terça-feira, 19 de dezembro de 2017

SOLUÇÕES CASEIRAS PARA AFTAS

ÓLEO DE COCO

O óleo de coco é muito efetivo contra as aftas. Ele contém os ácidos láurico, caprílico e cáprico, todos altamente protetores. São esses ácidos que conferem à substância as propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas que protegem o organismo. Pesquisadores descobriram recentemente que, por reforçar o sistema imunológico do indivíduo, a substância não só evita o aparecimento das aftas como também ajuda acelera a cura dessas úlceras. Basta aplicar gostas do óleo 3 vezes ao dia sobre a lesão.

8. CHÁ DE CAMOMILA

O chá de camomila, que tem propriedades calmantes, ajuda a tratar a afta e reduzir vermelhidão que se forma no local. Faça uma infusão de flores de camomila em água quente e reserve. Ao longo do dia, faça bochechos com o chá, logo após a escovação dos dentes.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

NOVEMBRO AZUL

O câncer de próstata (CaP) permanece como a neoplasia sólida mais comum e a segunda maior causa de óbito oncológico no sexo masculino. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) foram estimados 61.200 novos casos em 2016/2017 no Brasil, constituindo o tipo de câncer mais incidente nos homens (excetuando-se o câncer de pele não-melanoma) em todas as regiões do país, com 28,6% dos casos. Apesar dos avanços terapêuticos, cerca de 25% dos pacientes com câncer de próstata ainda morrem devido à doença. (1) Atualmente, cerca de 20% ainda são diagnosticados em estágios avançados, embora um declínio importante tenha ocorrido nas últimas décadas em decorrência, principalmente, de políticas de rastreamento da doença e maior conscientização da população masculina. (2)
O rastreamento universal de toda população masculina (sem considerar idade, raça e história familiar) apresenta controvérsias, pois pode diagnosticar, entre outros, câncer de próstata de baixa agressividade que não necessita de tratamento, cujos pacientes são submetidos a biopsias, que têm potencial de complicações (infecção local). Individualizar a abordagem é fundamental neste sentido. A identificação de pacientes com risco de desenvolver a doença de forma mais agressiva, através de parâmetros clínicos ou laboratoriais, pode ajudar a individualizar a indicação e frequência do rastreamento. Entre diversos fatores, a idade, a raça e a história familiar apresentam-se como os mais importantes (3). Análise recente de dois estudos avaliando tardiamente os resultados quanto à mortalidade câncer-específica mostra vantagem a favor desses programas com diminuição da taxa de mortalidade de 25% a 31% (estudo ERSPC) e de 27% a 32% (estudo PLCO) em comparação aos pacientes que não foram randomizados. (4).
Para pacientes diagnosticados com tumores de baixo risco a visão contemporânea é o oferecimento do regime de observação vigilante como conduta e consiste de avaliações periódicas por meio de toque retal e dosagens do PSA, reservando-se a ressonância magnética da pelve e/ou biópsia prostática para ser realizada em intervalos variados. O tratamento definitivo deve ser indicado caso seja identificada progressão da doença em pacientes com expectativa de vida maior que 10(dez) anos, poupando pacientes com tumores “indolentes” das conseqüências do tratamento.
Por outro lado, pacientes portadores de tumores classificados como de risco de progressão alto ou moderado podem, em fases iniciais, serem adequadamente tratados e curados.
Como esperado, as consequências da equivocada resolução da U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF, EUA, 2011), contrária ao rastreamento sistemático, começam a aparecer. Trabalho apresentado no “2015 Genitourinary Cancers Symposium” provocou ainda mais discussão sobre o tema e reforçou o papel do rastreamento. Foram avaliados retrospectivamente 87.562 novos casos diagnosticados entre 2003 e 2013 em 150 instituições nos EUA. Demonstrou-se que após a recomendação da U.S. Preventive Services Task Force houve aumento de 3% ao ano no diagnóstico de tumores de risco intermediário e de alto risco. (3) Outra publicação recente mostrou redução no número de diagnósticos de tumores agressivos, o que cria preocupação de que o diagnóstico tardio em casos de câncer de próstata de alto risco possa acarretar maior impacto para a saúde pública e resultados oncológicos no futuro.(5)
A Sociedade Brasileira de Urologia mantém sua recomendação de que homens a partir de 50 anos devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada. Aqueles da raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos. O rastreamento deverá ser realizado após ampla discussão de riscos e potenciais benefícios. Após os 75 anos poderá ser realizado apenas para aqueles com expectativa de vida acima de 10 anos.
Sociedade Brasileira de Urologia – Gestão 2016/2017
Setembro de 2017
  1. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação de Prevenção e Vigilância-Estimativa 2016: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – Rio de Janeiro: INCA, 2015.
ISBN 978-85-7318-284-2 (versão impressa) ISBN 978-85-7318-283-5 (versão eletrônica)(http://www.inca.gov.br/bvscontrolecancer/publicacoes/edicao/Estimativa_2016.pdf
  1. Armstrong AJ, Garrett-Mayer E, de Wit R, Tannock I, Eisenberger M. Prediction of survival following first-line chemotherapy in men with castration-resistant metastatic prostate cancer. Clin Cancer Res. 2010;16(1):203-11.
  2. Matthew David Hall TES, Ginamarie Farino, Jeffrey Y.C. Wong; City of Hope, Duarte, CA; Methodist Hospital of Southern California, Arcadia, CA. Increase in higher risk prostate cancer cases following new screening recommendation by the US Preventive Services Task Force (USPSTF). J Clin Oncol 33, 2015 (suppl 7; abstr 143)2015.
  1. Tsodikov A1, Gulati R1, Heijnsdijk EAM1, Pinsky PF1, Moss SM1, Qiu S1, de Carvalho TM1, Hugosson J1, Berg CD1, Auvinen A1, Andriole GL1, Roobol MJ1, Crawford ED1, Nelen V1, Kwiatkowski M1, Zappa M1, Luján M1, Villers A1, Feuer EJ1, de Koning HJ1, Mariotto AB1, Etzioni R1. Reconciling the Effects of Screening on Prostate Cancer Mortality in the ERSPC and PLCO Trials. Ann Intern Med.2017 Sep 5. doi: 10.7326/M16-2586. [Epub ahead of print]
  1. Barocas DA, Mallin K, Graves AJ, Penson DF, Palis B, Winchester DP, et al. Effect of the USPSTF Grade D Recommendation against Screening for Prostate Cancer on Incident Prostate Cancer Diagnoses in the United States. J Urol. 2015;
http://portaldaurologia.org.br/destaques/nota-oficial-2017-rastreamento-do-cancer-de-prostata/

