segunda-feira, 27 de junho de 2016

Como a atividade física pode ser uma aliada no tratamento do câncer

A ciência já demonstrou, em diversos estudos, que o sedentarismo e a obesidade contribuem para o desenvolvimento de tumores. Embora o mecanismo não esteja totalmente descrito, a combinação dessas duas características é considerada fator de risco para o câncer de mama, de endométrio e de próstata, por exemplo.
Também há pesquisas que demonstraram ser o exercício um elemento chave para prevenir o surgimento de neoplasias. Ainda, outros estudos mostram que a a atividade física melhora a qualidade de vida de pacientes.  Com tantas evidências, só faltava a ciência olhar mais de perto um aspecto: se o exercício pode ter impacto em quem já foi acometido pela doença. É exatamente isso que um extenso estudo da Universidade de Montreal quer entender.
O urologista e oncologista Fred Saad, que é pesquisador do Centro de Pesquisa em Oncologia da Universidade de Montreal, quer entender se a prática de atividade física exerce uma influência direta no câncer de próstata –a ponto de ser tão efetiva quanto o tratamento medicamentoso. 

No consultório, Saad já vê que pacientes com metástase, por exemplo, tendem a ficar sedentários. Segundo ele, também é conhecido que o sedentarismo tende a afetar a progressão do câncer.  

O Dr. Saad irá coordenar um estudo internacional para medir essa relação. Cerca de 60 hospitais no mundo inteiro vão começar a recrutar pacientes nas próximas semanas. Aproximadamente 900 homens com câncer de próstata avançado vão participar do estudo.
Todos os envolvidos vão receber o que de mais avançado há para o tratamento do câncer. E, assim, vão continuar com a terapia convencional medicamentosa. A diferença é que metade deles vai seguir recomendações para a prática de exercícios físicos e a outra será orientada a praticar um outro programa de atividade, com base em treinamento intenso de curta duração.
Para entender os efeitos da atividade, amostras de sangue e de biópsias de músculos serão coletadas dos participantes.

De que maneira os exercícios podem ajudar?

A hipótese por trás do estudo é que a atividade física pode ter um impacto direto no câncer. Segundo especialistas, pacientes com câncer tendem a ter uma série de problemas associados à metástase –como fraturas e dores crônicas e é esperado que o exercício vai fortalecer ossos e músculos.
Link curto: http://brasileiros.com.br/5wPRW
http://brasileiros.com.br/2016/06/como-atividade-fisica-pode-ser-uma-aliada-no-tratamento-cancer/ 
acesso em 27.06.16

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Azeite e micobacteria melhora tratamento de câncer de bexiga

Pesquisadores espanhóis descobriram que utilizar uma emulsão de azeite de oliva para administrar a micobacteria M. brumae melhorar o tratamento do câncer de bexiga.

A pesquisa, testada em ratos e publicada na revista Scientific Reports , do grupo Nature, foi dirigida pela professora Esther Julián, do Departamento de Genética e Microbiologia da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha. Já no ano passado, Esther anunciou a descoberta de que as células de Mycobacterium brumae oferecem uma alternativa que melhora os tratamentos atuais para o câncer de bexiga, como o BCG (imunoterapia baseada no Mycobacterium bovis), que pode causar infecções.

Desde então, a pesquisadora e sua equipe buscaram uma maneira de melhorar a atividade imunoterapêutica de M. brumae mediante o projeto de emulsões que possam aumentar a homogeneidade e a estabilidade das soluções da micobacteria e, portanto, sua eficácia quando introduzidas ao corpo.

Os pesquisadores encontraram a maneira de reduzir os grumos que se produzem de maneira natural quando as células de micobacterias, com um alto conteúdo de lipídios em suas paredes, se introduzem dentro das soluções aquosas utilizadas geralmente para a instilação intravesical - a aplicação direta do remédio com conta-gotas - nos pacientes de câncer de bexiga. Esta formação de grumos pode interferir na interação entre as células micobacterianas e as células do organismo, e diminuir os efeitos antitumoral.

