quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

GRUPO SE TOQUE AGRADECE

No ano de 2018 o Grupo Se Toque realizou diversas atividades dentro do seu objetivo de apoiar pacientes de câncer e seus familiares, além das ações de conscientização sobre prevenção, sinais de alerta e fatores de risco.
Para que fosse possível essas ações acontecerem tudo foi realizado através de voluntários e contou com a participação de pessoas generosas que doaram material. A todas elas o nosso agradecimento. 

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Cuidados paliativos: 70% poderiam ser tratados em casa

Cada vez que escrevo sobre cuidados paliativos, fico com a sensação de que imediatamente as pessoas associam esse tipo de abordagem terapêutica a um paciente em seu leito de morte. No entanto, eles abrangem tudo o que pode ser oferecido à pessoa que tenha uma doença fora de possibilidade de cura, com o objetivo de melhorar a qualidade da sua existência – que pode se estender por muito tempo. “Na verdade, o cuidado paliativo é o bom cuidado a que todos deveriam ter direito. Esse é um assunto para todos”, resumiu a médica colombiana Tania Pastrana, presidente da Associação Latino-Americana de Cuidados Paliativos. Uma das autoras do “Atlas de Cuidados Paliativos da América Latina”, publicado em 2012, atualmente é pesquisadora da Universidade de RWTH Aachen, na Alemanha, onde faz pós-doutorado no departamento de medicina paliativa.
“Estamos falando do controle de sintomas como dor, náusea, vômito, até medo. A comunicação com a família do doente é igualmente importante. Estudos mostram que, quando a família recebe informações corretas, sua confiança aumenta e ela lida melhor com a situação, aumentando também o número de dias da vida do paciente”, afirma a doutora. Ela explica que 70% poderiam receber esses cuidados em casa: “o hospital é para uma crise, uma situação aguda. Um número menor de idas ao hospital diminui os custos da saúde e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade de vida do paciente”.
Isso poderia acontecer se, nos postos de saúde, os médicos generalistas já se encarregassem dessa abordagem – o chamado primeiro nível de cuidados paliativos. O segundo nível ficaria para especialistas que lidam com doenças graves, de pediatras a oncologistas. Os paliativistas se encarregariam do terceiro nível, isto é, de casos mais complexos. “Na verdade, todos os profissionais cujo trabalho tem relação com a saúde deveriam ter formação em cuidados paliativos: além de alunos de medicina e enfermagem, também os de psicologia e serviço social, por exemplo”, diz a médica Tania Pastrana. Entretanto, no Brasil, apenas 14% dos cursos de medicina oferecem a disciplina, que não é sequer obrigatória na maioria.
De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), na América Latina, que tem uma população de 615 milhões, 75% das mortes são causadas por doenças crônicas, ou seja, as pessoas não morrem subitamente e muitas convivem com a dor e o desconforto. Dos 3,5 milhões de mortes por ano, 60% dos indivíduos se beneficiariam se tivessem acesso a cuidados paliativos. Há cerca de 1.100 centros que oferecem esse serviço, 50% ligados a hospitais – quando o ideal é que estivesse na atenção primária de saúde. No Brasil, há apenas 170 serviços de cuidados paliativos, menos de 1 para cada milhão de habitantes, o que deve ser interpretado como sofrimento severo associado às enfermidades.
A especialista cita bons exemplos como o do Panamá, que tem investido em atenção primária; e da Argentina e Colômbia, que ampliaram o acesso aos medicamentos. Na sua opinião, evitar que o paciente sinta sofra deveria ser uma prioridade: “esse é um problema de saúde pública e todo médico deveria dominar o tema. O risco de dependência é pequeno e pode ser controlado”. Aliás, o acesso global a remédios para o alívio da dor é o retrato da desigualdade: países como Estados Unidos e Canadá dispõem de um volume imenso de recursos, enquanto a escassez é quase absoluta em outras regiões do planeta.
Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2018/12/11/cuidados-paliativos-70-poderiam-ser-tratados-em-casa.ghtml acesso em 11.12.18 às 14:26hs

