Despedida
Por mim, e por vós, e por mais aquilo
que está onde as outras coisas nunca estão,
deixo o mar bravo e o céu tranqüilo:
quero solidão.
Meu caminho é sem marcos nem paisagens.
E como o conheces? - me perguntarão.
- Por não ter palavras, por não ter imagens.
Nenhum inimigo e nenhum irmão.
Que procuras? - Tudo. Que desejas? - Nada.
Viajo sozinha com o meu coração.
Não ando perdida, mas desencontrada.
Levo o meu rumo na minha mão.
A memória voou da minha fronte.
Voou meu amor, minha imaginação...
Talvez eu morra antes do horizonte.
Memória, amor e o resto onde estarão?
Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra.
(Beijo-te, corpo meu, todo desilusão!
Estandarte triste de uma estranha guerra...)
Quero solidão.
Cecília Meireles
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
AMIGO SECRETO DO GRUPO SE TOQUE
DEZEMBRO LARANJA
Neste Dezembro Laranja, mês de prevenção e combate ao câncer da pele, a Sociedade Brasileira de Dermatologia fará ações para conscientizar a população sobre o câncer de maior incidência no ser humano.
São estimados para o Brasil, em 2016, 80.850 novos casos de câncer de pele não melanoma em homens e 94.910 em mulheres. A Organização Mundial da Saúde estima que, no ano 2030, haverá 27 milhões de casos novos de câncer e 17 milhões de mortes pela doença.
É indispensável que se use o protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas em dias comuns e a cada uma hora em caso de sudorese excessiva ou em praias e piscinas. Também é importante que se utilize proteção nos lábios.
A maioria dos casos de câncer da pele pode ser evitada com medidas simples de fotoproteção, além disso é recomendado que as pessoas se auto examinem com periodicidade (e aos seus familiares), buscando ajuda de um dermatologista em caso de suspeitas.
Fonte: ORM News
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/oms-estima-mais-de-80-mil-novos-casos-de-cancer-de-pele/8663/7/

São estimados para o Brasil, em 2016, 80.850 novos casos de câncer de pele não melanoma em homens e 94.910 em mulheres. A Organização Mundial da Saúde estima que, no ano 2030, haverá 27 milhões de casos novos de câncer e 17 milhões de mortes pela doença.
É indispensável que se use o protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas em dias comuns e a cada uma hora em caso de sudorese excessiva ou em praias e piscinas. Também é importante que se utilize proteção nos lábios.
A maioria dos casos de câncer da pele pode ser evitada com medidas simples de fotoproteção, além disso é recomendado que as pessoas se auto examinem com periodicidade (e aos seus familiares), buscando ajuda de um dermatologista em caso de suspeitas.
Fonte: ORM News
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/oms-estima-mais-de-80-mil-novos-casos-de-cancer-de-pele/8663/7/
MAMOGRAFIA COM PRÓTESES DE SILICONE
A mamografia dói?
Para realizar a mamografia é necessário comprimir moderadamente as mamas. Essa medida visa espalhar as estruturas da mama, evitando que se sobreponham e gerem imagens duvidosas e também reduz a quantidade de radiação necessária para a produção da imagem. Nem todas as mulheres sentem dor quando fazem a mamografia, mas algumas se queixam de algum tipo de desconforto provocado pela compressão da mama. Para melhorar esse desconforto sugerimos que você realize sua mamografia no período logo após a menstruação, quando as mamas já não estão tão sensíveis.
Por que não devo utilizar desodorante, talco ou creme nas mamas no dia em que for fazer a mamografia?
Porque esses produtos deixam resíduos na pele que simulam calcificações na mamografia, podendo assim atrapalhar a análise das imagens.
A radiação da mamografia pode ser prejudicial?
