O açúcar é um carboidrato. Existem diferentes tipos de açúcar:
O Açúcares simples (chamados monossacarídeos) como a glicose, frutose, galactose etc. Depois, tem também formas mais complexas (chamadas de dissacarídeos) como a sacarose, maltose e lactose.
A Glicose:
A glicose é obtida naturalmente nas plantas e frutas, e é um subproduto da fotossíntese. Em nossos corpos a glicose pode ser queimada como energia ou convertido em glicogênio (essencialmente: fígado e combustível muscular). Nossos corpos podem produzir glicose quando necessário.
A Frutose
Este é o açúcar de frutas, está presente naturalmente nas … frutas! Ela também está presente naturalmente no açúcar de cana e no mel, e é incrivelmente doce.
A Sacarose
Esse açúcar é encontrado nas hastes de cana-de-açúcar, nas raízes de beterraba, e pode ser encontrada naturalmente ao lado da glicose em certas frutas e outras plantas.
A Lactose
A lactose é basicamente o açúcar do leite. As crianças possuem as enzimas necessárias para quebrar a molécula de lactose para que ela possa ser utilizada pelo organismo, enquanto alguns adultos não. Este são os intolerantes à lactose.
O açúcar é geralmente criado como resultado do processamento de um dos dois tipos de plantas: A Beterraba ou a cana-de-açúcar. Estas plantas são colhidas, processadas e refinadas para se parecer com o açúcar branco que conhecemos.
Este açúcar não tem absolutamente nenhum valor nutricional: é apenas puro, branco e refinado.
Unhas fracas, queda de cabelo, cansaço, problemas de pele... Se você apresenta um ou mais desses problemas, deve imaginar que está com a imunidade baixa, certo? Na verdade, não é tão simples assim. Sinais como esses podem ser muito vagos, já que podem significar uma infinidade de complicações, doenças e até fatores genéticos, que pouco têm a ver com uma imunodeficiência.
A médica imunologista Elisabete Blanc, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, conta que a baixa imunidade pode ser de causa primária, ou seja, quando a pessoa já nasce predisposta pela genética. "Por outro lado, pessoas que são saudáveis, em um dado momento da vida, podem se expor a situações que levem à dificuldade do organismo em manter um equilíbrio imunológico", completa.
Exemplos dessas situações vão desde maus hábitos a tipos específicos de tratamentos: uso de medicamentos que suprimem a imunidade, exposição à radiação, quimioterapia, má alimentação, uso de drogas, consumo de álcool, excesso de exercício físico, estresse prolongado, doenças que levam a uma grande perda de proteínas - substâncias que são "a matéria prima dos anticorpos", como explica Elisabete -, doenças crônicas, deficiências de vitaminas, falta de repouso adequado, entre muitos outros fatores. De olho nas doenças mais persistentes Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. "O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes. O exame clínico realizado pelo médico assistente, aliado à queixa e evolução de sintomas, são orientadores na solicitação de exames", completa.
É mais fácil, portanto, perceber que o sistema imunológico está pedindo ajuda quando há repetições de várias complicações no organismo, que demoram a ir embora. "A diminuição da resistência orgânica cria condições para o desenvolvimento frequente de doenças", conta Fernando. Se a pessoa apresentar um mesmo problema - ou mais de um - diversas vezes, deve procurar um profissional.
A lista dos sinais alarmantes Ainda assim, não é tão simples a detecção, uma vez que repetir demais uma complicação não é certeza de uma queda na imunidade. Um indivíduo pode ter as unhas fracas durante meses, por exemplo, mas isso pode ser apenas consequência de má higiene ou falta de alguns nutrientes na alimentação.
Por isso, vale ficar mais atento aos sintomas decorrentes de doenças que são mais comuns quando as defesas do organismo estão frágeis. Confira exemplos dados pelo clínico geral Fernando Manna e a imunologista Elisabete Blanc:
Boca: herpes, amigdalite e estomatite
Pele: infecções recorrentes, abscessos, doenças gerais causadas por fungos, vírus e bactérias
Ouvido: otites
Região genital: herpes
Sistema respiratório: gripes e resfriados
A percepção da imunodeficiência fica ainda mais clara com a lista da Fundação Jeffery Modell e a Cruz Vermelha Americana, elaborada para guiar médicos e profissionais no diagnóstico de pacientes. Elisabete explica que, ao apresentar um ou mais desses itens abaixo, a pessoa já deve ser investigada.
