sábado, 20 de maio de 2017

GRUPO SE TOQUE - AÇÕES DA SEMANA DE 15 A 19.05.17

15.05.17 - VISITA A PACIENTES EM TRATAMENTO HOSPEDADOS NUMA CASA DE APOIO

16.05.17 - ATENDIMENTO PSICÓLOGICO INDIVIDUALIZADO NA SEDE DO GRUPO

17.05.17 - VISITA A PACIENTES EM TRATAMENTO NUMA CASA  DE APOIO

18.05.17 - CAFÉ COM AMOR - NO SERVIÇO DE QUIMIOTERAPIA DO SUS

19.05.17 - REUNIÃO ABERTA COM CUIDADORES, VOLUNTÁRIOS E PSICÓLOGOS
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Pacientes com câncer devem redobrar os cuidados com a saúde em épocas mais frias do ano

Falta pouco mais de um mês para a estação mais fria do ano: o inverno. Mesmo assim, o outono já registrou temperaturas abaixo dos 2ºC no Rio Grande do Sul, com sensação térmica negativa. Essas temperaturas mais baixas propiciam a ocorrência de doenças respiratórias. Preparar-se para os próximos frios que vem por aí é importante, especialmente os pacientes em tratamento para o câncer, quando a imunidade pode estar comprometida. Uma das principais recomendações neste momento é a realização da vacina contra a gripe.

Paciente com câncer que faz quimioterapia possui maior o risco de contrair a Influenza e de apresentar infecções bacterianas associadas. Segundo o oncologista clínico do Centro de Tratamento do Câncer (CTCAN), Dr. Alvaro Machado, neste contexto é seguro a vacinação contra a gripe de pessoas com câncer ou em tratamento para o câncer. "Eventualmente, o que pode ocorrer é uma menor eficácia da vacina devido ao sistema imunológico comprometido pelo tratamento. A vacinação anual contra o vírus influenza em pacientes portadores de câncer faz parte do protocolo da Sociedade Brasileira de Imunizações”, salienta o oncologista.

A vacina contra a gripe, tanto a tríplice da rede pública, quanto a quadrivalente da rede privada, são compostas de vírus inativados. "Como regra geral todos devem fazer a vacina contra a gripe. Ela é feita com vírus inativados, mortos, sem capacidade para desenvolver a doença, infecção. Casos especiais podem fugir a esta regra, sempre sendo recomendado consultar seu médico”, comenta Machado.

A redução da imunidade em pacientes em tratamento oncológico é muito comum. Em maior ou menor grau, dependendo de qual medicação e das condições clínicas do paciente, os períodos de baixa imunidade podem ser mais curtos ou mais longos. "Alguns medicamentos, como o rituximabe (Mabthera), que não é quimioterapia, mas um anticorpo, pode reativar infecções pelo vírus da hepatite, por exemplo. A quimioterapia, por seu efeito citotóxico, afeta principalmente células em rápida duplicação como os glóbulos brancos (leucócitos), mucosas, plaquetas, cabelo, e hemácias. Por isso, temos uma queda transitória na contagem de leucócitos no sangue e consequente redução da imunidade”, explicou o oncologista.

Prevenção

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o aumento de casos de gripe geralmente ocorre entre os meses de maio e outubro. Além da vacina, outras formas de prevenção são necessárias para cuidar da saúde neste período. "Evitar contato direto ou próximo a pessoas com quadro gripal, febre ou tosse produtiva. Lavar as mãos frequentemente. Manter-se agasalhado. E, não custa lembrar, se estiver em tratamento quimioterápico e tiver febre, seu médico deve ser comunicado”, pontua Machado.

As doenças respiratórias mais comuns no período de frio que acometem pacientes com câncer são os resfriados, a gripe e infecções bacterianas de vias aéreas como sinusite e pneumonia. Maior o risco quanto mais debilitado o paciente. Além disso, Machado enfatiza que durante a quimioterapia, o paciente deve seguir as orientações de prevenção para manter suas atividades normais. "Os cuidados devem ser mais atentos nesta época mais fria do ano, mas não interferem nas atividades cotidianas dos pacientes”, enfatiza o oncologista.

Fonte: CTCAN
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/pacientes-com-cancer-devem-redobrar-os-cuidados-com-a-saude-em-epocas-mais-frias-do-ano/10722/7/ acesso em 20/05/17 às 15:40h

Quero me tornar vegetariano. E agora?