Segundo explicou Esther, de todas as possibilidades analisadas, uma emulsão baseada em azeite de oliva foi a solução que induziu uma resposta imune melhor tanto nos experimentos in vitro quanto in vivo, com ratos modelo da doença.

O azeite de oliva preserva a viabilidade da micobacteria, evita a formação de grumos e proporciona assim umas condições favoráveis para que chegue à bexiga.

"Estes resultados destacam o potencial da emulsão baseada em azeite de oliva como um veículo muito promissor para a administração do tratamento de câncer de bexiga com micobacterias", disse Esther.

Fonte: Terra
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/azeite-e-micobacteria-melhora-tratamento-de-cancer-de-bexiga/9533/7/ acesso em 24.06.16

quarta-feira, 22 de junho de 2016

TRATAMENTOS EXPERIMENTAIS - PESQUISA CLÍNICA

Quem é paciente oncológico pode ficar atento às pesquisas clínicas que estão ocorrendo nos grandes centros de pesquisa do país. Tal modelo é uma oportunidade de o paciente ter acesso a tratamentos inovadores, já que inclui drogas que tiveram êxito no exteriores mas ainda não estão disponíveis no país.
As informações obtidas ao final do estudo também podem, no futuro, beneficiar outros pacientes com tratamentos mais eficazes. Estudos independentes já demonstraram que participantes de pesquisas clínicas podem ter maior probabilidade de sobrevida em relação aos que não têm essa oportunidade.
Mas como ter acesso a essas pesquisas? Uma dica interessante é entrar no site clinicaltrials.gov e escrever em inglês o nome da doença que deseja procurar juntamente com o nome da cidade. Por exemplo: “breast cancer” (câncer de mama) “são paulo”. Todos os estudos disponíveis e que estarão recrutando pacientes aparecerão na tela, juntamente com as devidas informações de como entrar em contato, o tempo de duração do estudo e outros critérios.
As pesquisas clínicas são bastante específicas, muitas vezes incluem critérios mais detalhados do que somente o tipo de câncer. Um estudo pode estar recrutando, por exemplo, pacientes de câncer de fígado, mas somente o que já fizeram quimioterapia e não obtiveram um bom resultado. “O Centro de pesquisa clínica do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) está com vários estudos abertos. O paciente não precisa estar em tratamento no hospital para participar. É livre e totalmente gratuito. Basta entrar em contato e o perfil do paciente será analisado, pois não são todos que podem participar. Por exemplo, pacientes com problemas cardíacos possuem algumas restrições”, explica a enfermeira Fernanda Longo, responsável pela área de pesquisa clínica da instituição.
Por serem específicos, é possível que você não encontre um que sirva para você no momento. Se você encontrar alguma pesquisa disponível na sua região, converse com seu oncologista sobre a possibilidade de participar dessas pesquisas.
Fonte: http://www.vencerocancer.org.br/ciencia/estudos-clinicos/pesquisa-clinica-uma-maneira-de-se-tratar-de-graca-com-tratamentos-promissores/ acesso em 22.06.16

