sábado, 5 de setembro de 2020

Setembro Roxo e a Fibrose Cística

 

Setembro Roxo e a Fibrose Cística

Publicado: Sexta, 04 de Setembro de 2020, 20h46 | Última atualização em Sexta, 04 de Setembro de 2020, 23h34

Mês de conscientização e divulgação da Doença  do Beijo Salgado

O mês de setembro é marcado por dois dias, que juntos enaltecem a importância do Setembro Roxo - Mês Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística (FC). A primeira data, 5 de setembro, foi instituída pela Lei nº 12.136/2009 - o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da doença, e a segunda se deve à publicação da descoberta do gene causador na Revista Science, feita em 8 de setembro de 1989 - Dia Mundial da Fibrose Cística.

Conhecendo a doença

A fibrose cística (FC), também conhecida como Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose, é uma doença genética que afeta principalmente o pulmão e o sistema gastrointestinal. É uma patologia hereditária em que o defeito genético dá origem a uma proteína anormal chamada CFTR (reguladora da condutância transmembrana da fibrose cística, do inglêss "Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator") a qual leva a formação de secreções muito espessas e desidratadas em diversos órgãos incluindo, além do pulmão, o pâncreas, intestino, fígado e sistema reprodutor.

 normal FC FC defeitos Gfycat video downloader keepsaveit

Clique na imagem para ampliar. Fonte: CFSource e Gfycat

  


A FC é distúrbio genético autossômico recessivo, isto quer dizer que uma criança para ter a doença apresenta dois genes da FC, um gene da FC herdado do pai e outro da mãe. Os pais são portadores, mas não apresentam nenhum sintoma da doença.  

 

fibrose cistica

Clique na imagem para ampliar. Fonte: CFSource

 Sintomas

fibroseOs sintomas da doença costumam surgir nos primeiros meses de vida, mas o quadro clínico e a gravidade variam entre os pacientes. No sistema gastrointestinal, o pâncreas perde a sua função por conta do muco espesso e desidratado, levando a insuficiência pancreática. O pâncreas deixa de produzir as enzimas necessárias para digestão dos alimentos, levando a má absorção de gorduras e proteínas. Os primeiros sintomas da doença, em geral, são da insuficiência pancreática com fezes volumosas, muito fétidas e oleosas (esteatorreia) dando um aspecto brilhante às fezes, várias evacuações ao dia, diarreia, dores abdominais, dificuldade de ganhar peso e desnutrição.

As manifestações pulmonares são as responsáveis pelas principais complicações e mortalidade nessa doença. Geralmente, iniciam nos primeiros meses de vida com chiado recorrente, tosse produtiva, infecções pulmonares frequentes, como broncopneumonia e bronquite. Com o aumento da idade e progressão da doença aparecem outras complicações como diabetes relacionada a FC e acometimento do fígado.

 

Diagnóstico - Triagem Neonatal

É importante esclarecer que o “teste do pezinho” não é diagnóstico, mas somente uma suspeita, e a doença deve ser confirmada com o teste do suor.

A Doença do Beijo Salgado foi incluída no programa de triagem neonatal, conhecido como “teste do pezinho”.

Um diagnóstico precoce previne e retarda vários problemas sérios, melhora o crescimento, a qualidade e a expectativa de vida.  O principal exame diagnostico é o teste do suor, com a dosagem da concentração do cloreto [Cl-]. O valor do cloreto no suor deve ser maior ou igual a 60 mmol/L na fibrose cística. O teste genético também pode ser realizado para confirmar o tipo de mutação que está causando a doença em um paciente.

 

Assistência Multidisciplinar no tratamento

O tratamento e o acompanhamento dos pacientes devem ser feitos em centros de referência em FC. O adoção terapêutica varia entre os pacientes, de acordo com a gravidade dos sintomas apresentados. A doença não tem cura, mas com a intervenção medicamentosa adequada o  assistido apresenta melhora dos sintomas e tem uma qualidade de vida melhor. A assistência deve ser prestada de forma multidisciplinar, com envolvimento de médicos especialistas, como pneumopediatras, gastropediatras e, outros profissionais como fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos.

Nos últimos anos, o crescimento de centros especializados, a triagem neonatal, equipes multidisciplinares, tratamento agressivo da doença pulmonar, medidas para manutenção de uma nutrição adequada além de novas terapias, tem contribuído para o aumento da sobrevida, e hoje muitos pacientes chegam à vida adulta.

