A partir da tomada de consciência da forma como estou vivendo posso decidir por trilhar novos caminhos.
Sueli
A partir da tomada de consciência da forma como estou vivendo posso decidir por trilhar novos caminhos.
Sueli
O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle do câncer.
site do inca https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-do-cancer acesso em 03.02.23 às 10:25h
A organização internacional World Cancer Day que criou a campanha ” Por Cuidados Mais Justos.” A campanha visa alertar que ao mesmo tempo em que vivemos em uma época de avanços inspiradores na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer encontramos barreiras de todos o tipos.
Questões como renda, educação, localização geográfica e discriminação com base na etnia, gênero, orientação sexual, idade, incapacidade e estilo de vida são apenas alguns dos fatores que podem afetar negativamente nestes cuidados com o câncer.
Por isso, o tema do Dia Mundial do Câncer deste ano definido pelo a World Cancer Day, pede a união de múltiplas vozes representativas da nossa sociedade.
A proposta é fortalecimento, buscando colaborações de todos os grupos sociais para juntos celebrar mais avanços e mudanças pelos cuidados mais justos aos diferentes tipos de pacientes oncológicos.
site do imama https://imama.org.br/dia-mundial-de-combate-ao-cancer/ acesso em03.02.23 às 10:25h
O Dia Mundial do Câncer de 2023 marca o segundo ano da campanha de três anos ‘Fechar a lacuna de cuidados’, que é centrada na questão da equidade e liderada pela Union for International Cancer Control.
O primeiro ano (2022) da campanha “Por cuidados mais justos” foi sobre entender e reconhecer as ‘inequidades’ no tratamento do câncer em todo o mundo e seu impacto na saúde pública. Agora em 2023, é sobre unir indivíduos e organizações, defensores e formuladores de políticas para pedir mudanças e agir.
Trata-se também de celebrar o progresso do mundo real, não apenas em inovação e avanços médicos, mas até mesmo nas ações mais humildes que podem ter um impacto significativo: motivar os vizinhos a fornecer transporte para tratamento de câncer para um colega residente ou garantir que opções de alimentação saudáveis e acessíveis sejam oferecidas na escola local.
É hora de lutarmos #PorCuidadosMaisJustos e o TJCC está junto desta iniciativa! Saiba como você também pode mostrar seu apoio no 4 de fevereiro em worldcancerday.org
site TJCC https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/campanha/tjcc-apoia-o-dia-mundial-do-cancer-2023/ acesso em 03.02.2023 às 10:44h
No dia 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico. A data foi escolhida em função da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), em 20 de janeiro de 1916. Na época, era a maior instituição representativa da categoria, no País.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) está promovendo neste mês a campanha Janeiro Roxo, que visa conscientizar a população contra o estigma e o preconceito vinculados à hanseníase. Segundo o presidente da SBD, Heitor Gonçalves, a iniciativa destina-se ainda às autoridades públicas, no sentido de chamar a atenção para a necessidade de mais investimentos para o controle da hanseníase, aos profissionais de saúde, para reacender a discussão técnica e política sobre a problemática da hanseníase e à imprensa, para que tome conhecimento e seja aliada da campanha.

Gonçalves disse que o nome da campanha decorre do fato de a cor roxa sinalizar a criatividade e o aprofundamento sobre o estudo das questões “e, principalmente, a luta contra uma causa sem amarras e sem preconceitos. Daí o lema Janeiro Roxo, um mês de combate ao preconceito contra a hanseníase”.
Informações sobre a campanha podem ser obtidas no site da campanha. O Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase é comemorado no último domingo de janeiro.
O bacilo causador da hanseníase foi identificado no século 19, pelo médico norueguês e pesquisador de saúde pública Gerhard Armauer Hansen. Naquela época, a doença já carregava preconceito, segregação e era chamada de lepra, em tom pejorativo. Por conta do sobrenome do pesquisador, a doença passou a ser chamada hanseníase. Passados quase 150 anos, profissionais da saúde ainda promovem campanhas de esclarecimento e ações na mídia para desmitificar a hanseníase.