segunda-feira, 20 de junho de 2016

PACIENTES ONCOLÓGICOS DEVEM IR AO DENTISTA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO

pós o diagnóstico de um câncer, o paciente oncológico precisa se preocupar com diversas questões que vão desde o tipo de tratamento, gastos que vai ter, quanto tempo vai demorar etc. Um ponto que muita gente esquece é a importância de consultar um dentista antes de iniciar os procedimentos.
Em entrevista ao Vencer o Câncer, o dentista Luis Marcelo Sêneda, responsável pelo departamento de Medicina Bucal do Hospital São José – Beneficência Portuguesa, explica que a recomendação de fazer uma avaliação odontológica serve para todo paciente oncológico, não somente aqueles com tumores de cabeça e pescoço.
Consulta pré-tratamento
A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer.
“Nós, primeiramente, procuramos um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal (doença da gengiva e de todos os tecidos que dão suporte ao dente) ou cáries muito profundas. Também verificamos dentes com mobilidades e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento oncológico. Isso é de extrema importância, pois os pacientes que fazem uso de quimioterápicos ficam com o sistema imunológico mais debilitado. Então uma doença periodontal, por exemplo, que estava lá crônica e a pessoa nem sabia que tinha, pode se agudizar e virar um grande problema.”
Efeitos da quimioterapia 
“Algumas drogas têm a capacidade de afetar a mucosa da boca causando inflamações e feridas semelhantes a aftas, mas que são chamadas de mucosites. Muitas vezes o paciente está debilitado e ele não consegue comer por causa da mucosite, porque sente muita dor. A mucosa é uma proteção, uma barreira protetora, e quando temos a quebra dessa barreira, há maior risco de infecção por agentes oportunistas. Por isso, na fase de imunossupressão, elas têm maior probabilidade de acontecer”, adverte o dentista.
Uma das formas de prevenção da mucosite é a laserterapia de baixa intensidade. O laser é um bioestimulador que auxilia na redução do processo inflamatório, modula a dor e auxilia no processo de reparo do tecido lesado. É importante conversar com seu oncologista sobre essa possibilidade.
Boca seca durante o tratamento
Muitas vezes, o paciente em tratamento oncológico precisa tomar remédios para dor (opiáceos) e antidepressivos. Alguns ainda tomam outros medicamentos porque possuem outras doenças associadas, como pressão alta, diabetes e doença renal. Por conta disso, é extremamente comum surgir um quadro de boca seca (xerostomia).
“O meio bucal é concebido para estar úmido, não seco. Para aliviar esse sintoma, existem atualmente lubrificantes orais que servem tanto para repor quanto para melhorar a lubrificação da boca. Eles estão disponíveis na forma de gel, spray ou manipulado. A saliva não é só um lubrificante bucal, ela promove a auto-higiene dos dentes. O paciente com boca seca tem mais placas bacterianas, que acumula mais agentes ofensivos e produz mais toxinas, aumentando o risco da mucosite, uma das complicações bucais mais comuns durante o tratamento oncológico”. 
Efeitos da Radioterapia
“Pacientes com câncer na região da cabeça e pescoço e que são submetidos a radioterapia precisam de cuidados maiores, porque ele vai produzir menos saliva. Além disso, como é justamente a região que inclui a boca a ser irradiada, há riscos de desenvolver um tipo de cárie com um efeito colateral tardio, denominada cárie de radiação. Atualmente você vê menos do que há alguns, por conta das radioterapias com intensidade modulada, mas ainda assim é preciso muita atenção. Esse tipo de cárie, que atinge a porção entre dentes e gengivas, se desenvolve muito rapidamente e há um enorme risco de o paciente acabar perdendo o dente.” 
Recomendações a serem seguidas durante o tratamento do câncer:
  • Escovar os dentes com pasta contendo flúor.
  • Passar fio dental suavemente.
  • Fazer gargarejos com bicarbonato de sódio.
  • Remover a dentadura e fazer sua limpeza adequadamente.
  • Escolher alimentos que exijam pouca ou nenhuma mastigação.
  • Evitar alimentos ácidos, picantes, salgados e secos.
Fonte: http://www.vencerocancer.org.br/cancer/tratamento/pacientes-oncologicos-devem-ir-ao-dentista-antes-de-iniciar-tratamento/ acesso em 20.06.16

sábado, 18 de junho de 2016

Arte faz bem para a Saúde: Lagoa Voluntário promove atividades de humanização no HFL

