apenas quando todas as alternativas administrativas fracassarem ou quando a urgência do caso não permitir a espera pela análise dos órgãos administrativos.
Já tentei de todas as formas, mas não consegui. A quem devo procurar se houver necessidade de acionar a Justiça?
Para acionar a Justiça objetivando que esta determine a efetivação do direito à saúde, o paciente deve procurar alguns dos legitimados para promoverem a ação, podendo ser: a Defensoria Pública, o Ministério Público, a OAB (assistência judiciária gratuita) e as Faculdades de Direito conveniadas com a OAB e/ou com órgãos do Poder Judiciário (Justiça Estadual/Federal), ou o Sistema dos Juizados Especiais. Há também a possibilidade de contratar um advogado particular.
É possível ajuizar ação judicial para garantia de fornecimento de medicamentos por meio do Sistema dos Juizados Especiais?
Os Juizados Especiais da Fazenda Pública são competentes para julgar ações contra os Estados e os Municípios até o limite de 60 salários mínimos; o mesmo ocorrendo com os Juizados Especiais Federais em relação à União Federal. Entre as matérias que podem ser apreciadas por esses juizados destacam-se aquelas relacionadas ao acesso a medicamentos. O acesso aos Juizados é gratuito, e, quando o valor da causa for igual ou inferior a 20 salários mínimos, não é necessária a contratação de advogado. Confira aquia relação dos Juizados Especiais da Fazenda Pública e Juizados Especiais Federais instalados no Brasil.
Que documentos devo providenciar para acionar a Justiça?
  • RG.
  • CPF.
  • Comprovante de residência.
  • Cartão do SUS.
  • Laudos de exames que comprovem a existência da doença.
  • Relatório Médico contendo a identificação da doença, com a especificação da CID (Classificação Internacional de Doenças); descrição detalhada do tratamento recomendado, inclusive a posologia exata e o tempo de uso do medicamento; o nível de urgência da necessidade, destacando o prazo máximo de espera para o início do tratamento e as consequências do desatendimento; e, se for o caso, justificativa da ineficácia das drogas que são normalmente fornecidas na rede pública, de modo a justificar a adoção de tratamento diferenciado. Obs.: Clique aqui para ter acesso a um formulário que facilitará a análise do caso pelo juiz.
  • Prova de que o paciente procurou obter os medicamentos pelas vias administrativas ou notícia veiculada na imprensa de que o medicamento está em falta.
  • Orçamento do tratamento prescrito. Isso ajuda o Poder Judiciário a determinar, em caso de descumprimento de eventual decisão, o sequestro de verbas necessárias.
Legislação
Lei 8.080, de 19/09/1990 - Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.
Lei 8.142, de 28/12/1990 - Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde.
Portaria MS/GM nº 1.820, de 13/08/2009 - Dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde.
Recomendação CNJ nº 31, de 10/03/2010 - Recomenda aos Tribunais a adoção de medidas visando melhor subsidiar os magistrados e demais operadores do direito, para assegurar maior eficiência na solução das demandas judiciais envolvendo a assistência à saúde.
 www.oncoguia.org.br

PEQUENA GRANDE DIFERENÇA ...

Unicamp comprova ação preventiva da jabuticaba contra 2 tipos de câncer

Um estudo realizado por pesquisadores da Unicamp, em Campinas (SP), comprovou a eficácia da jabuticaba na prevenção do câncer de próstata e da leucemia. Segundo o pesquisador da Faculdade de Engenharia de Alimentos Mário Roberto Maróstica Junior, alguns compostos presentes na casca da fruta reduzem em até 50% a produção de células cancerígenas.

O professor explica que os chamados compostos fenólicos, que dão a tonalidade escura à fruta, atuam diretamente em duas etapas do desenvolvimento de células do câncer. A propriedade antioxidante da jabuticaba combate os radicais livres responsáveis pela primeira etapa da multiplicação das células.

Na segunda fase, a fruta inibe a ação de enzimas responsáveis pelo surgimento da célula cancerígena. "Com isso, a jabuticaba pode ser potente nas duas fases importantes do desenvolvimento do câncer”, explica o professor.

Outras propriedades

Outra parte da pesquisa envolveu ratos obesos, onde a farinha da casca de jabuticaba virou ração. Os resultados mostraram que o consumo diário pode ter efeito na prevenção de doenças como o diabetes tipo 2. "A casca oferecida durante 30 dias aos animais provou ser eficaz na redução de 10% de glicemia e na redução do colesterol sanguíneo”, explicar o professor.

Baseados nestas descobertas, os pesquisadores elaboraram uma receita de saúde: dez unidades de jabuticaba consumidas por dia,  com a casca, aliadas a uma alimentação saudável e prática de exercícios físicos, seriam suficientes para auxiliar na prevenção de doenças. "A mensagem desta pesquisa é alertar as pessoas sobre como uma alimentação rica em frutas pode contribuir para prevenir  doenças degenerativas”, resume o pesquisador.

Fonte: G1 in www.oncoguia.org.br