O chefe do Departamento de Hanseníase da SBD, Egon Daxbacher, disse à Agência Brasil que a doença, se tratada, não é transmitida. No passado, os pacientes eram isolados e segregados.
Ao perceber sintomas como manchas mais claras que a pele, ou avermelhadas, que têm alteração de sensibilidade quando testadas, além de sensação de choque, dormência ou fisgada nos pés e mãos, a pessoa deve procurar uma unidade básica de saúde ou um dermatologista. Isso deve ser feito também por pessoas da família que moram com o paciente ou que tiveram contato prolongado e próximo com ele, porque têm mais risco de adoecimento.
O dermatologista advertiu que esses sintomas podem evoluir para deformidades, caroços, quando a doença adquire uma forma mais avançada. A procura por tratamento se explica, do mesmo modo, porque, se não for hanseníase, pode ser outra doença de pele que necessita de diagnóstico.
A identificação precoce evita danos aos nervos e movimentos, afirmou Daxbacher. Diferentemente do que se imagina, a hanseníase não está presente apenas em locais mais carentes e sem saneamento básico, podendo ocorrer em todas as camadas da sociedade. A doença é gerada pela bactéria Mycobacterium leprae e transmitida para outras pessoas caso não haja tratamento. Qualquer indivíduo pode ser acometido.
Quando já instalada no organismo, é percebida alteração ou perda da sensibilidade ao calor e ao frio, dor, fraqueza muscular dos membros e até incapacidade da visão.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia considera preocupante o quadro da hanseníase no Brasil. Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre hanseníase, em 2019, antes da pandemia de covid-19, foram notificados 27.864 novos casos no país, o equivalente a 93% de todos os registros da região das Américas e a 13,7% dos números globais do ano.
Em 2020, foram informados à Organização Mundial da Saúde (OMS) mais 127.396 casos, dos quais 19.195 (15,1%) ocorreram na região das Américas, sendo 17.979 notificados no Brasil, ou seja, 93,6% do número de casos novos das Américas. Brasil, Índia e Indonésia reportaram mais de 10 mil casos novos, correspondendo a 74% das notificações feitas em 2020. Em número de casos de hanseníase, o Brasil é o segundo no mundo, atrás apenas da Índia.
O boletim epidemiológico publicado neste ano sobre a doença, com dados referentes a 2021, informa que o Brasil diagnosticou 15.155 casos novos de hanseníase. Para o médico Egon Daxbacher, esses números mostram queda, que pode chegar a até 50% em algumas regiões, relacionada à pandemia de covid-19. “Isso foi decorrente, realmente, da dificuldade de acesso [ao tratamento], por conta da pandemia”. A pandemia prejudicou a procura de tratamento, disse Daxbacher. A preocupação da SBD é orientar a população, dar acesso ao tratamento, fazer com que as pessoas conheçam os sintomas e se curem, antes de ocorrerem danos maiores, quando a doença alcança os nervos e prejudica os movimentos.
“Como é uma doença que, se diagnosticada tardiamente, pode trazer sequelas, como perda de movimento e deformidades, qualquer um que fale que tem a doença, as outras pessoas já ficam com preconceito”, ressaltou o médico. “Mas sabemos que, se for tratada logo no início, com o aparecimento de uma pequena mancha ou alteração da sensibilidade, a doença tem cura. Às vezes, a pessoa nem tem deformidade, mas já é vista como alguém fadado a ficar assim”, afirmou. “Isso gera preconceito desde os tempos bíblicos”. Daxbacher deixou claro que o isolamento não é necessário, uma vez que, cerca de 15 dias depois de iniciado o tratamento, o paciente deixa de transmitir a doença.
De acordo com o especialista, há também uma defesa natural nas pessoas contra a doença. “Não é fácil adquirir. Não é uma virose respiratória, como a gripe. Essa bactéria a gente consegue combater internamente, no nosso organismo, na maioria dos casos.” Daxbacher enfatizou que a campanha Janeiro Roxo objetiva manter ativa a lembrança da doença entre os profissionais de saúde, para que estes, ao se deparar com casos e sintomas parecidos, lembrem-se da hanseníase.