O risco de se contrair uma doença está ligado a uma série de fatores, entre eles a predisposição genética e os hábitos de vida. Diversos estudos científicos relacionam os maus hábitos a um maior risco de desenvolver uma série de enfermidades, como por exemplo, a obesidade, o diabetes, a hipertensão arterial, o enfisema pulmonar, a osteoporose, o infarto do coração, o derrame cerebral, o câncer, dentre outras.
O hábito de fumar, por exemplo, é responsável por cerca de 21% de todas as mortes por câncer a nível mundial, aumentando em 20 vezes o risco de desenvolver câncer de pulmão. Já a exposição excessiva à radiação solar é causadora do câncer de pele, que é o mais frequentemente diagnosticado no mundo, com cerca de um milhão de novos casos ao ano. O sedentarismo, por sua vez, é outro hábito de vida frequentemente relacionado ao aumento do risco de adoecer e está associado, inclusive, ao aumento do risco de morrer por câncer.
No mesmo sentido, o excesso de peso aumenta o risco de morrer de causas cardiovasculares e câncer.
"Outro hábito de vida consistentemente relacionado ao aumento no risco de doenças cardiovasculares é o baixo consumo de fibras, frutas e vegetais e o elevado consumo de gorduras, carne vermelha e sal, sendo tal associação também válida para o risco de desenvolver câncer, embora um pouco menos evidente”, explica o médico oncologista da Oncomed de Belo Horizonte, Dr. Felipe Reis.
O consumo elevado de bebidas alcoólicas é outra prática associada ao risco de desenvolver doenças, principalmente no esôfago e fígado. O risco está diretamente relacionado à quantidade de álcool ingerida diariamente, sendo os cânceres de fígado, esôfago e orofaringe comprovadamente associados ao hábito.
"A prevenção continua sendo a maneira mais eficaz e barata de reduzir o risco de desenvolver uma série de doenças graves. Cabe ao médico aconselhar e orientar os pacientes no sentido de adotar hábitos de vida mais saudáveis e, portanto, cabe aos pacientes adotar tais práticas e almejar uma vida sempre mais longeva”, finaliza Dr. Felipe. Fonte: A12 Notícias
Até os 75 anos, estima-se que um em cada cinco brasileiros deve desenvolver algum tipo de câncer. Foi com esse alerta que o primeiro "Atlas do Câncer" em língua portuguesa foi lançado na manhã desta quarta-feira, 16, em São Paulo. O material traz um panorama da doença com informações coletadas em 185 países, incluindo o Brasil, e foi concebido por meio de uma parceria entre o Hospital do Câncer de Barretos e a Sociedade Americana de Câncer.
Além de dados estatísticos, o material contém informações sobre os fatores de risco e as medidas adotadas para combater a doença em várias partes do mundo. Embora tenha informações técnicas e possa ser fonte de consulta de profissionais da área da saúde, o atlas tem como foco a população em geral e está disponível na internet para ser acessado gratuitamente no site www.atlasdocancer.com.br.
"O atlas concentra todas as informações importantes de forma clara e objetiva, o que facilita a transmissão da informação", diz José Humberto Fregnani, diretor executivo do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Câncer de Barretos.
A tradução para o português pode ajudar o brasileiro a se informar mais sobre a doença e a evitá-la, tendo em vista que aumento da obesidade e dos maus hábitos no Brasil, por exemplo, estão tornando o câncer mais presente na vida dos brasileiros.
"Já sabemos que um em cada cinco brasileiros, até os 75 anos de idade, vai desenvolver câncer. A mudança de hábitos do brasileito tem levado a uma mudança nos tumores no Brasil. Mais da metade da população brasileira está acima do peso e há tumores que estão associados com a obesidade", explica.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa de novos casos de câncer no Brasil no biênio 2016/2017 é de 600 mil registros. "A importância do atlas é que, com ele, as pessoas conseguem ter uma visão global (da doença) e fazer comparações", diz Marceli Santos, técnica da divisão de vigilância e análise de situação do INCA. Fonte: Estadão
Coceira, irritação no couro cabeludo e descamação são os sintomas mais comuns da dermatite seborreica, mais conhecida como caspa. O problema pode se agravar com o clima seco, estresse, disfunção hormonal, uso de água muito quente, bebida alcoólica e até alimentação rica em açúcares e gorduras.