Verão reacende alerta sobre o câncer de pele

Apesar de o câncer de pele não melanoma ser o tipo mais comum da doença no Brasil – corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no País –, as secretarias de Saúde do Grande ABC não possuem informações detalhadas em relação ao tema, como, por exemplo, o número de pacientes dianosticados nos últimos dois anos com o problema.
Apenas duas cidades contam com indicadores sobre a enfermidade. Em Santo André, foram realizados 10 mil atendimentos que resultaram em 200 diagnósticos de câncer de pele durante força-tarefa no CHM (Centro Hospitalar Municipal) neste ano – os pacientes foram encaminhados para procedimentos e tratamento. Já em São Bernardo, até novembro, apenas um paciente com câncer de pele tipo melanoma (o mais grave) foi acompanhado pela rede de Saúde – no ano passado não houve nenhum caso. As demais prefeituras não responderam até o fechamento desta edição.
Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), a estimativa é de 165,5 mil novos casos de câncer de pele não melanoma neste ano no Brasil e 6.260 melanoma, o tipo mais agressivo. De acordo com o DataSus, banco de dados do Ministério da Saúde, a região registrou, em 2016 (último ano disponível), 29 mortes por neoplasia maligna de pele. Desde 2014, a SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) promove o Dezembro Laranja, mês em que se inicia o verão – dia 21 –, dedicado ao combate da doença.
“É importante que as pessoas se conscientizem da necessidade da prevenção e passem periodicamente por avaliação dermatológica. A maioria dos casos de câncer de pele identificados em fase inicial é curável”, explicou a professora de Dermatologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Cristina Laczynski.
De acordo com o Inca, o câncer de pele é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas, e mais comum em pessoas a partir dos 40 anos. O tipo não melanoma ocorre principalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas – apresenta-se como manchas, que coçam, ardem, descamam ou sangram; feridas que não cicatrizam em até quatro semanas também podem ser indicativas da doença.
O dermatologista e pesquisador do setor de pós-graduação da FMABC, Paulo Ricardo Criado, explicou que a regra mundialmente utilizada para identificar quando uma pinta pode se tornar lesão maligna do tipo melanoma é a regra do ‘ABCDE’, que leva em consideração assimetria, bordas, coloração, diâmetro e evolução. “De maneira geral, pintas normais são de uma cor só, homogêneas, medem menos de seis milímetros de diâmetro, têm forma ovalada, com bordas lineares e regulares. Toda pinta que não tiver alguma dessas características deve ser investigada.”
O especialista destacou que a proteção solar é importante medida na prevenção da doença. “O guarda-sol e o filtro solar com mínimo de 30 FPS (Fator de Proteção Solar) são meios preventivos importantes e complementares. Outras ações que contribuem para a proteção adequada são o uso de óculos de sol e de chapéu de aba larga – melhores que bonés, pois protegem o rosto e também a nuca e as orelhas. Vale a pena utilizar roupas com fotoproteção”, detalhou. Entre 10h e 16h, o médico recomenda que não haja exposição ao sol.
Casal identifica problema em mutirão
A avaliação dermatológica é indicada para que a pessoa saiba se aquela pinta que tem em determinada área do corpo é sinal ou indicativo de doença.
O dermatologista e pesquisador do setor de pós-graduação da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Paulo Ricardo Criado, frisou que todo câncer de pele é uma doença, no entanto, pinta benigna não é um câncer. “As pintas são manchas benignas formadas a partir da proliferação de melanócitos (células produtoras de melanina – o pigmento da pele), que se agrupam em determinadas áreas do corpo de forma aleatória”, explicou.
No dia 1º de dezembro, em mutirão promovido pela FMABC em Santo André, 145 pessoas foram atendidas e 20 delas identificadas com câncer de pele e encaminhados para o Instituto da Pele da faculdade. O casal de aposentados Sergio Roberto Neri, 66 anos, e Maria Lucia Costa Neri, 64, estava entre os pacientes atendidos. O marido já retirou diversos sinais em outras ocasiões, cujos resultados de biópsias foram benignos. A esposa, no entanto, pela primeira vez precisou se submeter à extração da pinta. Ambos aguardam resultado dos exames para o próximo mês.
Apesar de já ter casos de câncer de pele na família, o aposentado reconhece que não toma os devidos cuidados. “Acabo não usando protetor solar. Moro em Santo André há mais de um ano, mas antes morava no Litoral, era ainda mais difícil fugir do sol”, justificou. Já com os filhos – que já são adultos – Neri faz vigilância. “Não quero que tenham que passar pelo mesmo que eu, então estou sempre falando para se cuidarem”, pontuou
Pessoas com pintas devem fazer acompanhamento frequente
Pintas, sardas ou sinais surgem por dois fatores: herança genética e excesso de sol. Uma grande exposição aos raios solares pode causar câncer de pele. Por isso, além de fazer uso diário de filtro solar, quem tem muitos sinais na pele precisa visitar o dermatologista de uma a duas vezes ao ano para fazer um rastreamento e avaliar o tamanho e aspecto dessas pintas. O exame é simples e feito em consultório. Em casos suspeitos, o médico pode colher material para biópsia.
O dermatologista e especialista em câncer de pele, José Jabur da Cunha, da Alta Casa Clínica Médica, na capital paulista, explicou que algumas pessoas são mais suscetíveis ao câncer de pele que outras. Um dos fatores que fazem diferença é a cor da pele. “Indivíduos com predisposição genética e aqueles com a pele, os cabelos e os olhos muito claros acabam desenvolvendo mais pintas no decorrer da vida por tolerarem pouco a exposição solar. Com isso, têm mais risco de adquirir câncer de pele”, apontou.
A doença não é exclusividade das peles mais claras; negros também correm risco, alertou o especialista. Em indivíduos de pele negra, o melanoma aparece mais frequentemente nos pés e nas mãos. “Muitas vezes é uma mancha escura ou preta que aparece nos dedos ou na região palmar e plantar e vai crescendo com o passar dos anos”, detalhou.
Fonte: Doário do Grande ABC
in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/verao-reacende-alerta-sobre-o-cancer-de-pele-/12429/7/acesso em 11.12.18 às 14.04hs