Cuidar da alimentação é sempre importante. Prestar atenção nos alimentos, grupos alimentares, combinações de alimentos, preparações culinárias, deve ser um hábito diário para que o nosso corpo tenha energia e saúde.    Mas algumas pessoas optam por restringir a alimentação por uma série de fatores, sejam sociais ou de saúde. Existem pessoas que não podem ingerir glúten, outras que não podem consumir lactose, e outros que não comem carne ou outros tipos de derivados animais, chamados de vegetarianos e veganos. Parar de ingerir um tipo de alimento pode não ser prejudicial para a saúde, como se escuta por aí, mas quando deixamos de comer algum grupo alimentar, como as carnes, por exemplo, é necessário ter uma atenção ainda maior para a combinação dos alimentos.
O Guia Popular para a Alimentação Brasileira reforça que o consumo de carnes ou derivados de animais não é imprescindível para ter uma alimentação saudável, e que mesmo vegetarianos precisam evitar o consumo de alimentos ultraprocessados e dar preferência a alimentos mais naturais. Entretanto, ainda existem dúvidas a respeito do vegetarianismo, como quais os benefícios e malefícios para o corpo.
A nutricionista e coordenadora do departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), Alessandra Luglio, explica que cada vez mais pessoas têm se tornado adeptas ao vegetarianismo. Por isso há a necessidade de desmistificar e descomplicar o assunto. “Como toda mudança que envolve hábitos diários e a saúde, a opção pelo vegetarianismo deve acontecer sempre com conhecimento sobre o assunto. Por isso é importante buscar informações, e se possível procurar o nutricionista para que exista uma adequação da alimentação com mais segurança”.
Mas afinal, quando e como parar de comer a carne ? Alessandra explica que isso pode variar de acordo com os hábitos da pessoa e a maneira de como  ela se alimenta. “Se a pessoa vive dentro de um padrão alimentar equilibrado e saudável, e tem o hábito de comer alimentos mais nutritivos, não vai ter problema de tirar a carne. Agora, se ela viver com a alimentação à base de refinados e processados, ela já desenvolveria deficiências nutricionais, mesmo com a proteína da carne. Entretanto, a gente indica que para fazer essa mudança e garantir a saúde é preciso rever os atos gerais da alimentação”.
Outro ponto importante também se refere à falsa ideia de que pode existir  carência nutricional por conta da restrição a carne. “Existem pessoas que se alimentam de tudo e tem uma grande carência nutricional”, reforça a nutricionista. Ela explica que a carne é rica em alguns nutrientes como o ferro e o zinco por exemplo, que podem facilmente também ser encontrados em alimentos vegetais, e que a exceção fica por conta dos veganos (que não comem nenhum derivado animal), que precisam ficar atentos a vitamina B12.
A jornalista paranaense, Rafaela Serrato, se tornou vegetariana há quase nove anos, e lembra que começou a pesquisar sobre o assunto por conta da irmã, que também optou por seguir este estilo de alimentação. “Comecei a ler mais sobre, e eu realmente não via necessidade de carne nas minhas alimentações. Também sentia dó dos animais e depois que li mais sobre, não fazia sentido continuar com esses hábitos”.
Entre as dificuldades encontradas por Rafaela no início estava à adaptação e substituição dos alimentos, mas isso foi melhorando com o tempo. “Aprendi a comer coisas que não estava acostumada, como espinafre, por exemplo. Encontrar coisas gostosas também era mais difícil. Outra dificuldade era encontrar lugar para comer fora de casa, hoje, praticamente todos os lugares têm opções vegetarianas, mas há nove anos era bem complicado”.
Já entre os benefícios de ser vegetariano, a nutricionista da SVB explica que é possível especificar três coisas: maior disposição para realizar as atividades do dia a dia, digestão mais rápida e aumento de consumo de cereais, leguminosas e frutas. Com o  aumento do consumo de fibras,  melhora o funcionamento do intestino.
Apesar de não ser elaborado especificamente para a alimentação vegetariana, é possível encontrar algumas dicas de alimentação saudável no Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde. Acesse aqui!
Aline Czezacki, para o Blog da Saúde
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52611-quero-me-tornar-vegetariano-e-agora acesso em 20/05/17 às 15:35h

terça-feira, 16 de maio de 2017

Meditação pode ajudar quem tem dor crônica e câncer

Três em cada dez brasileiros sofrem com dor crônica. Conforme o site G1, a meditação pode ajudar pessoas com dor crônica e também com câncer. 