Desde a década de 60 os aparelhos de mamografia vêm sendo constantemente modernizados no intuito de reduzir a exposição das mamas à radiação e melhorar a qualidade da imagem. Assim, embora o exame de mamografia continue sendo desconfortável pela compressão que é utilizada sobre as mamas, aconteceram muitos avanços na obtenção das imagens mamográficas e a radiação usada atualmente é mínima. Um estudo publicado em 2011 concluiu que o risco do desenvolvimento do câncer de mama decorrente da exposição à radiação durante a mamografia é desprezível. Esse estudo concluiu que o rastreamento mamográfico evita 1.121 mortes a cada 100 mil mulheres entre 50 e 74 anos rastreadas, enquanto nesse mesmo número de mulheres seria capaz de induzir apenas um câncer pela exposição à radiação. Ou seja, os benefícios da mamografia superam, de longe, os seus riscos.
Por que é necessário guardar as mamografias anteriores para comparar com a atual?
Porque alguns tumores têm um aspecto tão discreto que só são perceptíveis quando comparamos as imagens atuais com as dos exames anteriores e observamos que houve uma pequena alteração que não existia antes.
O implante de silicone atrapalha a realização do exame?
Não. As mamografias podem ser realizadas nas pacientes com implantes, sem prejuízo para os mesmos.
No entanto é essencial que a paciente avise a técnica que vai realizar a mamografia a respeito da presença dos implantes. Isso fará com que a técnica utilize uma compressão menor nas radiografias, para evitar que ocorra ruptura do implante. Além disso, para que a avaliação do tecido mamário seja adequada, nas pacientes com implantes são realizadas as quatro incidências habituais do exame de mamografia e depois mais quatro incidências adicionais com afastamento do implante.
O implante pode romper durante a realização da mamografia?
No entanto é essencial que a paciente avise a técnica que vai realizar a mamografia a respeito da presença dos implantes. Isso fará com que a técnica utilize uma compressão menor nas radiografias, para evitar que ocorra ruptura do implante. Além disso, para que a avaliação do tecido mamário seja adequada, nas pacientes com implantes são realizadas as quatro incidências habituais do exame de mamografia e depois mais quatro incidências adicionais com afastamento do implante.
O implante pode romper durante a realização da mamografia?
Existe um risco mínimo de isso acontecer, por isso é importante sempre informar a técnica sobre a presença dos implantes antes de iniciar a mamografia, pois existem projeções especiais que diminuem a compressão do implante e proporcionam maior visualização da mama, tornando a mamografia mais segura e eficiente.
A mamografia pode apresentar falhas em seu diagnóstico?
Todos os exames de diagnóstico por imagem podem apresentar limitações. Por isso, é importante a realização da mamografia em centros médicos de referência.
A mamografia pode causar câncer de tiroide?
O risco de desenvolver tumores em outros locais decorrentes da exposição à radiação durante a mamografia é desprezível.
A dose de radiação recebida pela tiroide em um exame completo de mamografia, com quatro incidências é menor do que 1% da radiação utilizada. O risco de um câncer de tireóide induzido pelo rastreamento mamográfico anual é de 1 caso em 17 milhões de mulheres rastreadas.
A dose de radiação recebida pela tiroide em um exame completo de mamografia, com quatro incidências é menor do que 1% da radiação utilizada. O risco de um câncer de tireóide induzido pelo rastreamento mamográfico anual é de 1 caso em 17 milhões de mulheres rastreadas.
Mesmo os implantes mais modernos devem ser substituídos com 10 anos de uso?
Nenhum implante mamário de silicone tem duração ilimitada, pois como ele é composto por material sintético, acaba sofrendo um desgaste natural com o passar dos anos. Os implantes atuais têm maior resistência, e por isso têm apresentado durabilidade de 15 a 20 anos na grande maioria das pacientes. É importante a paciente com implantes de silicone realizar acompanhamento com seu cirurgião plástico, para que juntos possam avaliar o estado dos implantes e planejar a melhor época para substitui-los.
O implante pode estourar em decorrência de um impacto brusco?
Sim, há descrições de rotura de implantes após um trauma externo, como quedas de grande altura ou impacto de material em alta velocidade. Isso acontece com maior facilidade em implantes mais antigos, já com desgaste pela passagem do tempo. Os implantes que são utilizados atualmente, que têm maior coesividade do gel, e maior número de camadas de revestimento, são mais resistentes a esse tipo de trauma.
Se o implante romper há o risco de o silicone se espalhar pelo corpo?
