segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

MAU HÁLITO

Mau hálito ou Halitose: conheça suas causas, tratamentos e consequências.

O mau hálito ou halitose não é uma doença e sim, um sinal ou sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, que deve ser identificado e tratado.
O nome Halitose, termo médico para designar o mau hálito deriva do latim Halitus que significa ar expirado.

Onde é originado e quais as causas principais

DE ACORDO COM OS ESTUDOS MAIS RECENTES, AS ORIGENS DO MAU HÁLITO PODEM SER:
  • ORIGEM BUCAL (de 90 a 95 % dos casos)*
  • ORIGEM EXTRA-BUCAL ( de 5 a 10 % dos casos)*
Observação: Como causas de origem extra-bucal, consideramos as causas de origem nas vias aéreas superiores e as de origem metabólica ou sistêmica, vindas de dentro do organismo.
*FONTES DOS ESTUDOS: 
1-) Quirynen et al. Characteristics of 2000 patients who visited a halitosis clinic, J Clin Periodontol, 2009.
2-) Tangerman A & Winkel E G,Extra-oral halitosis: an overview,  J. Breath Res, 2010.
As causas da halitose conhecidas são mais de 60 e as causas bucais correspondem, como visto acima, a mais de 90% dos casos. Dentre as causas mais importantes e comuns originadas na cavidade bucal, temos a saburra lingual e as doenças da gengiva (gengivite e periodontite).
Nas causas do mau hálito originado nas vias aéreas superiores, os principais responsáveis são oscáseos amigdalianos, e de origem sistêmica ou metabólica, temos o jejum prolongado, a ingestão de alimentos odoríferos (capazes de alterar o hálito), o diabetes não compensado, a hipoglicemia e as alterações hepáticas, renais e intestinais como causas principais, mas que como vimos acima, correspondem somente a uma porcentagem muito pequena dos casos.
O MAU HÁLITO NÃO VEM DO ESTÔMAGO, sendo que este é frequentemente responsabilizado pela alteração no odor do hálito, exceto em raros casos de Diverticulose esofágica  (especialmente o divertículo de Zencker - que é uma causa originada na transição entre o esôfago e a faringe) ou ainda devido a arrotos ou refluxo gastro-esofágico, porém nestes casos a alteração do hálito é momentânea e passageira e seu odor não é o característico cheiro de enxofre presente na halitose crônica e sim um odor caracteristicamente ácido. Em mais de 4.000 tratamentos de halitose realizados, nunca encontrei um único caso com causas originadas no estômago.

A crença de o estômago provocar o mau hálito talvez seja o maior mito na área de saúde da atualidade, que graças aos esforços da  Associação Brasileira da Halitose (ABHA - Pesquisa: o Mau hálito e o profissional da área de saúde) e de seus associados, vem sendo desmistificada.
A saburra lingual, as doenças da gengiva (gengivite e periodontite) e os cáseos amigdalianosestão presentes em quase 100 % dos casos de alterações do hálito de origem bucal, pois embora estes últimos sejam uma causa de halitose de origem nas vias aéreas superiores, a alteração no odor do hálito se manifesta através do ar expirado pela boca, pois as amígdalas se localizam à porta da cavidade bucal, na orofaringe.
As doenças da gengiva bem como várias outras causas de alteração do hálito de origem bucal (dentes semi-inclusos, excessos de tecido gengival, feridas cirúrgicas, cáries abertas e extensas, próteses mal adaptadas, abscessos, estomatites, miíase, cistos dentígeros e câncer bucal) podem ser facilmente identificadas e tratadas (ou encaminhadas para tratamento) por um Cirurgião Dentista experiente.
Vamos detalhar a seguir um pouco mais sobre o que são a saburra lingual e os cáseos amigdalianos, 02 das causas mais frequentes do mau hálito:
Saburra Lingual