Conforme o Neurologista Daniel Ciampi, a meditação ajuda a controlar as áreas do comportamento e do raciocínio da dor. Pessoas que passam muito tempo com dor, podem passar a sofrer de depressão, ansiedade, dores em outras partes do corpo, por isso, a meditação acaba ajudando a eliminar a dor. 

Estudos mostram que depois de 10 semanas de meditação, 65% dos pacientes que sofriam de dor crônica apresentaram redução igual ou maior que 33% no índice de classificação de dor e 50% dos pacientes apresentam redução igual ou maior que 50%. 

Fonte: Rádio Rural in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/meditacao-pode-ajudar-quem-tem-dor-cronica-e-cancer/10716/7/ acesso em 16.05.17 às 18:33h

Produção em hortas domésticas é alternativa contra a má alimentação

O Ministério da Saúde alerta que os brasileiros têm sofrido com doenças crônicas – que são aquelas adquiridas muitas vezes por maus hábitos. Muitas dessas complicações, como hipertensão, doenças do coração e alguns tipos de câncer são decorrentes dá má alimentação. Essas patologias, que antes eram mais comuns em pessoas idosas, agora acometem também os jovens e até as crianças. O Brasil está obeso - 23% da população - porque os brasileiros têm trocado a alimentação com base em alimentos in natura por comida processada, industrial. A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada em 2013, mostra que esse hábito tem começado cedo. Ao todo, 60,8% das crianças menores de dois anos comem bolachas recheadas com frequência. No Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde, a população encontra  diretrizes e orientações sobre a importância da nutrição: como e o que devemos consumir.
A Coordenação de Alimentação de Nutrição do Ministério da Saúde entende que, no cotidiano cada vez mais corrido, é mais fácil se alimentar de produtos prontos, industrializados, ultraprocessados. Entretanto, esse caminho mais fácil pode ter resultados irreversíveis para a saúde. “Isso é o nosso grande desafio: convencer a população a preferir os alimentos naturais e a buscá-los no seu dia-a-dia.”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
Uma das opções para comer bem, consumir alimentos frescos e saudáveis é produzir o próprio alimento em hortas, que podem ser feitas em casa ou em apartamentos, no espaço que tiver. É o que fez a técnica em Meio Ambiente, Cláudia Lins. Ela morava com a mãe que tem um quintal grande e repleto de frutas, verduras e  ervas.  Quando se mudou para um apartamento sentiu falta de ter alguns desses alimentos na hora das refeições. Foi quando Claudia decidiu cultivar na varanda do apartamento algumas hortaliças. “A gente nunca vai conseguir suprir a nossa alimentação com o que a gente planta. Mas pelo menos a gente privilegia o orgânico. A proposta é você saber de onde vem a comida, saber dos benefícios dela”. Em pequenos vasos, a técnica cultiva plantas como lavanda, manjericão, alecrim e hortelã. Tudo vira tempero, chá ou incenso para perfumar a casa.
Produzir o próprio alimento é adequado?
De acordo com o Guia Alimentar, a iniciativa da Claudia Lins, por mais que ela produza apenas algumas hortaliças, é bastante positiva, porque “a alimentação adequada e saudável deriva de sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável”. A coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa, reforça: “quando escolhemos frutas, verduras, arroz, feijão, coisas tradicionais da alimentação brasileira, nós estamos valorizando a cultura alimentar, valorizando a agricultura diversificada, a familiar, e com isso produzindo sistemas alimentares mais saudáveis”. Consumir esse tipo de alimento produzido em casa ou por pequenos produtores é garantia de estar longe dos agrotóxicos, pesticidas e outros insumos que fazem mal à saúde. Fora a contribuição positiva para o meio ambiente.
A nutricionista e consultora na promoção de hortas urbanas e domésticas, Paula Gabriela Chianca, já trabalhou com hortas construídas em escolas, onde todas as disciplinas eram envolvidas: o professor de matemática ensinando sobre como calcular a área, o de geografia explicando sobre os tipos de alimentos de cada região. “Era gratificante ver as crianças comendo os alimentos que elas mesmas produziram. É um trabalho de formiguinha, mas que dá bons frutos. Eu brinco que é o verdadeiro fast-food. Colheu, comeu”, destaca.
Comer bem pra viver melhor
Comer alimentos in natura ou minimamente processados combate a desnutrição, a deficiência de micronutrientes e evita o sobrepeso e a obesidade - problemas a serem enfrentados pelo Brasil. Os alimentos in natura são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais e não sofrem qualquer alteração depois de deixar a natureza. É por isso que comer aquilo que se planta em casa é garantia de saúde. Tanto a Cláudia Lins quanto a consultora Patrícia Gabriela comprovam a ideia de que a alimentação saudável é mais fácil do que se imagina e que cultivar legumes, verduras e frutas em pequenos espaços é uma opção até para quem mora na cidade grande. Basta ter a terra e a semente. E gente que come bem fica longe de doenças, esbanjando saúde.
Erika Braz, para o Blog da Saúde
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52601-producao-em-hortas-domesticas-e-alternativa-contra-a-ma-alimentacao acesso em 16.05.17 às 18:18h