"A caspa nada mais é que uma inflamação das células do couro cabeludo provocada pela alteração da velocidade com que a pessoa troca essa célula", explicou o dermatologista Cláudio Wulkan, da Sociedade Brasiliera de Dermatologia.
Apesar de ainda não ter cura, a caspa não é contagiosa e pode afetar homens e mulheres de todas as idades. Todos os dias, as células do couro cabeludo são renovadas, mas o aumento dessa renovação pode irritar o couro cabeludo formando os "flocos brancos" que caracterizam a caspa. Entretanto, a mudança de alguns hábitos contribui para uma melhora significativa do quadro.
"Para ela aparecer, além do fator genético, precisamos de fatores predisponentes como clima seco, estresse, disfunção hormonal, uso de água muito quente e até alimentação rica em açúcares e gorduras", comenta a dermatologista Pietra Martini.
Para esclarecer o que é realmente verdade sobre o problema e seu tratamento, o UOL listou algumas dúvidas. Confira as respostas dos especialistas.
Mitos e verdades sobre a caspa
Compartilhar o pente pode dar caspa?
Mito. A caspa é uma característica individual. Não é contagiosa. É uma alteração da velocidade com que a pessoa troca a célula do couro cabeludo
Lavar a cabeça diariamente causa caspa?
Mito. O tratamento da caspa consiste em lavar a cabeça diariamente com água morna (mais para fria) para que o excesso de células seja removido e para que os ativos dos xampus possam agir no couro cabeludo e tratá-lo
Água quente piora a caspa?
Verdade. Banhos muito quentes e demorados podem irritar o couro cabeludo e piorar a caspa, em alguns casos. A água quente aumenta a oleosidade do couro cabeludo possibilitando o aumento da proliferação de fungos associados ao aparecimento da dermatite seborreica
Ficar nervoso causa caspa?
Parcialmente verdade. O estresse é um dos fatores que pioram a caspa, assim como o clima seco, disfunção hormonal, uso de água muito quente e até alimentação rica em açúcares e gorduras
Xampus para caspa realmente funcionam?
Parcialmente verdade. Os xampus anticaspa vendidos em supermercados melhoram a caspa leve. A caspa moderada responde bem ao tratamento com xampus receitados por dermatologistas. Já a caspa severa só é controlada com remédios prescritos pelos dermatologistas
Usar boné provoca caspa?
Parcialmente verdade. Tudo o que atrapalha a respiração do couro cabeludo pode piorar a caspa. Não causa, mas pode piorar. ?O uso de bonés ou chapéus pode agravar o quadro de caspa, pois faz com que o couro cabeludo fique abafado, quente e úmido. Isso facilita a proliferação de fungos na região?, explicou Pietra
Caspa provoca queda de cabelo?
Mito. A dermatite seborreica é uma inflamação das células do couro cabeludo e não do folículo piloso. Porém, as caspas moderadas e severas não tratadas podem aumentar a queda de cabelo
Ter uma alimentação rica em minerais é essencial para manter a saúde em dia. Mas, entre tantos nutrientes, um deles assume papel de destaque: o zinco. "Esse mineral é essencial para que nosso corpo continue funcionando de maneira eficiente. Ele nos protege de um número grande de doenças e ajuda a combater outras que já se instalaram em nosso organismo", diz a nutricionista Natalia Lauterbach, da rede Mundo Verde, em São Paulo.
A falta de zinco na alimentação é um problema sério, que segundo a Organização Mundial da Saúde, está ligada a muitos casos de mortes, já que esse mineral tem função importante em nosso sistema imunológico. O problema é mais comum em países menos desenvolvidos, mas a carência de zinco atinge também países mais ricos. De acordo com a OMS, a população brasileira tem um consumo moderado de zinco, mas não o ideal, ficando abaixo de países como Uruguai, Chile e Venezuela. "O consumo mínimo indicado de zinco é de sete miligramas por dia para as mulheres e nove para os homens, mas pode variar conforme a idade. Para os idosos, por exemplo, o número sobe para oito entre as mulheres e 11 para os homens. No Brasil, temos um número um pouco inferior a esse", diz a nutricionista.