15 DICAS PARA CONTROLAR A ANSIEDADE

A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. Veja algumas delas:

1. Pratique atividades físicas

A forma mais comum de controlar a ansiedade é a prática de exercícios. Praticar atividades físicas ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.
Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar.

2. Reduza seu estresse diário

Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário e existem diversas formas de fazer isso. Para as que ficam estressadas com mais facilidade recomendo sessões de acupuntura regulares, além de meditação. Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach.
A ioga oferece ao praticante a possibilidade de aprender a controlar sua mente e seu corpo. Este controle, que é obtido através de uma combinação de técnicas respiratórias, corporais e de meditação. Tem como resultados o aumento da flexibilidade, fortalecimento dos músculos, aumento de vitalidade e maior controle sobre o estresse. Além da ioga, outra alternativa de controle da ansiedade são as massagens. Se tiverem uma abordagem mais oriental, buscando o equilíbrio emocional, melhor.

3. Experimente controlar a respiração

Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar deixar o abdome expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora. Além disso, quando você estiver em um ambiente silencioso e com possibilidade de ficar deitado, use uma técnica de relaxamento. O relaxamento combinado com a respiração diafragmática, certamente, reduzirá a respiração ofegante, a taquicardia e o tremor.

4. Evite pensamentos negativos

Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter.
Uma vez avaliada a situação, devemos substituir os pensamentos sobre o evento temido, principalmente os negativos. Sempre que um pensamento negativo se iniciar, devesse substituí-lo por outro pensamento qualquer, preferencialmente, agradável. Isto certamente não é fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostas autonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório.

5. Invista em alimentos com triptofano

Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio.
Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista.

6. Tome um chá

A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa a camomila e a valeriana.

7. Mantenha foco de atenção no presente

Quando sua mente está dedicada integralmente ao momento atual você tem total capacidade de análise, julgamento e ação, portanto esta é uma boa forma de controlar a ansiedade. Quando a mente passeia aleatoriamente entre passado e futuro sem direcionamento para um planejamento você pode se perde nas ideias e a ansiedade pode iniciar ou piorar.

8. Seja mais organizado

Quem vive na bagunça gasta tempo para achar o que precisa, acumula coisas sem utilidade, dificultando o bem-estar e acaba por criar sentimentos de ansiedade. Trabalhar, estudar e viver em ambiente minimamente organizado ajuda no equilíbrio emocional e controle da ansiedade. Além disso, pessoas com uma organização maior do seu tempo conseguem aproveitá-lo melhor, o que reduz muitos fatores causadores de ansiedade.

9. Esteja com quem você ama

Conviver com pessoas queridas da família, amigos e conhecimentos que se tenha afinidade faz toda diferença na qualidade de vida. A companhia de quem amamos é especial para nosso emocional. Quem está bem vive mais relaxado e menos ansioso.