A saburra lingual, é uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada localizada no dorso posterior (fundo) da língua, que se forma basicamente quando estamos frente a uma diminuição da produção de saliva ou de uma descamação epitelial (minúsculos pedacinhos de pele que se desprendem dos lábios e bochechas) acima dos limites normais (ou fisiológicos) ou ainda, em ambas as situações.
Os cáseos amigdalianos são como "massinhas" que se formam em pequenas cavidades existentes nas amígdalas (criptas amigdalianas). A composição do cáseos amigdalianos é similar à da saburra lingual, e são formados pelo mesmo mecanismo, ou seja, descamação epitelial e/ou redução do fluxo salivar. Ele pode ser expelido durante a fala, tosse ou espirros. Ele é uma massa viscosa e seu nome deriva do latim “caseum”, que significa queijo, assemelhando-se assim a uma pequena “bolinha de queijo” com um odor extremamente desagradável.
Cáseos amigdalianos
Existem várias causas para o aumento da descamação de células, entre elas está o ressecamento provocado pela respiração bucal ou ronco (www.ronco.net.br), ingestão freqüente de bebidas alcoólicas ou ainda, do uso de enxaguatório com álcool, uso de aparelho ortodôntico e hábito de mordiscamento dos lábios e bochechas ou dedos, entre outras causas.
A diminuição da saliva ocorre principalmente pelo estresse excessivo e pelo uso de medicações que diminuem a produção de saliva como efeito colateral. Essa diminuição da quantidade de saliva favorece a formação da saburra lingual e dos cáseos amigdalianos.
Como ocorre a formação dos odores na saburra lingual e nos cáseos amigdalianos:
Os cáseos e saburra são formados por restos protéicos, alimentares e salivares, células que se descamam da mucosa bucal e bactérias. Estas bactérias se alimentam das proteínas presentes nestes restos protéicos e células descamadas, sendo estas últimas, microscópicos pedacinhos de “carne crua”. Nesse processo de degradação destas células e dos restos protéicos ocorre a liberação de enxofre, em forma de compostos sulfurados voláteis - CSVs – principais gases responsáveis pelo mau hálito, que causam a alteração no odor do hálito.
Para se informar mais sobre estas importantes causas da halitose, acesse os sites com informações sobre a saburra lingual e sobre os caseos amigdalianos e conheça a relação que existe entre a formação, controle e tratamento de ambos.
Os textos das páginas deste site são de autoria do Dr. Maurício Duarte da Conceição, proprietário da Clínica Halitus, www.clinicahalitus.com.br, que atua há mais de 17 anos no tratamento da Halitose, com mais de 4.000 tratamentos pessoalmente realizados, tendo desenvolvido uma linha de produtos exclusivos para um Hálito fresco e agradável, que podem ser encontrados na loja virtual do site www.halitofresco.com.br.

IMPORTANTE: veja abaixo, na sessão de notícias, vários textos relacionados ao mau hálito, suas causas, consequências e correlações com inúmeros fatores. Se quiser sugerir algum tema, mande-nos sua sugestão.

Conheça as Novidades no Tratamento da Halitose, no menu Novidades deste site, onde você encontrá Produtos para a manutenção de um halito fresco e agradável, com eficácia conprovada cientificamente.
Caso exista interesse na reprodução parcial de algum conteúdo deste site, entre em contato ou coloque como fonte do texto reproduzido uma referência ou link ao site www.mauhalito.com.br.
Autor: Dr. Maurício Duarte da Conceição
http://www.mauhalito.com.br/
Sugestões e truques:
- evite doces e chicletes pois aumentam a produção de suco gástrico;
- aumentar o consumo de água;
- evitar longos períodos sem alimentar-se;
- diabéticos observar a dieta prescrita pelo nutricionista pois pode sofrer também com a halitose.
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sábado, 19 de dezembro de 2015