Os implantes atuais são feitos de gel coesivo (um material de consistência semelhante a uma “gelatina bem consistente”). Se cortadas ou rompidas, o conteúdo não escorre.
As próteses podem retardar o diagnóstico do câncer de mama?
Não. Há estudos que associam a presença da prótese mamária a uma pequena redução da sensibilidade da mamografia, fazendo com que possíveis lesões detectáveis pela mamografia sejam descobertas mais tarde em relação a pacientes que não tem prótese. No entanto, estudo recente publicado no “JAMA” (Jornal da Associação Médica Americana), mostrou que esse atraso na detecção das lesões mamárias não influiu nas chances de cura e na sobrevida das pacientes com prótese. Em caso de dúvida na mamografia a paciente com prótese pode se beneficiar da correlação com exame de ultrassonografia e/ou de ressonância magnética.
Por outro lado, foi publicado um trabalho na revista Plastic and Reconstructive Surgery, onde o autor avaliou mais de 4000 mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama e comparou o grupo com prótese ao grupo sem prótese quanto a incidência, momento do diagnóstico e tamanho do tumor. O resultado observado foi que a incidência de câncer e o momento do diagnóstico foram semelhantes nos dois grupos avaliados, porém, nas pacientes com prótese observou-se que os tumores foram detectados em um tamanho menor que nas pacientes sem prótese. Os autores concluíram que a presença da prótese de silicone serviria como um anteparo no momento do autoexame e aumentaria a sensibilidade na palpação de tumores menores.
Por outro lado, foi publicado um trabalho na revista Plastic and Reconstructive Surgery, onde o autor avaliou mais de 4000 mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama e comparou o grupo com prótese ao grupo sem prótese quanto a incidência, momento do diagnóstico e tamanho do tumor. O resultado observado foi que a incidência de câncer e o momento do diagnóstico foram semelhantes nos dois grupos avaliados, porém, nas pacientes com prótese observou-se que os tumores foram detectados em um tamanho menor que nas pacientes sem prótese. Os autores concluíram que a presença da prótese de silicone serviria como um anteparo no momento do autoexame e aumentaria a sensibilidade na palpação de tumores menores.
Quem tem prótese é mais propensa a desenvolver câncer de mama?
Não. Há vários trabalhos científicos que avaliaram mulheres com e sem implante de silicone e mostraram que a incidência de câncer de mama é semelhante nos dois grupos.
Quais os exames que toda mulher que tem silicone deve fazer?
Independente da mulher possuir ou não implantes de silicone, o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas e sem história familiar de câncer de mama deve ser feito com mamografia, realizando-se uma mamografia aos 35 anos, e aí, a partir dos 40 anos, mamografias anuais. Nos casos de mulheres com risco aumentado para câncer de mama pode-se iniciar o rastreamento em uma idade mais precoce e associar a ultrassonografia e/ou ressonância magnética.
Qual exame posso fazer para avaliar a integridade do implante?
Para avaliar a integridade do implante, o exame mais indicado é a ressonância magnética. No caso de não ter acesso a esse exame pode-se utilizar a ultrassonografia,que quando realizada cuidadosamente por um profissional experiente também tem boa sensibilidade para detectar rupturas.
Fonte: http://www.mama.com.br/mamografia-com-proteses-de-silicone/
CISTOS NA MAMA
aumenta o risco do seu aparecimento no futuro. Ele é uma alteração benigna, comum nas mulheres em idade reprodutiva e geralmente não exige nenhum tipo de tratamento específico. É um achado mais raro após a menopausa em mulheres que não fazem a reposição hormonal.