10. Dedique tempo para se cuidar

Reservar algum tempo do dia para você e ser capaz de ouvir suas reais necessidades pode contribuir diretamente para o controle da ansiedade. Saber olhar para si, atender e contribuir para sua meta de vida é uma ação de grande poder para sua vida. Seja capaz de dedicar um pouco de tempo e energia a você mesmo.

11. Cuide dos pensamentos para sorrir mais

Atenção ao que você pensa, pois isso terá impacto direto no seu humor. Avalie suas ideias. Ponha um ponto final em ?filmes mentais? de assuntos negativos sem resolução. Seja capaz de se planejar, programar e ser forte, sem precisar montar um cenário terrível em sua mente. Com pensamentos mais leves, você perceberá o mundo de outra forma e isso lhe ajudará a sorrir mais. O riso, o sorriso faz bem para a cura emocional, relaxa e diminui a ansiedade.

12. Confie mais em si mesmo

Você é (ou deveria ser), sem dúvida alguma, a sua melhora companhia. Não há ninguém que estará ao lado mais tempo que você mesmo, por isso, invista nessa bela ?parceria? com você mesmo. Seja fiel a você. Confie mais e isso lhe dará forças para lidar com a ansiedade do dia a dia.

13. Desenvolva congruência

Quem pensa de um jeito, age de outro e diz ainda outra coisa terá, com toda certeza, ansiedade. Buscar equilíbrio entre o que se quer e o que faz pode contribuir para a harmonia do seu dia. O que está por trás das suas ações? Quais suas reais intenções ao agir? Você atende as suas reais necessidades? Pense com carinho nestas perguntas e tende observar quais atitudes podem ajuda-lo.

14. Fortaleça o autoconhecimento

Quem se conhece bem, sabe respeitar seus limites, consegue dizer não e é capaz de se proteger tem menos ansiedade que outras pessoas que estão ainda aprendendo a se conhecer. Quem tem total aceitação de si mesmo pode pensar, dizer e agir sem culpa com total alinhamento das suas necessidades.

15. Cuide bem do seu momento antes de dormir

Evite ações que levam a agitação, preocupação e desgaste. Nem sempre podemos prever o que pode acontecer pouco antes de dormir, mas aquilo que depende de nós devemos fazer bem feito. Procure conversar assuntos mais sérios fora do horário de ir para cama. Ponha um freio mental em pensamentos de tomada de decisão em momentos de relaxamento. Mudar a vida dentro da cabeça na hora de ir dormir só gera ansiedade e perda de sono.
Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/4327-15-dicas-para-controlar-a-ansiedade acesso em 11.12.18 às 13:58hs


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Conheça técnica capaz de amenizar desespero em momentos de sofrimento

"O mundo vai girando cada vez mais veloz, a gente espera do mundo, o mundo espera de nós. Um pouco mais de paciência. Será que é tempo que me falta para perceber, será que temos esse tempo pra perder e quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara".
"Tenho medo de amor e não saber amar... tenho medo do medo que dá". (Lenine)
Esses trechos de música ressoam como um convite a apresentar o mindfulness em um tempo de humanos acusados de desumanizados, acelerados, preocupados, estressados e cada vez mais adoecidos física e mentalmente.
Em um mundo carregado de estressores de A a Z, a humanidade caminha com acidentes, agressões, abandonos, banalização do trabalho, carência de afeto e cuidado, danos, escassez... Há todo um alfabeto de desafios à saúde psicológica da sociedade.
Precisamos de mais tempo interno que nos possibilite atitudes mais conscientes e pacíficas conosco e com os outros para assim termos uma sociedade mais saudável e menos violenta. Precisamos de um tempo que não nos damos, de um mínimo de tempo necessário e é por isso que o mindfulness está tão em alta.
O que diferencia os seres humanos dos demais seres é a nossa consciência, ou seja, a percepção e separação entre o mundo interno e o mundo externo. Mas o que é mais relevante ainda à nossa humanização plena é a possibilidade de agir conscientemente, e não reativamente. Para agir consciente precisamos ser capazes de reconhecer nossos próprios pensamentos e sentimentos. A partir daí, regular e escolher comportamentos que nos represente de forma consciente, pela própria vontade e decisão, e não de forma reativa, no automático, gerado pelo medo ou pela incerteza.
A meditação mindfulness traz a proposta de uma prática constante da Atenção Plena, consciente.
Vários estudos científicos têm comprovado múltiplos e relevantes benefícios especialmente para a saúde mental. Exemplos disso são a redução dos sintomas de depressão (1), a redução da ansiedade (2), diminuição de abuso de substâncias psicoativas (3) e redução da compulsão alimentar (4). Ou seja, as práticas de mindfulness causaram um impacto positivo nas medidas objetivas de humor e cognição, percepção e planejamento (5).