COMO ENFRENTAR SEUS MEDOS

Em algum momento da nossa vida nos deparamos com situações em que nos sentimos incapazes de enfrentar. São nessas oportunidades em que um acontecimento, ou uma percepção nos faz vacilar e muitas vezes até paralisar.
Medo de não ser compreendido, de viajar de avião, de ouvir um não, perder, de adoecer, de morrer.
Diante das situações de medo podemos buscar ajuda de um psiquiatra, um psicólogo, um amigo ou familiar. E em alguns casos simplesmente  desistir, recuar.
Mas há situações em que não podemos ficar paralisados, não podemos recuar...
Transcrevo abaixo um texto para reflexão

Sueli

Na grande arena da vida, os ponteiros da decisão apontam a hora de enfrentar os medos
“Até mesmo os cabelos de vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais” (Lc 12,7).
Tenha a coragem de enfrentar os seus medos - 1600x1200
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Dizem que, na Bíblia, a expressão “não tenhais medo” está escrita 365 vezes. Isso significa que para cada dia no ano temos de nos lembrar de que podemos vencer esse inimigo.
Mesmo que essa conta não seja exata, o certo é que, nesse duelo “medo x você”, Deus quer fazer de você um vencedor. O Senhor não vai lutar no seu lugar, mas, com certeza, lutará ao seu lado. Não sei se percebeu, mas você já está na arena da vida, a luta já vai começar. Resta saber quem vai vencer: você ou o seu medo.
Existem muitos tipos de medos: medo do passado, do presente, do futuro; medo de pessoas de dentro de casa e fora dela; medo de solidão, de multidão; medo de morrer, de viver; medo de homem, de mulher. Existem pessoas que têm medo de quem está vivo, outras de quem está morto.
Alguns com medo da traição, outros da paixão; outros com medo do perdão (dar ou receber); alguns com medo de falar, outros com medo de calar; alguns com medo do conhecido, outros, do desconhecido. Enfim, são muitos os tipos de temor e escrever uma lista de todos seria algo quase impossível.
Certa vez, ouvi padre Rufus Pereira dizer que o demônio é o “deus do medo” e que esse sentimento é como um louvor aos infernos: quanto mais uma pessoa o alimenta, tanto mais força tem o demônio de fazer mal a ela. Medo e fé são como água e óleo: não se misturam. Ou uma pessoa tem fé ou tem medo. Se o medo vencer, acabará asfixiando a fé.
O temor, na maioria das vezes, surge da nossa imaginação (como Santa Teresa dizia: “A imaginação é a louca da casa”); por isso, muitas vezes, o medo é como um manipulador, um “cara bom de papo” ou até um ilusionista, que faz você ver o que não existe, acreditar no que não é verdade e assustar-se com fantasmas que já foram sepultados, mas que ele insiste em dizer que estão vivos.
Na grande arena da vida, os ponteiros da decisão apontam a hora de enfrentar os seus medos, não de mãos vazias, mas com “as armas da fé” (cf. Rm 13,12). Não se esqueça também de que todo lutador tem sempre um técnico que lhe diz o que fazer. O seu é Jesus, Aquele que lhe diz: “Não tenhas medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar a vós o Reino” (Lc 12,32).
Quem não tiver coragem de enfrentar os seus medos nunca descobrirá que é maior do que eles, não importa o nome que tenham; você não pode mais lutar de costas, essa é a posição do pânico, dos covardes e derrotados. Na luta entre o medo e você, creia que o cinturão da vitória é seu.

Padre Sóstenes Vieira
Comunidade Canção Nova
  http://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/cura-interior/como-enfrentar-os-seus-medos/

PACIENTE EM TRATAMENTO DE CÂNCER PODE FAZER ATIVIDADE FÍSICA?

A prática frequente de atividades melhora o sono, o humor e aumenta o nível de energia, além de influenciar na saúde cardiorrespiratória (auxiliando na prevenção da doença cardíaca coronária, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral e hipertensão), na saúde metabólica (controlando o diabetes e a obesidade), na saúde musculoesquelética e na prevenção do câncer e da depressão.

