Dia cinco de outubro, manhãn de quinta feira aconteceu mais uma edição do nosso café com amor.
A equipe do Grupo Se Toque acordou bem cedinho para preparar um delicioso mingau que foi servido a pacientes e acompanhantes na quimioterapia do SUS
terça-feira, 10 de outubro de 2017
OUTUBRO ROSA - GRUPO SE TOQUE NO MORRO DOS CANECOS
Dia 04.10.17 a caravana do Grupo Se Toque foi recebida na Unidade de Saúde João Soares, em Itabuna, no morro dos Canecos.
A equipe da Unidade decorou os ambientes dentro da temática do outubro rosa com muita criatividade e carinho.
Os profissionais da Unidade, estudantes de enfermagem, a equipe do NASF e o Grupo Se TOQUE se revezaram nas apresentações para abordar a temática do outubro rosa e do câncer de mama.
O Se Toque enfatizou as questões dos sinais de alerta, fatores de risco, mitos, a importância da adoção de hábitos saudáveis de vida dentre outros.
A equipe da Unidade decorou os ambientes dentro da temática do outubro rosa com muita criatividade e carinho.
Os profissionais da Unidade, estudantes de enfermagem, a equipe do NASF e o Grupo Se TOQUE se revezaram nas apresentações para abordar a temática do outubro rosa e do câncer de mama.
O Se Toque enfatizou as questões dos sinais de alerta, fatores de risco, mitos, a importância da adoção de hábitos saudáveis de vida dentre outros.
OUTUBRO ROSA EM ITABUNA
03.10.17 - Equipe do Grupo Se Toque esteve na Clínica ONCOSUL para falar do significado do Movimento Outubro Rosa, da importância do cuidado com a saúde.
Na oportunidade houve a distribuição dos lacinhos com a explicação do seu significado.
Na oportunidade houve a distribuição dos lacinhos com a explicação do seu significado.
domingo, 8 de outubro de 2017
OUTUBRO ROSA : CAMPANHA DO GRUPO SE TOQUE MOBILIZA PARA DOAÇÃO DE PERUCAS
É iniciado o Outubro Rosa e o Grupo Se Toque traz campanha com atividades de prevenção, apoio e orientação sobre o câncer de mama. Voltada para a contribuição sobre a autoestima da mulher em tratamento, a campanha do Outubro Rosa inaugura o Banco de Empréstimo de Perucas.
A queda temporária dos cabelos e, em alguns casos, a mastectomia (retirada da mama), geram em muitas pacientes a baixa autoestima e até mesmo a depressão. De acordo com Sueli Dias, coordenadora do Grupo Se Toque, muitas mulheres deixam de sair de casa e perdem a alegria por se sentirem menos femininas. Dessa forma, o grupo teve a iniciativa de valorizar e gerar maior autoconfiança nas pacientes com empréstimo gratuito de perucas, chapéus e próteses mamárias externas durante todo o tempo de recuperação. Ela relata que o estoque de perucas ainda é pequeno, por isso o grupo precisa de doações.
A coordenadora comenta que para algumas mulheres o não uso desses acessórios está ligado à falta de recursos, já que uma peruca, por exemplo, tem um custo relativamente alto. “Esses serviços estão disponíveis em diversos estados do Brasil e também pela internet. Nesses locais, perucas são disponibilizadas para empréstimo e a única coisa que é pedida às pacientes é que elas cuidem devidamente do acessório e devolvam assim que ele deixar de ser necessário, para que outras também possam desfrutar deste benefício. Assim será o nosso Banco”, explicou.
Sobre o Se Toque
O Se Toque foi criado em 2005 para atuar no combate ao câncer em todo o Sul da Bahia. Visa formar voluntários para oferecer apoio aos pacientes e ao mesmo tempo divulgar as principais formas de prevenção dessa doença. O grupo promove reuniões de auto-ajuda explorando a vivência de cada uma, como estímulo às mulheres que atualmente enfrentam o mesmo problema. As reuniões acontecem toda sexta-feira, às 09 horas, na Rua Monsenhor Moisés, 181 – Pontalzinho.