Princípios do mindfulness

Essa estratégia tem origens na tradição budista oriental e baseia-se em dois princípios fundamentais:
1.a consciência e atenção ao momento presente;2.a aceitação sem julgamentos ou críticas aos seus estados emocionais no presente.
O mindfulness é, portanto, o processo de aprendizagem para treinar a mente em focar no momento presente, reconhecendo-se. Esse treinamento permite ao praticante que ele reconheça seu processo de pensar, de sentir e agir. Permite que a pessoa de fato adquira consciência, perceba e lide com seu estado atual.
Quem pratica mindfulness passa a reconhecer com mais habilidade e naturalidade as tendências automáticas da mente em trazer memórias ou criar cenários futuros ensinando o praticante a reconhecer essas tendências como um observador dessas tendências e voltar e estar no agora.
A pessoa começa a lidar com essas tendências da mente circular entre o passado e futuro de forma muito mais consciente sempre reforçando a experiência do agora, respirando e generosamente focando no momento presente.
Dessa forma, o mindfulness surge como estratégia fundamental para que, quando os pensamentos surjam, a pessoa treine o que chamamos de "curiosidade gentil". Isso consiste simplesmente em ter uma atitude de aprendiz curioso consigo ao reconhecer e compreender os próprios pensamentos a sentimentos.

Estar consigo mesmo

A meditação é uma estratégia de criar espaço interno para reconhecer os próprios pensamentos e estar consigo mesmo de uma forma diferente.
Essa forma foi perdida há muito tempo, e muitas vezes foi vivida na infância, quando tínhamos tempo para estar conosco mesmo. Aquela forma que tínhamos de dialogar com uma atitude de curiosidade gentil conosco mesmo, que enquanto brincávamos, falávamos sozinhos conosco mesmo. De certo modo, tínhamos uma inteligência e criávamos um continente mais amplo para os problemas do mundo que já começavam a nos atravessar. Para alguns de nós que tiveram infâncias "adultizadas", esse espaço de ser foi sequer experimentado.
Com o mindfulness, cria-se um tempo para estar consigo mesmo de modo a reconhecer as próprias experiências emocionais sem tentar fugir delas a qualquer custo ou de qualquer jeito. Atitudes impensadas e reações automáticas geram mais conflitos internos e interpessoais.
Costumamos notar que dialogar sobre um fato desagradável acaba com alguém querendo achar culpados ou modificá-lo, quando a solução do problema não está em nossas mãos. A decisão torna o fato com sofrimento ainda maior do que ele realmente representa. Tornamos o que era uma sombra, um monstro.
Assim, podemos experimentar não fugir do desagradável, mas criar um espaço de auto-respeito para se escutar, se reservar o direito de parar por alguns minutos e me retirar para estar comigo mesmo, escutar minha própria voz e perguntar: "como estou me sentindo agora?". Talvez eu reconheça que estou triste, estou assustada, estou preocupada sobre o futuro, sobre o que acontecerá a mim mesma e às pessoas que amo. E, de novo, respiro profundamente e presto atenção a mim mesma agora, nesse momento em que observo meus pensamentos e sentimentos. O praticante constante do mindfulness será capaz de experimentar uma perturbação muito menor do que experimentaria antes de realizar a prática da meditação.
O mindfulness é a oportunidade de estar consigo de uma maneira mais generosa e compreensiva, tentando evitar pensamentos de preocupação que me levem para um futuro incerto.