A Diretora do Departamento de Fisioterapia, Ft. Celena Freire Friedrich, comenta o assunto e, mais especificamente, como devem ser conduzidas as atividades físicas na rotina de pacientes oncológicos.

Exercícios e prevenção

Estudos mostram que existe uma forte relação entre atividade física e o câncer e que a prática regular contribuiria para diminuir as chances de desenvolvimento de determinados tipos de câncer, especialmente decólon e mama. "Com a prática regular de atividade física acredita-se que sejam ativados o sistema imunológico, estimulando a produção de interleucina e células 'Natural Killer' e o sistema hormonal, principalmente o estrogênio. Além disso, associado a mudanças no hábito alimentar, promove a diminuição da adiposidade, pois é sabido que a obesidade é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer", afirma a fisioterapeuta.

Pacientes oncológicos

De acordo com National Cancer Institute (NCI) a sensação de fadiga é experimentada por uma grande quantidade de pacientes oncológicos. Entre outras queixas relatam também a diminuição de força muscular e dor, o que exerce um grande impacto em sua qualidade de vida. Visando manter ou desenvolver o movimento livre para a sua função, a fisioterapia no A.C.Camargo Cancer Center realiza a terapia por meio de exercícios denominada cinesioterapia. "Seus efeitos baseiam-se na melhora, restauração e manutenção da força, da resistência à fadiga, da mobilidade e flexibilidade, do relaxamento e da coordenação motora, permitindo restaurar ou melhorar o desempenho funcional dos segmentos corporais comprometidos", comenta Ft. Celena Friedrich.

A fisioterapeuta lembra que a fadiga muitas vezes impede o paciente de iniciar ou mesmo de manter uma atividade física, mas se sabe que o exercício físico pode amenizar esse e outros sintomas. Como cada caso é um caso e o paciente oncológico pode apresentar algumas limitações às atividades físicas, principalmente as de maior intensidade, é importante que as avaliações sejam individuais, condizentes com a patologia e com suas necessidades, sempre buscando seu bem estar e orientadas por profissionais qualificados.

Pós-tratamento

Àqueles que já terminaram o tratamento do câncer a dica que vale é a geral: realizar atividade física sempre que possível, manter uma dieta adequada e balanceada, não esquecendo de relaxar e desfrutar de bons momentos de lazer. Segundo Fta. Celena, o repouso também é parte importante do dia. "O repouso completo é o principal meio fisiológico de restauração de nosso desempenho físico e mental. O tempo e a exposição à escuridão liberam a melatonina que é o hormônio do sono. O efeito da privação de descanso ocasiona prejuízos em nossa coordenação motora e a capacidade de raciocínio fica comprometida, ou seja, o organismo deixa de cumprir uma série de tarefas importantíssimas", explica.

Se você se animou após ler todas essas dicas, consulte um educador físico e busque atividades que lhe deem prazer e entusiasmo, sempre seguindo também as orientações médicas.

Tenha disciplina e objetivos: estes são aspectos fundamentais para quem quer atingir bons resultados. Não se esqueça: o primeiro passo é o mais difícil, mas quando os resultados começam surgir muitas pessoas adquirem uma melhor conscientização corporal e disposição para realizar suas atividades diárias.

http://www.accamargo.org.br/saude-prevencao/artigos/esporte-e-vida-saiba-como-a-atividade-fisica-ajuda-no-tratamento-de-pacientes-com-cancer/18/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Instituto Nacional do Câncer emite alerta para tatuadores do Rio

O alerta foi dado pelo Instituto Nacional do Câncer aos tatuadores profissionais do Rio: é preciso tomar muito cuidado com tatuagens que cubram manchas e determinadas pintas no corpo. Os sinais podem ter potencial cancerígeno e, escondidos, correm o risco de evoluir sob a camada de tinta.

Segue a história

O aviso fez com que profissionais cariocas agendassem encontros com técnicos e médicos especializados para receber mais informações sobre o assunto, que será debatido em janeiro na Tattoo Week Rio. "Isso serve como um incentivo para buscarmos maiores informações diante de nossa responsabilidade como profissionais”, destaca a tatuadora Helyda Yama.