Promove ainda educação em saúde com atividades de prevenção e detecção precoce do câncer; oficina de arte com a produção de peças em artesanato por pacientes, familiares e amigos que são expostas e vendidas num bazar beneficente; orientação Jurídica sobre os direitos do paciente com câncer, palestras com médicos especialistas, fisioterapeutas, advogados e outros; suporte emocional e orientação a pacientes e familiares durante o tratamento; orientação preventiva quanto aos cuidados com o braço do lado da operação para pacientes que tiveram câncer de mama; visita a pacientes (internados e em domicílio), biblioteca com obras de auto-ajuda.
É possível colaborar com gêneros alimentícios para preparo do café que é servido na quimioterapia do SUS, para pacientes e acompanhantes; doação de material, objetos, mercadorias para o Bazar; voluntário para visita a pacientes e doação de tempo de profissionais voluntários.
Para doações: Sueli Dias – (73) 98819-1344
Fonte: http://folhadapraia.com.br/novo/outubro-rosa-campanha-do-grupo-se-toque-mobiliza-doacao-de-perucas/ acesso em 08.10.17 às 16:14hs
sábado, 7 de outubro de 2017
OUTUBRO ROSA - RÁDIO NACIONAL COBERTURA
O Outubro Rosa em Itabuna tem a divulgação realizada pela Imprensa. No dia 02.10.17 o radialista Gerdan Rosário entrevistou Sueli Dias do Grupo Se Toque e a atriz Eva Lima na Rádio Nacional.
Dia 02.10.17 em Itabuna (BA), em sua sede, o Grupo Se Toque realizou solenidade para marcar a abertura do Movimento Outubro Rosa.
Uma mesa redonda foi realizada para tratar de temas pouco discutidos dentro do cenário da luta contra o câncer de mama.
Contando com a presença de uma equipe multidisciplinar, com a presença dos médicos Dr. Antonio Mangabeira, Dr. Urandi Riela, Dra. Célia Kalil, Dra. Célia Regina Ramos, das psicólogas Leonei Martins, Pollyanna Dórea, da nutricionista Débora Oliveira foram abordadas questões como a interferência das crenças do paciente no tratamento, a influência do profissional de saúde com suas convicções, as diferenças de visão dos diversos profissionais que cuidam do paciente, os conflitos religiosos que levam alguns pacientes a abandonarem um tratamento.
Para enriquecer as discussões houve a participação especial do Frei Genilton que discorreu sobre as questões de fé e vida.
domingo, 1 de outubro de 2017
Neste Outubro Rosa, o acesso ainda é o maior desafio do câncer de mama
Entra ano, sai ano e o cenário do câncer de mama no Brasil continua crítico. O principal gargalo ainda é a dificuldade de acesso das mulheres para conseguir atendimento desde a prevenção até o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atenta e preocupada com os diversos entraves encontrados pela população, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta o público sobre a necessidade da população em se conscientizar cada vez mais e lutar pelos seus direitos.
De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “É preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema.
Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson.
Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.
Neste contexto, a SBM atuará neste Outubro Rosa com foco em incentivar as mulheres a se cuidar, mais e melhor, quebrando as barreiras do medo, além de encorajá-las na luta pelos seus direitos ao acesso. “Diz o dito popular que quem procura acha. Em relação ao câncer de mama isso deve ser visto como algo positivo", conclui o mastologista.
De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “É preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema.
Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson.
Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.
Neste contexto, a SBM atuará neste Outubro Rosa com foco em incentivar as mulheres a se cuidar, mais e melhor, quebrando as barreiras do medo, além de encorajá-las na luta pelos seus direitos ao acesso. “Diz o dito popular que quem procura acha. Em relação ao câncer de mama isso deve ser visto como algo positivo", conclui o mastologista.
Fonte: http://www.sbmastologia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1296:neste-outubro-rosa-o-acesso-ainda-e-o-maior-desafio-do-cancer-de-mama&catid=179:2017&Itemid=999 acesso em 01.10.17 às 21:19hs
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