Programas de mindfulness

Geralmente, os programas mais consistentes de mindfulness consistem em encontros duas vezes por semana, com duração de 8 semanas, em que as técnicas e princípios são praticados, mas existem outros programas mais curtos.
O treinamento mindfulness é um processo constante que permite que a pessoa adote estratégias para reconhecer as ditas experiências primárias de conforto e desconforto que surgem no corpo. Por exemplo, é possível reconhecer essas sensações com certos estímulos: prazer ao comer um doce, dores no corpo ao estar por exemplo muito tempo encurvado.
A ideia é criar crescente consciência e reconhecimento do que se está vivenciando. Ao invés de ignorar o desconforto, o sujeito passa a atuar sempre usando a respiração e os princípios de diálogo interno que são a base da filosofia mindfulness. Isso previne elaborações perturbadoras ou ruminações negativas que geram sofrimento muito maior que o fato primário desconfortável.
O mindfulness também ensina o participante a reconhecer as experiências positivas de modo a maximizá-las, potencializá-las e fortalecê-las. Assim, o participante valoriza os momentos de bem-estar e busca vivê-los com a importância que possuem. Esses momentos podem ser pequenos, como sentir o cheiro do café, perceber uma fragrância agradável, um sabor especial... Isso cria estados de bem-estar a partir de experiências singelas do cotidiano e aumenta o senso de qualidade de vida das pessoas.
O mindfulness nos ajuda a lidar conosco mesmo no sentido de termos congruência. Isso não significa não ter dor, nem negar o desagradável, mas lidar com os fatos de uma forma mais integradora. O sofrimento ainda existe, mas para muitos que praticam essa técnica, ele é vivenciado com menor nível de desespero. Finalizo esse artigo com um trecho de Ivan Lins: "Desesperar jamais. Aprendemos muito nesses anos. Afinal de contas não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo. Nada de correr da raia, Nada de morrer na praia... Nada de esquecer no balanço de perdas e danos, já tivemos muitos desenganos, já tivemos muito que chorar, mas agora, acho que chegou a hora de fazer valer o dito popular: Desesperar jamais".
  • 1. Coffman, Dimidjian e Baer, 2006, Hoffman, Sawyer, Witt, Oh, 2010, Ma Teasdale, 2004, Piet Hougaard, 2011
  • 2. Hoffman et al., 2010
  • Roemer, Salters-Pedneault, Orsillo, 2006
  • 3. Bowen et al., 2006
  • 4. Tapper et al., 2009
  • 5. Chambers, Lo, Allen, 2008, Chiesa, Calatti e Serretti, 2011, Fiocco Mallya, 2015
Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/34173-conheca-tecnica-capaz-de-amenizar-desespero-em-momentos-de-sofrimento acesso em 06.12.18 às 22:16hs

Cirurgia Robótica no Brasil – Uma tecnologia ao alcance de todos? Confira a entrevista com o Dr. Nilo Jorge Leão

O Brasil conta hoje com mais de 30 robôs para  realização de cirurgia robótica em atividade em nosso país.  Essas “ferramentas tecnológicas” , conhecidos como Da Vinci (Intuitive/Stratner), foram desenvolvidos para realização de cirurgias complexas, . A maioria dos consoles tipo Da Vinci encontram-se na cidade de São Paulo e Salvador ainda segue aguardando a chegada desse avanço. Cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Minas Gerais, Barretos, Fortaleza, Belém e Recife, já contam também com o apoio dessa tecnologia que é utilizada principalmente na luta contra o câncer.

Como funciona a cirurgia robótica?

A cirurgia Laparoscópica auxiliada pela tecnologia robótica é a forma mais moderna de abordagem cirúrgica minimamente invasiva, onde o cirurgião fica sentado confortavelmente em um console, há alguns centímetros da maca onde o paciente encontra-se posicionado, controlando a plataforma robótica que encontra-se acoplada ao paciente.
O robô é um aparelho, que pesa pouco mais de 500 Kg, possui 4 braços articulados, com movimentos altamente precisos e que permite magnificação de imagem e visão 3D ao cirurgião que exerce o seu controle, o que facilita muito a identificação de estruturas nobres e otimiza os resultados cirúrgicos.
Literalmente falando, a impressão que dá é que colocamos a cabeça dentro do paciente, enxergando todas as estruturas nobres de maneira precisa, amplificada e tridimensional.

Cirurgia robótica na urologia

A urologia é a especialidade que mais utiliza essa tecnologia no Brasil, principalmente para o tratamento do câncer de próstata, um órgão que fica “escondido” na pelve, num espaço limitado e de difícil acesso. Contudo, o uso do robô vem sendo estendido a cada dia para diversas áreas, como ginecologia, coloproctologia, cirurgia torácica e cirurgia de cabeça e pescoço. Nos Estados Unidos por exemplo, a Ginecologia é a especialidade que lidera o número de cirurgias Robóticas, seguido pela urologia.
Antigamente, quando no período da formação acadêmica, os cirurgiões aprendiam o jargão que “grandes cirurgiões, grandes incisões”. Esse conceito caiu por terra com o avanço da cirurgia minimamente invasiva, onde grandes cirurgias são realizadas através de incisões cada vez menores. Desta forma, a cirurgia robótica permite uma recuperação mais rápida e se associa a menores taxas de sangramento. Além disso, por eliminar o tremor essencial, próprio de todos os seres humanos, ela é uma modalidade cirúrgica mais precisa e prolonga a vida útil dos cirurgiões.