Em uma manhã chuvosa de quinta-feira, o clima estava quente no Hospital Federal da Lagoa (HFL). O balanço das composições de Tim Maia, aquecia a alma, aliviava as dores e estimulava sorrisos em um lugar quase sempre associado ao sofrimento. Um cortejo musical comandado por uma garotada sorridente - alunos do projeto de extensão Hospital como Universo Cênico, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) – circulava pelo hospital levando música, teatro, alegria e um pouco de alívio para a difícil rotina daqueles que lutam para recuperar a saúde.
Pelo caminho, o grupo canta, representa, conta histórias, faz piadas, chama para dançar e simula ‘exames’ e dá ‘diagnósticos’. Em comum, a boa receptividade nos corredores, enfermarias e salas de procedimentos. Entre uma plateia diversificada de crianças, jovens, adultos, idosos, tímidos e extrovertidos, os artistas muitas vezes se deparam com o desabafo: “estou em tratamento há anos, meu olho direito, meu lado direito não funcionam”, diz uma paciente da quimioterapia. Em troca, recebe música, carinho e o ‘diagnóstico’: ‘Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança’.
 “No nosso projeto, os artistas vêm com o rosto sem pintura, não tem um personagem, não tem caracterização, a abordagem é inter-relacional, é olho no olho, direta, em que a gente chega muito exposto”, explica Miguel Vellinho, coordenador do projeto da Escola de Teatro da UNIRIO. Apesar dos momentos difíceis, ele garante que o grupo tem uma recepção sempre afetiva e calorosa, seja de crianças, adultos e pacientes em estado bastante fragilizado. “Agente sai daqui exausto, mas uma exaustão completamente diferente da que a gente conhece”. Para os pacientes, a passagem do cortejo leva distração, alegria e esperança.
Intercâmbio
A importância do trabalho do grupo, seja para os pacientes, seja para os próprios estudantes, atravessou fronteiras. Na quinta-feira 19/05, a performance dos alunos da UNIRIO foi acompanhada por uma turma de teatro da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, que mantém um intercâmbio acadêmico e artístico com a instituição de ensino brasileira. Os estudantes americanos que fazem parte do programa ‘Prison Creative Arts Projects’, coordenado pela professora Ashley Lucas, visitaram corredores e enfermarias e puderam vivenciar a interatividade entre artista e paciente num ambiente hospitalar. 
Apesar de atuarem em áreas diferentes – os americanos promovem workshops de atividades artísticas com detentos adultos e jovens e ex-prisioneiros - a professora Lucas vê um ponto em comum entre as duas iniciativas. “É um trabalho muito diferente, mas com espírito similar. Nosso intercâmbio me dá muito alegria, por que não me sinto sozinha no mundo quando estou aqui.”

Lagoa Voluntário
O cortejo artístico das quintas-feiras é apenas um dos projetos promovidos pelo Lagoa Voluntário. O setor, criado em 2005 pela assistente social Sandra Pacheco, atendendo a uma iniciativa da diretora Roberli Bicharra, promove uma variedade de atividades que visam à humanização no atendimento ao paciente e nos processos de trabalho, e de forma extensiva aos funcionários da unidade. Hoje, sob coordenação do médico Paulo Cesar Cerdeira Campos, mestre em Ensino de Biociências e Saúde, pela Fiocruz, com o auxílio da psicóloga Cristiane Albuquerque, o setor reúne cerca de 60 voluntários que atuam desde o acolhimento de pacientes, visitantes e acompanhantes, até a interação de pacientes com animais, como acontece nas sessões de zooterapia com pôneis nos jardins do HFL..
Segundo Cerdeira, o trabalho voluntário no HFL se baseia no tripé espiritualidade, conectividade entre os serviços e o empoderamento do paciente. Nas várias propostas de atenção desenvolvidas pelo ‘Lagoa Voluntário’ há um ponto central: “Empoderar o sujeito, dar ferramentas para que o paciente tenha autonomia para enfrentar a doença e seus percalços. O que oferecemos está fora do receituário médico, não está disponível nas farmácias”, explica o médico.
Um exemplo é a atuação nas salas de espera do ambulatório. Muitas vezes, o paciente abatido por um diagnóstico desfavorável, não está disposto a voltar ao hospital para receber orientações complementares ao tratamento. É aí que surge um dos espaços de atuação do voluntário. Em uma conversa de aconselhamento, com distribuição de folders, o voluntário pode abastecer o paciente com informações valiosas sobre nutrição, direitos e encaminhamento para a Associação Brasileira de Apoio aos pacientes de Câncer (ABRAPAC). Os voluntários também atuam junto aos pacientes internados, como é o caso dos ledores que, segundo Paulo Cerdeira, “entram com a proposta de ler contos, mas que estão disponíveis para ouvir histórias”.