O cisto consiste em um carocinho que é preenchido por líquido, semelhante a uma bexiga. Pode ter diferentes tamanhos: alguns são milimétricos e só são descobertos em exame de ultrassonografia e outros são enormes, podendo ser palpados e até visíveis, já que provocam um abaulamento no contorno da mama. É normal que durante o período pré-menstrual e durante a menstruação os cistos aumentem de tamanho, se tornando mais aparentes. Ao fim da menstruação a tendência é que eles voltem ao tamanho inicial. Para avaliar os cistos, o melhor exame é a ultrassonografia.Através da ultrassonografia podemos avaliar o conteúdo do interior do cisto: quando há somente líquido, sem nenhuma área sólida no seu interior, o cisto é chamado de “simples” e independentemente do seu tamanho, sabemos que ele é completamente benigno e não apresenta nenhuma relação com o câncer de mama. Nesses casos, o indicado é manter o acompanhamento de rotina com o seu médico, sem outras preocupações. Caso o cisto seja simples, mas muito volumoso, ou esteja inflamado, causando dor, seu médico por achar conveniente fazer uma punção com agulha fina, para esvaziá-lo, aliviando os sintomas. Há outros tipos de cistos, que apresentam áreas sólidas internas, como septos espessos ou vegetações. Eles são bem mais raros e requerem uma atenção especial, para afastar outras patologias associadas.
O cisto consiste em um carocinho que é preenchido por líquido, semelhante a uma bexiga. Pode ter diferentes tamanhos: alguns são milimétricos e só são descobertos em exame de ultrassonografia e outros são enormes, podendo ser palpados e até visíveis, já que provocam um abaulamento no contorno da mama. É normal que durante o período pré-menstrual e durante a menstruação os cistos aumentem de tamanho, se tornando mais aparentes. Ao fim da menstruação a tendência é que eles voltem ao tamanho inicial. Para avaliar os cistos, o melhor exame é a ultrassonografia.Através da ultrassonografia podemos avaliar o conteúdo do interior do cisto: quando há somente líquido, sem nenhuma área sólida no seu interior, o cisto é chamado de “simples” e independentemente do seu tamanho, sabemos que ele é completamente benigno e não apresenta nenhuma relação com o câncer de mama. Nesses casos, o indicado é manter o acompanhamento de rotina com o seu médico, sem outras preocupações. Caso o cisto seja simples, mas muito volumoso, ou esteja inflamado, causando dor, seu médico por achar conveniente fazer uma punção com agulha fina, para esvaziá-lo, aliviando os sintomas. Há outros tipos de cistos, que apresentam áreas sólidas internas, como septos espessos ou vegetações. Eles são bem mais raros e requerem uma atenção especial, para afastar outras patologias associadas.
ALTERAÇÕES NA MAMA MASCULINA
Os homens também nascem com as glândulas mamárias, no entanto, quando chegam à puberdade, enquanto as meninas apresentam aumento dos hormônios estrógeno e progesterona, que estimulam o desenvolvimento das mamas, os meninos apresentam aumento da testosterona, hormônio que faz com que ocorra a atrofia e involução da glândula mamária. Sobra então, nos homens, uma mínima quantidade de tecido glandular que fica localizada logo atrás do mamilo.
Esse tecido glandular residual pode ser alvo de alguns problemas, como a ginecomastia e alguns tumores, entre eles o câncer de mama.
GINECOMASTIA:
Ginecomastia é o nome dado ao aumento do volume das mamas masculinas. Esse aumento pode estar associado ao acúmulo de tecido gorduroso na região (“falsa ginecomastia”), ao aumento do tecido glandular (“ginecomastia verdadeira”) ou ao aumento de ambos os tecidos, gorduroso e glandular.
Pode ser uni ou bilateral. Na ginecomastia verdadeira muitas vezes, além do aumento das mamas, o que se percebe é a presença de uma nodulação na região atrás do mamilo, móvel e dolorosa.
As principais causas da ginecomastia são:
1. Fisiológicas: em recém nascidos, na puberdade* e em idosos
2. Uso de algumas drogas: maconha, hormônios esteroides, cimetidina, alguns diuréticos, digitálicos, antidepressivos tricíclicos, estrógeno
3. Em algumas doenças crônicas: cirrose hepática e doença renal crônica
4. Na síndrome de Klinefelter, deficiência do hormônio pituitário, no hipertiroidismo e no hipogonadismo.
5. Na presença de alguns tumores: tumor de células germinativas, tumor de células de Leydig, tumor de células de Sertoli, tumores adrenocorticais, tumores da pituitária e hepatomas.