O custo da cirurgia robótica

O principal problema da cirurgia robótica é o elevado custo necessário para adquirir essa tecnologia. O investimento inicial é estimado em 3 milhões de dólares, o que inclui a compra da máquina, o preparo estrutural de uma sala cirúrgica para receber o robô, e o treinamento de alguns profissionais que serão fundamentais para o funcionamento adequado da plataforma robótica.
Apesar do seu custo de aquisição elevado, por reduzir tempo de internação e otimizar resultados cirúrgicos, a cirurgia Robótica pode também representar redução de gastos significantes. Isso acontece, devido ao menor tempo de internação hospitalar e menor uso de analgésicos no pós operatório. Um dos motivos pelos quais é hoje a modalidade Cirúrgica de escolha para tratamento do câncer de próstata, rim e útero nos Estados Unidos, onde já existem mais de 3 mil plataformas em funcionamento.
Quem está habilitado para operar o robô?
Hoje no Brasil, a empresa responsável pela comercialização do robô Da Vinci – Intuitive/Stratner- exige uma certificação para a prática da cirurgia robótica. É uma espécie de carteira de habilitação para operar a máquina. O cirurgião passa por um período de testes em simuladores e acaba realizando o seu “teste final”em um modelo animal em cidades como Houston (EUA) e Bogotá (COL), quando é avaliado e liberado para operar com auxílio do robô. Existem programas de treinamento cirúrgico conhecidos como fellowships com foco em especialização em cirurgia robótica, a maioria com duração mínima de 1 ano. Contudo, no Brasil ainda existem poucos programas de treinamento formal em cirurgia robótica, sendo o fellowship do Hospital AC Camargo (SP) o único até o momento onde o urologista além de participar de mais de 200 cirurgias robóticas já sai com sua habilitação internacional para a prática da mesma. Isso acaba por tornar a prática dessa modalidade cirúrgica ainda muito restrita a alguns cirurgiões, motivo pelo qual é importante ficar atento se o seu urologista encontra-se habilitado para esta prática.

Cirurgia robótica no Brasil

No Brasil, o primeiro robô Da Vinci chegou em 2008, e desde então, apesar de lentamente, vem conquistando cada vez mais território, ocupando todas as regiões, já que Belém do Pará adquiriu sua primeira plataforma recentemente.
Em Salvador, uma das maiores capitais do país, nenhuma rede hospitalar adquiriu formalmente essa tecnologia, apesar dos inúmeros boatos sobre possíveis compras. Hoje, o paciente soteropolitano ainda precisa viajar para outras cidades para ser operado com o auxílio da tecnologia robótica.  Eu, pessoalmente, acompanho os meus pacientes e realizo minhas cirurgias robóticas em Hospitais de referência em São Paulo, onde fiz boa parte da minha formação médica e urológica. O paciente em geral chega à São Paulo na véspera da cirurgia, fica internado por 24 a 36 horas após o procedimento, sendo liberado para regressar  à Salvador  3 a 4  dias após  o procedimento cirúrgico.  Apesar de ser uma boa alternativa, a viagem feita pelo paciente baiano aumenta os custos do tratamento e desloca o paciente do conforto do seu lar e proximidade dos familiares num momento onde o paciente encontra-se fragilizado, mesmo que por um breve período.
O fato é que já passou da hora de Salvador acompanhar os avanços tecnológicos da medicina internacional. Não faz sentido algum outras cidades do norte e nordeste possuírem a plataforma robótica e Salvador não. Acredito que em breve, teremos novidades por aqui.
Para maiores esclarecimentos, agende sua consulta com um de nossos Urologistas.
Uroclínica da Bahia
Fone: (71) 2626 3030 ou pelo Whatsapp: 71 99184 2858
Fonte: http://uroclinicadabahia.com/cirurgia-robotica/ acesso em 06.12.18 às 21;42hs

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Campanha Dezembro Laranja: confira dicas para se proteger do sol e evitar o câncer de pele