Na parte respiratória incluem medidas de limpeza das vias aéreas, uso de medicamentos inalatórios, que deixam as secreções respiratórias mais fluída (mucoliticos e hidratantes) e antibióticos inalatórios. A fisioterapia respiratória diária é essencial para remoção das secreções do pulmão. A prática de exercícios físicos deve ser estimulada e exercícios respiratórios para auxiliar na eliminação do muco dos pulmões. No estágio avançado da doença, o transplante de pulmão pode ser considerado.

Novos tratamentos, chamados de moduladores da CFTR, estão sendo desenvolvidos. Eles agem no defeito genético da doença, mas não curam, e são específicos para determinadas mutações. No Brasil duas das drogas, Orkambi (lumacaftor/ivacaftor) e Kalydeco (ivacaftor), já foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), são considerados de altíssimo custo e ainda não estão incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Cuidados nutricionais

O cuidado com o estado nutricional do paciente é fundamental. A melhora da função pulmonar está relacionada diretamente com a recuperação nutricional. Os diagnosticados com a enfermidade têm necessidades calóricas mais elevadas devido ao maior gasto calórico, assim devem receber uma dieta hipercalórica. A maioria dos fibrocísticos são insuficientes pancreáticos, fazem uso de enzimas que devem ser tomadas em todas as refeições, suplementos alimentares e de vitaminas (A,D,E, K).

 

 

soniaPor Sonia Mayumi Chiba

Professora adjunta do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Médica aposentada do Setor de Pneumologia Pediátrica da Disciplina de Especialidades Pediátricas, Departamento de Pediatria (EPM/Unifesp). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1982), Residência Médica em Pediatria (1983-1985) no INAMPS. Obteve o título de especialista em Pediatria (TEP) em 1985,  especialização em Pneumologia Pediatrica (1986-1989), Doutorado em Ciências - especialidade: Pediatria, (2002-2005), pela EPM/Unifesp.

 Fonte: https://sp.unifesp.br/epm/ultimas-noticias/setembro-roxo acesso em 05.09.20 \ás 17:17hs

Setembro Dourado: SBP publica nota especial sobre câncer infantojuvenil

 Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam a estimativa de 8.460 novos casos de câncer infanto-juvenil para o ano de 2020 no Brasil. Para alertar sobre o problema e chamar a atenção para as medidas de prevenção, diagnóstico e melhor tratamento do câncer infantojuvenil, o Departamento Científico de Oncologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou o documento “Setembro Dourado: a SBP é parceira nesta causa”, em alusão ao mês dedicado ao tema.

No mundo, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) estima que 215 mil casos novos ao ano são diagnosticados em crianças menores de 15 anos, e cerca de 85 mil em adolescentes entre 15 e 19 anos. Além disso, assim, como nos países desenvolvidos, no Brasil o câncer representa a primeira causa de óbito por doença (8% do total), entre as crianças e adolescentes de um a 19 anos de idade. Segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) o número de mortes por câncer foi de 2.565 no ano de 2018, sendo 1.412 para o sexo masculino e 1.153 para o sexo feminino.

“Infelizmente, com base nos dados dos registros de câncer atualmente consolidados, muitos pacientes em nosso País ainda são encaminhados aos centros de tratamento com a doença avançada. Neste contexto, é importante reduzir as desigualdades no acesso ao diagnóstico e na qualidade do tratamento e, assim, melhorar os resultados terapêuticos para todas as crianças, especialmente aquelas que vivem em países com recursos limitados”, enfatizam os especialistas do DC de Oncologia da SBP.

Segundo explicam os especialistas, o papel do pediatra é fundamental. “Seja na suspeita diagnóstica do câncer ou no encaminhamento precoce para os centros de referência oncológicos pediátricos, somos fundamentais neste processo. Por isso conclamo os colegas da especialidade a estarem alertas para darmos melhor chance de cura, de sobrevida e de qualidade de vida aos nossos pacientes”, enfatiza a presidente da SBP, dra. Luciana Rodrigues Silva.

Para ela, é de suma importância que o especialista saiba sobre os sinais e sintomas do câncer infanto-juvenil, uma vez que são, geralmente, inespecíficos e que não raras vezes, a criança ou o adolescente podem ter o seu estado geral de saúde ainda não comprometido no início da doença.

Entre sinais e sintomas de alerta estão, a leucocoria; estrabismo, nistagmos que surgem repentinamente; fraturas, sem trauma; dor abdominal/massa abdominal; hematúria, hipertensão arterial inexplicadas por outras causas; hepatoesplenomegalia; sangramento vaginal; tosse seca e persistente, edema de face e turgência da jugular inexplicadas; entre outros.