6. Idiopática: quando não é possível associar a ginecomastia a nenhuma causa conhecida.
* na puberdade cerca de 2/3 dos meninos apresentam ginecomastia, sendo que o pico de ocorrência é entre 13-14 anos. Em geral ocorre em decorrência de um aumento de estrógenos circulante que pode estar associado a aumento da gordura corporal, já que a gordura pode fazer a conversão da testosterona em estrógeno. Normalmente é bilateral, e se resolve espontaneamente em dois anos.
Uma parte dos casos de ginecomastia pode reverter ao se retirar o fator desencadeante. Nos casos em que a ginecomastia não é reversível pode-se optar pelo tratamento cirúrgico, que pode ser desde uma lipoaspiração local (no caso da falsa ginecomastia) até uma cirurgia para retirada da glândula mamária através de incisão periareolar (ao redor do mamilo).
Ginecomastia é o nome dado ao aumento do volume das mamas masculinas. Esse aumento pode estar associado ao acúmulo de tecido gorduroso na região (“falsa ginecomastia”), ao aumento do tecido glandular (“ginecomastia verdadeira”) ou ao aumento de ambos os tecidos, gorduroso e glandular.
Pode ser uni ou bilateral. Na ginecomastia verdadeira muitas vezes, além do aumento das mamas, o que se percebe é a presença de uma nodulação na região atrás do mamilo, móvel e dolorosa.
As principais causas da ginecomastia são:
1. Fisiológicas: em recém nascidos, na puberdade* e em idosos
2. Uso de algumas drogas: maconha, hormônios esteroides, cimetidina, alguns diuréticos, digitálicos, antidepressivos tricíclicos, estrógeno
3. Em algumas doenças crônicas: cirrose hepática e doença renal crônica
4. Na síndrome de Klinefelter, deficiência do hormônio pituitário, no hipertiroidismo e no hipogonadismo.
5. Na presença de alguns tumores: tumor de células germinativas, tumor de células de Leydig, tumor de células de Sertoli, tumores adrenocorticais, tumores da pituitária e hepatomas.
6. Idiopática: quando não é possível associar a ginecomastia a nenhuma causa conhecida.
* na puberdade cerca de 2/3 dos meninos apresentam ginecomastia, sendo que o pico de ocorrência é entre 13-14 anos. Em geral ocorre em decorrência de um aumento de estrógenos circulante que pode estar associado a aumento da gordura corporal, já que a gordura pode fazer a conversão da testosterona em estrógeno. Normalmente é bilateral, e se resolve espontaneamente em dois anos.
Uma parte dos casos de ginecomastia pode reverter ao se retirar o fator desencadeante. Nos casos em que a ginecomastia não é reversível pode-se optar pelo tratamento cirúrgico, que pode ser desde uma lipoaspiração local (no caso da falsa ginecomastia) até uma cirurgia para retirada da glândula mamária através de incisão periareolar (ao redor do mamilo).
TUMORES BENIGNOS NA MAMA MASCULINA
Os tumores benignos que afetam a mama masculina são bastante raros.
1. Schwanoma: é um tumor da bainha dos nervos periféricos, que raramente acontece na mama. Costuma se manifestar como um nódulo indolor, macio e regular à palpação, visível na mamografia e na ultrassonografia. Diagnóstico por biópsia e tratamento cirúrgico (retirada do nódulo).
2. Papiloma: é um nódulo que cresce dentro de um ducto mamário, em decorrência da proliferação de células epiteliais. Geralmente se manifesta como uma descarga papilar (saída de líquido pelo mamilo) ou como nódulo palpável na região retroareolar. A ultrassonografia é um bom exame para identifica-lo; o diagnóstico definitivo é feito através da biópsia e o tratamento é a retirada cirúrgica do nódulo.
3. Angiolipoma: é um nódulo constituído por tecido gorduroso e vasos, que pode ser identificado na mamografia e na ultrassonografia. Diagnóstico através de biópsia. Pode ser feito apenas controle do mesmo através de US ou tratamento cirúrgico (retirada do nódulo).
4. Lipoma: é um tumor benigno constituído por células de gordura. Pode ser palpável ou não; é facilmente identificado na ultrassonografia, e pode ser apenas controlado.
