O Outubro Rosa em Itabuna tem a divulgação realizada pela Imprensa. No dia 02.10.17 o radialista Gerdan Rosário entrevistou Sueli Dias do Grupo Se Toque e a atriz Eva Lima na Rádio Nacional.
sábado, 7 de outubro de 2017
Dia 02.10.17 em Itabuna (BA), em sua sede, o Grupo Se Toque realizou solenidade para marcar a abertura do Movimento Outubro Rosa.
Uma mesa redonda foi realizada para tratar de temas pouco discutidos dentro do cenário da luta contra o câncer de mama.
Contando com a presença de uma equipe multidisciplinar, com a presença dos médicos Dr. Antonio Mangabeira, Dr. Urandi Riela, Dra. Célia Kalil, Dra. Célia Regina Ramos, das psicólogas Leonei Martins, Pollyanna Dórea, da nutricionista Débora Oliveira foram abordadas questões como a interferência das crenças do paciente no tratamento, a influência do profissional de saúde com suas convicções, as diferenças de visão dos diversos profissionais que cuidam do paciente, os conflitos religiosos que levam alguns pacientes a abandonarem um tratamento.
Para enriquecer as discussões houve a participação especial do Frei Genilton que discorreu sobre as questões de fé e vida.
domingo, 1 de outubro de 2017
Neste Outubro Rosa, o acesso ainda é o maior desafio do câncer de mama
Entra ano, sai ano e o cenário do câncer de mama no Brasil continua crítico. O principal gargalo ainda é a dificuldade de acesso das mulheres para conseguir atendimento desde a prevenção até o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atenta e preocupada com os diversos entraves encontrados pela população, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta o público sobre a necessidade da população em se conscientizar cada vez mais e lutar pelos seus direitos.
De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “É preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema.
Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson.
Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.
Neste contexto, a SBM atuará neste Outubro Rosa com foco em incentivar as mulheres a se cuidar, mais e melhor, quebrando as barreiras do medo, além de encorajá-las na luta pelos seus direitos ao acesso. “Diz o dito popular que quem procura acha. Em relação ao câncer de mama isso deve ser visto como algo positivo", conclui o mastologista.
De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “É preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema.
Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson.
Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.
Neste contexto, a SBM atuará neste Outubro Rosa com foco em incentivar as mulheres a se cuidar, mais e melhor, quebrando as barreiras do medo, além de encorajá-las na luta pelos seus direitos ao acesso. “Diz o dito popular que quem procura acha. Em relação ao câncer de mama isso deve ser visto como algo positivo", conclui o mastologista.
Fonte: http://www.sbmastologia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1296:neste-outubro-rosa-o-acesso-ainda-e-o-maior-desafio-do-cancer-de-mama&catid=179:2017&Itemid=999 acesso em 01.10.17 às 21:19hs
terça-feira, 26 de setembro de 2017
OUTUBRO ROSA EM ITABUNA 2017 - GRUPO SE TOQUE FARÁ ABERTURA SOLENE
Será dia 02.10.17 às 09 horas em sua sede à Rua Monsenhor Moisés, 181 - bairro Pontalzinho.
Venha participar conosco!
Venha participar conosco!
GRUPO SE TOQUE PARTICIPOU DA CAMPANHA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FTC
Tendo como tema o setembro verde, o Grupo Se Toque fez a distribuição de material informativo sobre a prevenção do câncer de intestino, elaborado sob a supervisão do médico Àlvaro Albano especialista no assunto. Além disso fez a distribuição do lacinho verde explicando sobre seu significado.
GRUPO SE TOQUE REALIZOU EVENTO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO DISTRITO DE BANDEIRA DO COLONIA
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Sexo oral e relações sem camisinha estão disseminando supergonorreia, segundo a OMS
O sexo oral está produzindo uma perigosa forma de gonorreia, e o declínio no uso da camisinha está ajudando a espalhar a doença, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A entidade alerta que se alguém contrai gonorreia, agora ela é muito mais difícil de tratar - em alguns casos, impossível. Isso porque a doença sexualmente transmitida (DST) está rapidamente desenvolvendo resistência a antibióticos. Especialistas dizem que a situação está "bastante sombria" com poucos medicamentos à vista.
Em torno de 78 milhões de pessoas contraem DSTs por ano e elas podem causar infertilidade em casos não tratados. A OMS analisou dados de 77 países que mostraram que a gonorreia resistente a antibióticos se espalhou por várias nações.
Teodora Wi, da OMS, conta que foram encontrados três casos - no Japão, França e Espanha - onde a infecção era simplesmente intratável. "A gonorreia é uma bactéria muito esperta, toda vez que você introduz uma nova classe de antibióticos para tratá-la, a bactéria adquire resistência", afirma.
A grande maioria das infecções de gonorreia ocorre em países pobres onde a resistência (aos antibióticos) é ainda mais difícil de detectar.
Sexo oral
A gonorreia pode infectar as genitais, o reto e a garganta, mas a que mais preocupa agentes de saúde é essa última.
Wi explica que a gonorreia na garganta aumenta as chances de o micro-organismo desenvolver resistência a antibióticos, já que estes medicamentos são administrados em menor dosagem para infecções nesta área do corpo repleta de bactérias - entre as quais algumas que desenvolveram a resistência a drogas.
"Quando você usa antibióticos para tratar infecções como uma dor de garganta normal, isto se mistura com as espécies Neisseria (do mesmo gênero da bactéria da gonorreia) na sua garganta o que resulta em resistência", segue Wi.
A propagação da bactéria da gonorreia no ambiente através do sexo oral pode levar a uma supergonorreia.
Wi diz que nos Estados Unidos a resistência (ao antibiótico) decorreu do tratamento da infecção de faringe "de homens que faziam sexo com homens".
E a redução do uso de camisinhas pode ajudar à dispersão da infecção.
O que é gonorreia?
A doença é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoea. A infecção se espalha através do sexo desprotegido, tanto vaginal, como oral e anal.
Entre os infectados, um em dez homens heterossexuais, além de mais de três quartos das mulheres e de homens gays não têm sintomas facilmente reconhecidos.
Mas os sintomas podem incluir uma secreção verde ou amarela a partir dos órgãos sexuais, dor ao urinar e sangramentos esporádicos. Infecções não tratadas podem levar a infertilidade, doença inflamatória pélvica e podem ser transmitidas para o bebê durante a gravidez.
A OMS está cobrando que países monitorem a dispersão da gonorreia resistente e invistam em novas drogas.
"A situação é bastante sombria", comentou Manica Balasegaram, da Parceria Global de Pesquisa e Desenvolvimento de Antibióticos. "Há apenas três drogas sendo produzidas e não há garantia de que nenhuma vá de fato funcionar".
E, segundo a OMS, vacinas vão ser necessárias para interromper a dispersão da gonorreia.
"Desde a introdução da penicilina, que garante uma cura rápida e confiável, a gonorreia desenvolveu resistência a todos os antibióticos", explicou Richard Stabler, da Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical.
"Nos últimos 15 anos, a terapia precisou ser trocada três vezes por conta do aumento das taxas de resistência no mundo. Estamos agora num ponto em que estamos usando as drogas como último recurso, mas há sinais preocupantes de falha no tratamento devido a cepas resistentes."
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/sexo-oral-e-relacoes-sem-camisinha-estao-disseminando-supergonorreia-segundo-a-oms.ghtml acesso em 07/07/17 às 21:26hs
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