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

GRUPO SE TOQUE REALIZA OFICINAS DE ARTESANATO

Nas tardes de terça-feira mulheres do Grupo Se Toque estão realizando em novembro 2017 oficinas de artesanato.
Gratuitamente a professora Meire está ensinando como decorar garrafas, como trabalhar com E.V.A., como fazer lembranças natalinas.

ntervenção minimamente invasiva traz avanços para cirurgia urológica

Novembro é o mês dedicado à conscientização e combate ao câncer na próstata. No entanto, tumores em outros órgãos do aparelho urinário, como rim e bexiga, têm se tornado comuns e merecem atenção. O câncer de rim está entre os 10 tipos de cânceres mais comuns entre homens e mulheres. A incidência da doença na bexiga foi de 9.670 casos em 2016, sendo 7.200 em homens e 2.470 em mulheres, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

De acordo com o coordenador do Serviço de Urologia do Hospital Cárdio Pulmonar, o urologista Lucas Batista, o cigarro está entre as causas mais comuns dos dois tipos de tumor. “O câncer de bexiga está associado diretamente ao tabagismo. Esse é um tumor grave, pois a progressão é rápida”, destacou o médico.
De acordo com o Inca, fumantes têm uma chance 440% maior de desenvolvê-lo, enquanto ex-fumantes têm 250%. Isso porque o tabaco contém agentes cancerígenos que são excretados pela urina, passando por todo o sistema urinário.