5. Mastopatia diabética: é outra condição benigna que pode afetar a mama, simulando um tumor. Ocorre em portadores de diabetes mellitus tipo 1 e geralmente se manifesta como nódulo ou assimetria focal na mamografia e na ultrassonografia. O diagnóstico é feito através de biópsia.
6. Hematoma: traumas podem levar à formação de hematomas, que podem ser identificados na mamografia ou na ultrassonografia.
7. Abcesso: são processos infecciosos locais associados à dilatação ou obstrução dos ductos mamários. Costumam provocar dor, inchaço e vermelhidão no local, acompanhadas ocasionalmente de saída de secreção pelo mamilo. É bem identificado na ultrassonografia, e a biópsia pode fazer o diagnóstico definitivo, estabelecendo também a bactéria causadora do processo, para que o tratamento possa ser individualizado.
1. Schwanoma: é um tumor da bainha dos nervos periféricos, que raramente acontece na mama. Costuma se manifestar como um nódulo indolor, macio e regular à palpação, visível na mamografia e na ultrassonografia. Diagnóstico por biópsia e tratamento cirúrgico (retirada do nódulo).
2. Papiloma: é um nódulo que cresce dentro de um ducto mamário, em decorrência da proliferação de células epiteliais. Geralmente se manifesta como uma descarga papilar (saída de líquido pelo mamilo) ou como nódulo palpável na região retroareolar. A ultrassonografia é um bom exame para identifica-lo; o diagnóstico definitivo é feito através da biópsia e o tratamento é a retirada cirúrgica do nódulo.
3. Angiolipoma: é um nódulo constituído por tecido gorduroso e vasos, que pode ser identificado na mamografia e na ultrassonografia. Diagnóstico através de biópsia. Pode ser feito apenas controle do mesmo através de US ou tratamento cirúrgico (retirada do nódulo).
4. Lipoma: é um tumor benigno constituído por células de gordura. Pode ser palpável ou não; é facilmente identificado na ultrassonografia, e pode ser apenas controlado.
5. Mastopatia diabética: é outra condição benigna que pode afetar a mama, simulando um tumor. Ocorre em portadores de diabetes mellitus tipo 1 e geralmente se manifesta como nódulo ou assimetria focal na mamografia e na ultrassonografia. O diagnóstico é feito através de biópsia.
6. Hematoma: traumas podem levar à formação de hematomas, que podem ser identificados na mamografia ou na ultrassonografia.
7. Abcesso: são processos infecciosos locais associados à dilatação ou obstrução dos ductos mamários. Costumam provocar dor, inchaço e vermelhidão no local, acompanhadas ocasionalmente de saída de secreção pelo mamilo. É bem identificado na ultrassonografia, e a biópsia pode fazer o diagnóstico definitivo, estabelecendo também a bactéria causadora do processo, para que o tratamento possa ser individualizado.
http://www.mama.com.br/mama-masculina/
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Despedida
Drigo,
que houve agora?
vai embora?
não perca a hora!
Mas, queríamos ainda conversar,
entender seu coração,
compreender suas razões...
Não tive coragem de te perguntar...
por que você não vibrou?
Nem mesmo chorou,
apenas desanimou...
Jogou a toalha...
Mas eu vi a navalha
dilacerando a carne
roubando sua vitalidade...
creio ser a metade
da sua verdade...
tão sabotada, tão escondida...
até de você...
Mas você deixa
um sorriso, tão lindo
tão faceiro, em um cara
desajeitado, desencontrado
que sofreu por viver...
Sueli Dias
que houve agora?
vai embora?
não perca a hora!
Mas, queríamos ainda conversar,
entender seu coração,
compreender suas razões...
Não tive coragem de te perguntar...
por que você não vibrou?
Nem mesmo chorou,
apenas desanimou...
Jogou a toalha...
Mas eu vi a navalha
dilacerando a carne
roubando sua vitalidade...
creio ser a metade
da sua verdade...
tão sabotada, tão escondida...
até de você...
Mas você deixa
um sorriso, tão lindo
tão faceiro, em um cara
desajeitado, desencontrado
que sofreu por viver...
Sueli Dias
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