Fonte: O Globo
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/instituto-nacional-do-cancer-emite-alerta-para-tatuadores-do-rio/8697/7/

Luta contra o câncer: Por que mudar este termo?

Recentemente, a atriz Marília Pêra faleceu de câncer de pulmão e, poucos dias após, foi noticiado que o ex-dirigente de futebol do São Paulo, Juvenal Juvêncio, havia morrido de câncer de próstata. São doenças frequentes e, conforme apontam todas as estatísticas, assumirão uma posição epidemiológica ainda maior nos próximos anos.

O ponto que chama a atenção é que várias manchetes assinalaram que eles "perderam a luta contra o câncer”. Essa visão belicosa foi inaugurada há décadas quando se passou a remeter recursos importantes para prevenção, investigação e tratamento da doença.

O problema é que a adoção de uma linguagem de "perder” a guerra traz nas entrelinhas que poderia ter sido uma vitória se a pessoa tivesse lutado mais. É injusto. Grande parte dos pacientes que tem câncer encontram coragem onde nem imaginavam que existia. As batalhas passam a ser diárias, que vão desde acesso aos tratamentos mais adequados – nem todos disponíveis na rede pública – até controle dos sintomas da doença.

Mesmo que tenha encurtado o tempo de vida de muitas pessoas, o conceito de perder/ganhar simplifica muito a complexidade do que é viver com câncer. A doença não ganha da solidariedade, tampouco dos legados afetivos e exemplos que o paciente deixa. Neste sentido, existe compromisso dos que ficam em tentar melhorar o sistema para que as próximas batalhas sejam menos dolorosas.

A correlação entre desenvolvimento social e chances de cura é inequívoca. Para cada 100.000 pessoas temos 163 casos de câncer na América Latina, são 264 na Europa e 300 nos Estados Unidos. Por outro lado, temos 13 mortes para 22 casos na America Latina, para 30 casos na Europa e para 37 casos nos Estados Unidos, com nítida relação incidência/mortalidade inversa.

Temos que construir soluções responsáveis e investir de forma correta para que possamos mudar as estatísticas. Vamos seguir lutando para corrigir essas distorções, mas vamos parar de usar a expressão "perdeu a luta contra o câncer”. Não vamos dar ao câncer esse tipo de vitória.

Fonte: Zero Hora
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/luta-contra-o-cancer-por-que-mudar-este-termo/8713/7/

GRUPO SE TOQUE PARTICIPA DA REUNIÃO PLENÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER DE ITABUNA

Reunião Plenária  Ordinária em 15/12/2015 às 14 horas  na Casa dos Conselhos que teve a seguinte pauta:
- balanço das atividades realizadas em 2015;
- leitura dos ofícios encaminhados para o Secretário de Assistência Social;
- Recolhimento das propostas por seguimento  da elaboração do plano  de ação;
- leitura, apreciação e aprovação  da dotação orçamentária que será reenviada ao atual Secretário SAS;
- informes.

Representou o Grupo Se Toque a conselheira Raimunda Sena.


Após a reunião houve a confraternização entre os participantes.

COMO FUNCIONA A QUIMIOTERAPIA?

A quimioterapia, um dos alicerces no tratamento do câncer, consiste na utilização de medicamentos que atuam principalmente nas células malignas, com o objetivo de destruir ou inibir seu desenvolvimento. Tal modalidade terapêutica pode causar alguns efeitos colaterais no organismo, mas é fundamental para um tratamento oncológico mais eficaz.



Dr. José Augusto Rinck Jr. - CRM 94128
Médico Titular da Oncologia Clínica
Especialista em Cancerologia - RQE nº 23927
http://www.accamargo.org.br/saude-prevencao/infograficos/como-funciona-a-quimioterapia/183/?utm_source=Facebook&utm_medium=Clique&utm_campaign=Funcionar_Quimio