TIPOS E RISCOS – Conforme explica o documento, as neoplasias malignas na criança tendem a apresentar menores períodos de latência, crescem quase sempre rapidamente, são geralmente invasivas e respondem melhor à quimioterapia. Os tipos histológicos mais frequentes na criança e no adolescente são as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.

Em relação ao que aumenta o risco de câncer infantojuvenil, até o momento não há evidências científicas que mostrem que fatores de risco relacionados ao estilo de vida (ambientais) tenham associação com a doença. Além disso, alterações genéticas que propiciem ao desenvolvimento de um determinado tipo de câncer na criança são muito raras.

Apesar da prevenção do câncer pediátrico raramente ser possível, a orientação em relação aos fatores de risco para a ocorrência do câncer na vida adulta pode e deve ser realizada pelo pediatra. “Em relação à orientação alimentar, o aleitamento materno é a primeira ação de alimentação saudável, protegendo as mães contra o câncer de mama e as crianças contra obesidade infantil”, diz trecho do texto.

Além disso, o câncer na faixa etária pediátrica é raramente hereditário e na maioria dos casos não apresenta história familiar e/ou associações com alterações genéticas ou congênitas. Contudo, o retinoblastoma (tumor maligno intra-ocular) em 40% dos casos pode ser de origem genética, sendo, neste caso, importante o aconselhamento genético.

TRATAMENTO – Conforme explica a nota, o diagnóstico definitivo do câncer é fornecido pelo exame citológico ou histopatológico de uma amostra lesional ou tumoral obtida por meio de diversos procedimentos. O tratamento é iniciado após o diagnóstico correto.

“Neste contexto, é fundamental que o diagnóstico e tratamento sejam realizados em centro especializado em oncologia pediátrica, por equipe multiprofissional e individualizado para cada tipo histológico específico e de acordo com o estadiamento clínico da doença. Compreendem diversas modalidades terapêuticas, como quimioterapia, radioterapia, cirurgia, imunoterapia, transplante de medula óssea ou de órgãos”, destacam os especialistas do Departamento de Oncologia da SBP.  

Fonte: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/setembro-dourado-sbp-publica-nota-especial-sobre-cancer-infanto-juvenil/ acesso em 05.09.20 às 17:10hs

DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE LINFOMAS

15 de setembro – Dia Mundial de Conscientização sobre Linfoma. O termo Linfoma se refere ao câncer que surge nos tecidos linfáticos, tais como os linfonodos, fígado, baço e medula óssea.

Diferentemente de outros tipos de cânceres, parece que o linfoma não há como prevenir

Por Natália Mancini

Em 15 de setembro é comemorado o Dia Mundial da Conscientização sobre os Linfomas. Esse câncer acomete mais de 12 mil pessoas por ano no Brasil e diagnosticá-lo precocemente é fundamental! Por este motivo, a Abrale criou a campanha #SeToque, que objetiva levar informação sobre os principais sintomas da doença para toda a população.

Evitar os fatores de risco para uma doença é o ponto principal da prevenção. Mas como se prevenir quando a doença não apresenta fatores de risco bem definidos? Isso é justamente o que parece acontecer no caso dos linfomas!

Quando o assunto é este tipo de câncer do sistema linfático, é muito comum ouvirmos que não se sabe exatamente o porquê ele acontece. Não existem recomendações de prevenção específicas como no caso do câncer de pulmão, que pode ser evitado ao não fumar, por exemplo.

Por que não se fala muito sobre os fatores de risco no linfoma?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de riscoDr. Jayr Schmidt Filho, chefe da Onco-Hematologia do A.C. Camargo Câncer Center, explica que “em outros tipos de cânceres, vemos a relação da doença com algum hábito. Por exemplo, alguma dieta. Dessa forma, é possível falar em fatores de risco, já que a pessoa pode modificar isso em sua vida”. Porém, não é isso que acontece nos linfomas. No caso dessas doenças, não é possível associá-las a algum costume da pessoa, com algumas poucas exceções.

Segundo o Dr. Ricardo Bigni, chefe da Seção de Hematologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA), apesar de não ser possível explicar o porquê de não ter uma relação direta, existe um perfil de pessoas com maior predisposição. Esse perfil leva em conta: idade, histórico familiar, exposição a produtos químicos, deficiência no sistema imunológico, doenças autoimunes, infecções e implantes mamários.