A SBD, que se dirige ainda a outros profissionais da área de saúde, principalmente os médicos de família, que ficam mais próximos da saúde pública da comunidade, destacou que seu site traz orientações, esclarece mitos e verdades sobre a hanseníase, além de responder a perguntas e dar mais informações à população.
Edição: Nádia Franco
Em 2023, o tema do Movimento Janeiro Branco não poderia ser outro: A VIDA PEDE EQUILÍBRIO!
Juntos, a gente consegue levar essa mensagem ao mundo!O câncer de colo do útero, também chamado de câncer cervical, é o terceiro tumor maligno mais incidente entre mulheres brasileiras, depois do câncer de pele não melanoma. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o ano de 2023 foram estimados 17.010 casos novos da doença. Apesar de ser evitável, o câncer de colo do útero ocupa a quarta maior causa de morte no sexo feminino por câncer, no país. Para conscientizar e reforçar a importância da prevenção e da detecção precoce da doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) chama atenção para a vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), principal causa do câncer de colo do útero, bem como a realização anual do exame preventivo, necessário para o diagnóstico precoce.
Especialista em cirurgia oncológica, o médico no HCP, Dr. Vandré Carneiro, explica que a infecção persistente do HPV, transmitido principalmente por meio das relações sexuais, é responsável pelo desenvolvimento do câncer de colo de útero. “A vacina contra o HPV é o método mais eficaz de evitar o aparecimento do câncer de colo de útero, uma vez que ela previne a infecção. Provavelmente, isso irá mudar a história natural da doença nas próximas gerações”, diz. Em geral, a doença é mais comum em mulheres que iniciaram a vida sexual cedo e que tiveram múltiplos parceiros. O tabagismo também é um fator de risco.
A segunda forma de evitar o surgimento do câncer é o exame preventivo – chamado de citologia ou, mais comumente, de Papanicolau. Através do exame, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-malignas em mulheres infectadas pelo HPV, evitando que elas evoluam para um tumor maligno. Vale ressaltar que o tratamento não elimina o vírus do organismo e que, por isso, mulheres que já apresentaram lesões devem realizar um acompanhamento médico mais rigoroso. “Na imensa maioria das vezes, mesmo quando há a presença do HPV, a mulher não terá um câncer, principalmente se ela for submetida a exames de rastreio de forma eficaz”, ressalta Dr. Vandré. A recomendação mais comum é que o preventivo seja realizado após a primeira relação sexual ou a partir dos 25 anos. No caso da vacinação, quanto antes o imunizante for aplicado, menor será a chance de desenvolver câncer do colo do útero na fase adulta. A vacina é oferecida para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.
O exame preventivo também é importante para diagnosticar o câncer de colo de útero em fase inicial. Nesse caso, quando for identificada uma lesão suspeita, a paciente será submetida a outros exames e procedimentos, como a colposcopia e a biópsia, e, se necessário, à cirurgia. “O câncer de colo de útero é curável, especialmente se diagnosticado na fase inicial, quando as taxas de cura podem ultrapassar 90%”, destaca o cirurgião.
Sobre o HCP
O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes. Saiba mais nas nossas redes sociais @sigahcp.
Fonte: https://www.hcp.org.br/2023/01/02/janeiro-verde-campanha-do-hcp-faz-um-alerta-para-o-cancer-de-colo-do-utero/ acesso em 13.01.2023 às 14:06h
Comemora-se em 14 de janeiro, o Dia Nacional do Enfermo. Criada em 2002, pelo Ministério da Saúde tendo em vista um Programa de Humanização dos Hospitais, a data evoca a necessidade de se promover a transformação do ambiente onde se encontram os enfermos, afinal, estes precisam de um olhar que compreenda as diversas dimensões humanas: biológica, psicológica, social, cultural, moral, espiritual e religiosa.
Para tanto, a iniciativa visa incentivar mudanças entre os cuidadores (médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem) e os enfermos, bem como os parentes e amigos.
Fonte: https://paroquiasaogeraldo.com.br/noticia/dia-nacional-do-enfermo/ acesso em 12.01.23 às 15:03h