IDOSO: Conheça as vacinas disponíveis no SUS

A vacinação é uma das medidas mais importantes para promover a saúde. As vacinas protegem contra  vírus e bactérias que podem afetar seriamente o corpo e levar à morte.  Por isso , a vacinação é uma estratégia importante de cuidado com a população. Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de todo o país cerca de 300 milhões de doses de vacinas ao ano, para combater mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.
Manter o calendário de vacinação em dia não deve ser uma responsabilidade dos pais em relação às crianças, mas deve se estender a toda a população, inclusive aos idosos. Para isso, é importante que a população saiba que no Sistema Único de Saúde estão disponíveis, para as pessoas a partir dos 60 anos de idade,  três tipos de vacina: hepatite B, dupla adulto (difteria e tétano) e febre amarela (apenas para idosos que estejam morando ou passando por áreas com recomendação de vacina).
Entenda abaixo o esquema vacinal de cada uma delas:
• Hepatite B: se a pessoa não tiver comprovação vacinal, a vacina será administrada em 3 (três) doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose e de 6 (seis) meses entre a primeira e a terceira dose (0, 1 e 6 meses). O idoso com esquema vacinal incompleto receberá apenas as vacinas que faltam para completar o esquema.
• Difteria e tétano (dupla adulto): sem esquema ou com esquema incompleto, para difteria e tétano, será completado o esquema de 3 (três) doses, considerando as doses anteriores. Com esquema vacinal completo (3 (três) doses) para difteria e tétano é importante que a vacina reforço seja administrada a cada 10 anos.
• Febre amarela: para o idoso que nunca foi  vacinado ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação e  a necessidade de administrar uma dose levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa faixa etária e/ou decorrentes de comorbidades e o histórico vacinal.
Além da vacinação rotineira, outras duas vacinas importantes também poderão estar disponíveis  no Calendário Nacional de Vacinação, em campanhas, para a população idosa. São elas:
• Vacina contra a influenza – o esquema de vacinação para as crianças de seis meses a oito anos, 11 meses e 29 dias, que estarão recebendo a vacina pela primeira vez, são de duas doses, sendo consideradas também as crianças indígenas. As crianças a partir de nove anos e adultos devem receber uma dose. Vale destacar que todas as crianças de seis meses a menores de nove anos que receberam pelo menos uma dose da vacina contra a influenza sazonal após 2010, devem receber apenas uma dose em 2017.
• Vacina pneumocócica 23-valente: é administrada durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, nos indivíduos de 60 anos e mais não vacinados que vivem acamados e ou em instituições fechadas como casas geriátricas, hospitais, unidades de acolhimento/asilos, casas de repouso.
Avanços
Para que se entenda como as vacinas impactam na realidade de um país, vale ressaltar que ao longo do tempo, com a oferta de vacinas dentro do Programa Nacional de Imunizações,  o Ministério da Saúde conseguiu a erradicação do sarampo e a eliminação do tétano neonatal, além do controle de outras doenças imunopreveníveis como difteria, coqueluche e tétano acidental, hepatite B, meningites, formas graves da tuberculose e rubéola, assim como a manutenção da erradicação da Poliomielite.
Envelhecer não significa necessariamente adoecer. Se você é idoso, procure uma unidade de saúde mais próxima e tenha acesso as vacinas disponíveis para as pessoas com mais de 60 anos.
Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/52606-idoso-conheca-as-vacinas-disponiveis-no-sus acesso em 16.05.17 às 18:10h

NOITE DA SAÚDE - NOVENÁRIO DE SANTA RITA DE CÁSSIA

15 DE MAIO DE 2017 em Itabuna, Bairro São Caetano, Igreja Santa Rita de Cássia, novena na noite da saúde

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