O trabalho do Lagoa Voluntário é alicerçado na vivência dos próprios usuários. As atividades no setor de quimioterapia, por exemplo, foram definidas a partir de rodas de conversa em que os pacientes expressaram suas angústias, incertezas e problemas. O olhar criterioso dos profissionais do HFL também é fonte para novas propostas de atuação, como é o caso da parceria com a Comissão de Infecção Hospitalar, que dá orientações para atividades de prevenção à infecção hospitalar. O setor ainda trabalha em conjunto com o Serviço Social, a Nutrição, a Odontologia e a Oncologia.
Todas essas atividades e parcerias vão ao encontro da Política Nacional de Humanização que em suas diretrizes prega a incorporação do trabalho voluntário como expressão de solidariedade e participação cidadã.
Como ser voluntário no Lagoa
Ser voluntário é compromisso, amparado em lei (Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998). Para atuar, o interessado deve assinar um Termo de Adesão ao Serviço Voluntário. O Lagoa Voluntário capta mão de obra voluntária por meio de parcerias com ONGs, por uma rede de contatos criada no entorno da unidade ou ainda recebe a candidatura de interessados diretamente no hospital ou por e-mail. Todos eles passam por um processo que envolve captação, recepção, pactuação, treinamento e acompanhamento. Hoje, o setor mantém parcerias com a Faculdade de Teatro da UNIRIO, a Associação Brasileira de Apoio aos Pacientes de Câncer, a plataforma social Atados, o Viva-Rio, o projeto Cavaleiros contra o Câncer, o Jockey Club Brasileiro, o Pônei Clube do Brasil, o projeto Cantareiros e o Coral da Igreja Metodista.

Texto e fotos: Cláudia Chagas
http://www.blog.saude.gov.br/geral/51114-arte-faz-bem-para-a-saude-lagoa-voluntario-promove-atividades-de-humanizacao-no-hflhtml.html

A IMPORTÂNCIA DO LAZER PARA O PACIENTE

Em qualquer circunstância, a pessoa que se encontra em tratamento precisa de lazer assim como precisa de alimento. O ser humano necessita sonhar, sorrir, divertir-se, brincar, ter momentos felizes em qualquer circunstância.
Os momentos lúdicos são fundamentais para fortalecer o ser humano.
No momento do adoecimento, quando o indivíduo se fragiliza, o grande desafio é resgatar do seu passado algo que lhe proporcionava bem estar e que possa ser praticado.
Não importa se é ouvir música, cantarolar, desenhar, pintar, escrever, seja qual for a atividade possível será sempre uma terapia, um tônico para o corpo.
Não podemos esquecer que somos um todo complexo constituído de corpo e mente, onde fatos e sentimentos repercutem nesse ser para ajudar ou atrapalhar.
Viver o melhor possível em qualquer circunstância é fundamental!

Sueli Dias

sexta-feira, 17 de junho de 2016

QUEDA DAS UNHAS EM DECORRÊNCIA DA QUIMIOTERAPIA

Um dos possíveis efeitos colaterais de alguns quimioterápicos é a queda das unhas.
Nem sempre ocorre , sempre lembrando que existem diversos medicamentos e só alguns trazem essa consequência.
Um dos cuidados que o paciente deve ter é evitar o contato com produtos químicos e usar luvas para realizar atividades de forma a proteger as unhas de sujeiras e contaminações.
A hidratação é importante e a alimentação.
Mesmo que eles estejam prestes a cair o processo deve seguir seu curso normal, tendo o cuidado de evitar arrancá-las antes do tempo, enganchando em algum objeto.