Idade e o sexo são fatores de risco para linfoma?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de riscoDe acordo com o Dr. Bigini, a idade avançada pode colocar a pessoa dentro do grupo de predisposição. Ele afirma que “o envelhecimento, assim como para outras doenças, parece aumentar o risco de linfomas em geral. Mas alguns tipos específicos da doença são mais comuns em pessoas mais jovens”.

Sabe-se que abaixo dos 20/30 anos, os linfomas agressivos são mais frequentes, diz o Dr. Schmidt. Por exemplo, o linfoma de Burkitt é comum durante a infância e tem um comportamento mais agressivo.

“Já acima dos 55, vemos um aumento da incidência dos linfomas indolentes. Normalmente, esse é um perfil de doenças mais crônico, cujo objetivo é apenas tratá-lo”, continua o Dr. Schmidt.

A relação do sexo da pessoa com o linfoma também vai depender muito do tipo e subtipo da doença. O linfoma de células do manto, por exemplo, pode acometer até quatro homens para uma mulher. Nesse caso, o Dr. Bingi explica que essa predisposição pode ter relação com os homens estarem mais expostos a agentes químicos e infecções por micro-organismos. Enquanto que em outros tipos de linfoma, a diferença é um pouco menor.

O histórico familiar parece também influenciar. Ou seja, ter um parente de primeiro grau (pai, filho, irmão) com linfoma pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

Quais produtos químicos são fatores de risco?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de riscoExposição à produtos como o benzeno, substância presente na gasolina, certos herbicidas e inseticidas e até alguns tipos de quimio e radioterapia realizadas anteriormente podem entrar nessa categoria, conta o Dr. Bigni.

A exposição ao benzeno, na visão do Dr. Schmidt, é um dos poucos hábitos que podem ser considerados realmente como fator de risco. Isso porque seria algo que a pessoa teria como evitar.

Pessoas que trabalhem em postos de gasolina, produção de tinta, plástico, couro e borracha ou que trabalhem no setor de siderurgia devem ficar atentas ao aparecimento dos sintomas, pois estão em constante contato com este produto químico.

Por que o HIV e o HTLV são considerados fatores de risco?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de risco

Ambos são considerados retrovírus e têm uma característica de infectar os linfócitos T. “Na medida que a pessoa tem essa infecção crônica nas células de defesa, os linfócitos T, há um aumento na chance de ter uma modificação genética. Consequentemente, há uma maior probabilidade de surgir uma célula cancerosa dando origem ao linfoma”, explica o Dr.  Schmidt.

Pacientes já diagnosticados com HTLV ou HIV estão dentro do grupo de risco e devem ser monitorados frequentemente. Assim, é possível rastrear o aparecimento dos sintomas do linfoma e intervir precocemente em termos de diagnóstico.

O Dr. Bigni ressalta que “apenas 2% das pessoas que têm o vírus HTLV vem a desenvolver esta doença. Geralmente, a infecção é transmitida de mãe para filho e leva décadas até que possa apresentar sinais clínicos”.

Quais outras deficiências no sistema imunológico são consideradas fatores de risco?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de risco

Para o transplante de órgãos ou medula óssea, é comum que a pessoa tome remédios imunossupressores para evitar a rejeição do novo órgão. O Dr. Schmidt diz que “essas medicações imunossupressoras atuam sobre os linfócitos. Por isso, esses pacientes também entram em um grupo de risco para o desenvolvimento do linfoma”.

O mesmo acontece com pessoas que possuem síndromes genéticas, como a ataxia-telangiectasia. Nessa síndrome, as crianças nascem com o sistema imunológico deficiente, deixando-as com um risco maior de desenvolver linfoma não-Hodgkin. Assim como essas síndromes, as doenças autoimunes também têm sido associadas com o aumento da incidência do linfoma não-Hodgkin. Por exemplo, a artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e doença celíaca.

As infecções podem causar um linfoma?

O Dr. Bigni fala que “alguns tipos de infecções podem aumentar o risco de linfoma não-Hodgkin. Como as infecções que afetam diretamente o DNA dos linfócitos, as que debilitam o sistema imunológico e as crônicas”.

O Dr. Schmidt exemplifica citando as infecções crônicas pelo vírus EBV, responsável pela mononucleose infecciosa. Além também da H. pylori e Chlamydia psittaci, que podem levar ao desenvolvimento de um linfoma de mucosa. Por exemplo, linfoma malt no estômago.