Papel no organismo
Menina no médico
O principal papel do zinco no organismo acontece no sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz Natália Lauterbach.
De acordo com a OMS, pessoas que não consomem quantidades suficientes de zinco têm maiores chances de sofrer com ação de agentes infecciosos, e por isso, passam mais tempo doentes se comparadas com aquelas que têm uma ingestão de zinco adequada.
O zinco também protege o organismo por ter ação antioxidante, diminuindo a quantidade de radicais livres em nosso corpo. Esse tipo de molécula, afeta negativamente as funções das células, aumentando as chances de desenvolver tipos diferentes de câncer.
Além disso, aproximadamente 100 enzimas diferentes precisam do zinco para conseguir catalisar reações químicas que mantém as funções celulares eficientes. Por isso, o zinco, além de ter papel importante em nossa imunização, ainda ajuda praticamente todo o corpo a funcionar melhor.
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Nutrição infantil
Criança comendo
O zinco é ainda mais importante para as crianças. A ingestão adequada desse mineral é essencial para que os pequenos cresçam de forma saudável. De acordo com a OMS, algumas das maiores causas de morte infantil são diarreia- que ainda causa 18% das mortes entre crianças no mundo- e pneumonia, dois problemas que tem relação direta com a falta de zinco.
"O sistema imunológico das crianças é mais frágil que o dos adultos, por isso uma alimentação rica em zinco é essencial", diz a nutricionista. Para se ter uma ideia da importância do zinco na alimentação de uma criança, uma das ações mais realizadas pela Organização Mundial da Saúde para diminuir os casos de mortalidade infantil em países pobres é incluir suplementos de zinco na dieta. Desde que essa medida foi adotada no final da década de 1980, os casos de morte por diarreia no mundo em crianças com menos de cinco anos caíram de 4,5 milhões para 1,8 milhões em 2006.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Unicef em 2009, suplementos de zinco para gestantes pode prevenir várias complicações durante o parto e ainda ajudar o bebê a ganhar peso após o nascimento, reduzindo o risco de infecção. Por isso, é indicado que as grávidas consumam, diariamente 12 mg de zinco.
Sintomas da falta de zinco
Idade
Homens
Mulheres
1 a 3 anos
3,0 mg
3,0 mg
4 a 8 anos
5,0 mg
5,0 mg
9 a 13 anos
8,0 mg
7,0 mg
14 a 50 anos
8,0 mg
7,0 mg
> 50 anos
11,0 mg
8,0 mg
Como o zinco atua em diversas funções de nosso corpo, a falta dele tem consequências, como fragilidade do sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, dificuldade de sentir gosto salgado de alimentos, problemas na pele (psoríase), aumento dos níveis de glicose no sangue, pele seca e amarelada e mau funcionamento do fígado.
"Entre todos esses problemas, o que mais preocupa é o efeito que a falta de zinco provoca sobre o sistema imunológico. Isso faz com que o organismo fique muito mais exposto a todas as doenças infecciosas", explica a nutricionista.
Fontes de zinco
Carne vermelha
Uma alimentação balanceada fornece as quantidades diárias de zinco para que nosso corpo fique protegido. Os alimentos
campeões desse nutriente são as ostras, mas outras fontes mais comuns podem fazer parte de nosso cardápio diário.
"Uma dieta com oleaginosas, como nozes e castanhas, todos os tipos de carne, arroz e pão integrais já faz o nosso sistema imunológico funcionar melhor", diz a nutricionista. Além desses alimentos, a semente de abóbora, aveia, feijão e leite integral também são boas fontes desse mineral.
Mas, em alguns casos, apenas a alimentação não consegue fornecer ao corpo a quantidade que falta de zinco. "Alimentos são sempre a melhor opção, mas em alguns casos, com o aconselhamento de um médico, é necessário investir nos suplementos para atingir as doses diárias desse mineral", diz Natalia Lauterbach.
Além disso, de acordo com a nutricionista, pessoas que sofrem com acrodermatite
enteropática (falta de absorção de zinco pelo intestino), diabetes, transtornos alimentares, doenças intestinais e doenças renais podem precisar de suplementos de zinco para compensar a falta de absorção causada por esses problemas.