 "Torrar" o couro cabeludo, as orelhas ou o dorso dos pés não é motivo de orgulho para ninguém, contudo, a maioria das pessoas já passou por essa situação. De acordo com um estudo apresentado no British Association of Dermatologists’ Annual Conference em 2017, ao aplicar filtro solar no rosto, as pessoas deixam, em média, 10% da pele desprotegida. Além do incômodo causado pelas queimaduras, isso ainda pode acelerar o envelhecimento e, pior, causar um câncer de pele. 
Conforme a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer de pele, que deve atingir 165.580 novos casos de câncer de pele não melanoma entre 2018 e 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para frear esses números, a entidade promove, desde 2014, o Dezembro Laranja, que faz o alerta para essa doença. Neste ano, o mote da campanha é “Se exponha, mas não se queime”. 
ara aderir à campanha e fugir de todos os transtornos do excesso de sol, confira algumas dicas sobre o uso de filtro solar em algumas das áreas mais esquecidas do corpo: 

Orelhas e nuca 

Merecem um cuidado especial, especialmente nos homens ou em pessoas com cabelo mais curto, ralo ou claro, alerta Pedro Dantas, Coordenador do Departamento de Oncologia Cutânea da SBD. 

Pálpebras 

Segundo o estudo britânico, essa foi uma das áreas mais negligenciadas pelas pessoas.  
— A região da pálpebra inferior é uma das que mais apresenta câncer de pele. As pessoas têm receio de passar filtro por que vai arder. Nesses casos, para quem tem mais sensibilidade ao produto, recomendamos o uso de óculos escuros contínuo — sugere Dantas. 

Couro cabeludo 

Também é uma área bastante suscetível às queimaduras, portanto merece cuidado especial. Dantas indica uso de filtros em spray – pode ser o para o corpo – ou então produtos específicos para a região, como xampus e cremes sem enxágue. 
— Ou então, recomendamos uso de bonés ou chapéus — diz o médico. 

Boca e lábios 

Também é uma parte da face que precisa ser lembrada para evitar manchas e rugas precoces, conhecidas como "código de barras". No entorno da boca, deve-se aplicar o filtro, enquanto nos lábios, pode-se usar hidratantes labiais ou batons com FPS, indica a dermatologista Claudia Marçal. 

Mãos e pés 

Áreas bastante expostas e também negligenciadas são as mãos e os pés. As mãos, especialmente, sofrem bastante com o aparecimento de rugas e manchas, que pode ser retardado com o uso da fotoproteção. Os pés também merecem atenção especial, inclusive na hora de reaplicar o filtro. 

Não esqueça! 

  • Procure um produto que melhor se adapte ao seu tipo de pele: creme, gel, spray. Na dúvida, peça orientação de um dermatologista. 
  • Fuja do sol entre 10h e 16h. É nesse período que há a combinação os raios ultravioleta A (UVA) e B (UVB), que além das queimaduras, provocam câncer de pele, afirma Claudia. 
  • Além de filtro, chapéu, boné, óculos escuros, roupas com fotoproteção e sombra são sempre bons aliados na hora de prevenir o câncer e evitar queimaduras, lembra Dantas. 
  • Não deixe para aplicar o filtro na praia ou na piscina. Dantas destaca que os produtos levam, em média, 15 minutos para entrar em ação, portanto, o ideal é passá-lo antes da exposição. 

O filtro 

Fique atento ao FPS, que é o fator de proteção contra os raios UVB, mas não esqueça de ver o PPD do produto, que é o fator de proteção contra os raios UVA, que são os maiores responsáveis pelo câncer de pele, manchas e envelhecimento. Segundo Dantas, o PPD recomendado deve ser de um terço do FPS. Ou seja: um protetor com FPS 30 precisa ter PPD de 10. 
A SBD recomenda que, antes da exposição, a pessoa passe o filtro e o reaplique em seguida. 
— Consideramos mais prático e, dessa forma, cobrimos o que faltou — explica o médico. 
Também pode-se seguir as seguintes medidas: uma colher de chá para a cabeça, uma colher de chá para cada braço, duas colheres de chá para tronco (frente e costas) e mais duas colheres de chá para cada perna.

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2018/12/campanha-dezembro-laranja-confira-dicas-para-se-proteger-do-sol-e-evitar-o-cancer-de-pele-cjpabnzmx0ix001rxu0ari67b.html acesso em 05.12.18 às 10:36hs