Além do fumo, os tumores de rim têm entre suas causas também a insuficiência renal crônica com necessidade de hemodiálise, a hipertensão e doenças genéticas. “A incidência desse tipo de tumor tem crescido bastante, mas o diagnóstico precoce possibilita a preservação do rim, permitindo a retirada somente do tumor”, destacou o especialista.

Minimamente invasiva
 
Outra boa notícia, de acordo com Lucas Batista, é que a cirurgia de ambos os casos foi simplificada com o advento da técnica minimamente invasiva. “Hoje, o HCP é referência na realização de cirurgias urológicas minimamente invasivas. Contamos com o Centro de Cirurgias Oncológicas em Urologia no qual intervenções em bexiga, próstata, rim e glândulas suprarrenais são feitas sem corte. Conseguimos levar todos os resultados da cirurgia aberta para a minimamente invasiva, aliando ainda as vantagens do método sem corte”, afirmou o médico.

Rápida recuperação do paciente, redução do tempo de internamento e consequente queda do risco de infecção, além da diminuição significativa do tamanho da incisão, que passa de 10cm para algo entre 1 e 2cm, são algumas das vantagens do método minimamente invasivo.

“A maioria dos pacientes retorna às atividades em 15 dias. Na cirurgia aberta, esse tempo de recuperação é de 30 dias, em média. Outra vantagem para o paciente é ter menos dor, com consequente redução no uso de analgésicos, sangramento reduzido e menor tempo de internação”, enumerou Lucas Batista.

Fonte: http://bahiaja.com.br/saude/noticia/2017/11/21/intervencao-minimamente-invasiva-traz-avancos-para-cirurgia-urologica,105583,0.html

domingo, 19 de novembro de 2017

GRUPO SE TOQUE DISTRIBUI ALIMENTOS PARA PACIENTES NA QUIMIOTERAPIA DO SUS

Durante a campanha Outubro Rosa 2017, o Grupo Se Toque recebeu doações de alimentos (feijão, arroz, óleo, biscoito, etc) e formou "KITS" que foram distribuídos a pacientes e ou acompanhante na quimioterapia do SUS. O objetivo é colaborar com a alimentação dessas pessoas, sempre na filosofia do Grupo Se Toque que busca repassar aos pacientes o que recebe de doação. Cada pessoa foi selecionada/entrevistada e  assinou um formulário de recebimento dos alimentos.

GRUPO SE TOQUE PARTICIPA DE ATIVIDADE DA COOPEC - DIA C

Para marcar o Dia C - Dia de Cooperar e o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários da Ceplac (COOPEC) realizou dia 10.11.17 no Lar Fabiano de Cristo, uma manhã de atividades esportivas, culturais e de saúde para os moradores do Núcleo Habitacional da Ceplac.
O Grupo Se Toque esteve presente e realizou serviço de orientação sobre o auto-exame da mama.

CONFRATERNIZAÇÃO COM ESTUDANTES DA UNIME DO CURSO DE ENFERMAGEM

DIA 09.11.17 pela manhã foi marcada por um momento muito lindo: o reencontro dos estudantes do sexto semestre do curso de enfermagem da Unime que sob a coordenação de seus  professores foram responsáveis pela realização do Seminário Outubro Rosa no dia 21.10.17.
Foi um momento de agradecimento a Deus, de recebimento dos alimentos (leite e achocolatado) arrecadados no Seminário e que serão utilizados no Café com Amor que é servido a pacientes e acompanhantes na quimioterapia do SUS.
Em clima de confraternização, na sede do Grupo Se Toque, houve um café da manhã, preparado por esses alunos. Tudo muito bem feito e muito saboroso!