Combinações poderosas
Alimento
Peso
Quantidade de zinco (mg)
Ostras
86 g
38
Nozes
100g
4,0
Castanhas
100g
4,0
Carne bovina
130g
4,0
Carne de frango
180g
1,5
Arroz integral
40g
1,0
Farelo de aveia
94g
2,9
Leite integral
240g
1,0
Feijão
50g
1,15
Semente de abóbora
20g
1,3
Pão integral
80g
1,6
Mesmo que esse mineral seja essencial para o nosso organismo, consumi-lo em excesso (mais de 50 miligramas por dia durante semanas), pode fazer mal à saúde. Isso acontece por causa da relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. "Quando os níveis de zinco estão muito altos em nossa corrente sanguínea, a quantidade de cobre diminui, deixando a pessoa com deficiência desse outro mineral", explica a nutricionista.
Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes. "Por isso, antes de tomar suplementos, é preciso saber se eles são realmente necessários e qual a dose indicada", diz a especialista.
Alguns alimentos possuem propriedades que vão além do nutrir. A banana possui capacidade de oferecer ao corpo humano muito mais.
As bananas são fonte significativa de açúcares e diferentes minerais como o potássio, magnésio, ferro e betacaroteno. Também se destacam pela sua alta concentração de vitaminas, incluídas as do grupo B, ácido fólico, vitamina C, um pouco de vitamina E e fibras.
Além de tudo isso, as bananas também são ricas em hidratos de carbono, e por isso são uma das melhores fontes vegetais de energia para o nosso corpo.Graças a todas essas propriedades, elas são muito recomendadas no processo de nutrição de crianças.
Por serem ricas em potássio, as bananas também ajudam a eliminar o excesso de líquido no organismo, o que nos ajuda a manter o corpo equilibrado e tratar problemas como ahipertensãoe a gota.
Pressão arterial alta
Quando uma pessoa consome sódio em excesso e precisa de potássio, é muito provável que comece a sofrer de hipertensão arterial. Por esse motivo, é muito importante oferecer potássio ao nosso sangue, e as bananas são uma fonte riquíssima desse mineral. O recomendado é comer uma banana todos os dias pela manhã. Com esse bom hábito, sua pressão arterial poderá se manter em um nível normal.
Depressão
Muitas pessoas que sofrem de depressão garantem se sentir melhor depois de comer uma banana. Estudos indicaram que isso se deve ao fato de a banana conter triptofano, um aminoácido essencial que deve estar presente em nossa dieta, pois o organismo não é capaz de sintetizá-lo por si próprio em quantidades adequadas. Ao entrar em nosso organismo, ele se converte em serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade.
Basta comer uma banana para aproveitar esse benefício. Em questão de minutos nos sentiremos mais relaxados e com um estado de ânimo melhor.
Estresse
O estresse é capaz de alterar nosso metabolismo e isso pode fazer com que os níveis de potássio tendam a diminuir. Para manter o equilíbrio, é ideal consumir bananas, que como já sabemos, são uma das melhores fontes de potássio que podemos encontrar. Os benefícios da banana irão mais além de nos proporcionar potássio, assim como no exemplo anterior, já que ela ajudará a nos sentirmos melhor e mais tranquilos.
Prisão de ventre
As bananas são um dos alimentos mais recomendados para ter uma melhor digestão. Por conter pectina, uma fibra dietética que acelera a digestão e nos ajuda a eliminar toxinas, a banana é ideal para combater a prisão de ventre e o trânsito intestinal lento. Além disso, por suas propriedades probióticas, a banana é ótima para o sistema digestivo, pois reduz os gases e alivia o inchaço e a distensão abdominal.
Síndrome pré-menstrual
Por serem ricas em vitamina B6, as bananas atuam proporcionando um efeito positivo no nível de açúcar do sangue. As vitaminas do grupo B também ajudam a diminuir alguns dos sintomas da síndrome pré-menstrual, que afeta milhões de mulheres.
O consumo diário de banana pode ajudar a reduzir as cólicas e dores no abdômen, assim como a retenção de líquidos que costuma ser mais frequente e intensa neste período. Além disso,seus benefícios também contribuem para melhorar o estado de ânimo e acalmar os nervos, que geralmente ficam mais tensos durante aqueles dias.
http://melhorcomsaude.com/5-problemas-que-bananas-resolvem-melhor-que-os-comprimidos/