“A estimulação de defesa crônica que esse agente tem na mucosa do estômago, pode modificar os linfócitos nesse local. Consequentemente, desencadeando o linfoma malt”, continua o especialista.

Implantes mamários são fatores de risco?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de riscoO Dr. Bigni diz que “há relatos raros de desenvolvimento de um tipo específico de linfoma. Algumas mulheres desenvolveram a doença no tecido cicatricial em torno dos implantes mamários de cirurgias plásticas.”

Veja mais informação sobre esse linfoma aqui.

Países ricos têm mais casos de linfoma. Isso tem a ver com os fatores de risco?

prevenção, fatores de risco, fatores de risco a saude, fator de risco, o que é fator de risco, o que são fatores de risco, fatores de riscos, o que é fatores de risco, risco a saude, fatores, predisponentes, doenças cronicas ministerio da saude, o que são fatores predisponentes, ministerio da saude doenças cronicas não transmissiveis, fator de risco epidemiologia, prevenção primaria do cancer, fatores de risco do cancer, fatores de risco cancer, prevenção primaria, prevenção primária, fatores de risco para o cancer, o que é prevenção primaria, o que é prevenção de doenças, agentes de riscos, niveis de prevencao, o que é grupo de risco, prevençao de doenças, fatores de risco linfoma não hodgkin, linfoma fatores de risco, fatores de risco para linfoma de hodgkin, linfoma não hodgkin fatores de risco, fatores de risco linfoma hodgkin, fatores de risco linfoma, fatores de risco linfoma de hodgkin, fatores de risco do linfoma, fatores de risco do linfoma de hodgkin, fatores de risco para linfoma, linfoma hodgkin fatores de riscoPara o Dr. Schmidt, não existe uma relação com os fatores de risco, mas sim com a questão de diagnóstico. Ele diz que “nos países desenvolvidos conseguimos ter acesso a melhores métodos de análise para poder diagnosticar o linfoma”.

Ou seja, não é uma questão de ter mais casos, mas que existem melhores condições para realizar o diagnóstico. Por isso, os índices de casos de linfoma nos países desenvolvidos são mais altos.

O Dr. Bigni lembra que muitos dos fatores de risco estão, na verdade, mais presentes nos países em desenvolvimento.

“Acontece que alguns dos fatores que as pessoas podem estar expostas são mais comuns em faixas economicamente menos privilegiada. Tais como exposição ao vírus HIV, a agentes químicos tóxicos. Isso tudo somado ao diagnóstico tardio por dificuldade de acesso a assistência médica, levando a quadros mais avançados”.

Como fazer a prevenção do linfoma, então?

O Dr. Schmidt reforça que não há uma recomendação bem definida já que não existe uma associação nítida com hábitos. O que ele acredita ser eficaz, é chamar a atenção de especialistas que normalmente lidam com os pacientes com predisposição. Então, alertar profissionais que cuidam de pacientes HIV positivos ou com HTLV; médicos que prescrevem medicações imunossupressoras e/ou cuidem de pacientes transplantados; reumatologistas e gastroenterologistas, que muitas vezes solicitam endoscopia e podem diagnosticar a presença do H. Pylori.

“É muito mais alertar esses pacientes, e seus médicos, que podem ter um maior risco de desenvolver a doença. Precisamos tentar identificar esse perfil de pacientes e nos antecipar aos sintomas de linfoma que podem surgir”, finaliza o Dr. Schmidt.

 

Fonte: https://revista.abrale.org.br/existem-fatores-de-risco-para-o-linfoma/ acesso em 05.09.20 as 16:56hs

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Conscientização sobre o câncer de intestino

 O câncer intestinal (que compreende o cólon e reto) é o segundo tipo de câncer mais frequente no nosso país, seguindo o da próstata nos homens e o da mama entre as mulheres. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2020 serão contabilizados no Brasil 40.990 novos casos (sendo 20.520 em homens e 20.470 em mulheres), um aumento de mais de 12% em relação ao índice anterior. Em todo o mundo, a incidência da doença vem crescendo entre os adultos jovens. Com a pandemia da Covid-19, quando muitas pessoas deixaram de fazer exames preventivos e interromperam processos de diagnóstico, esse índice tende a aumentar, já que a demora na descoberta pode agravar a doença e dificultar o tratamento e a cura.

Para alertar a população sobre os hábitos que podem prevenir o câncer de intestino e a importância do diagnóstico precoce, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) promove a Campanha de Prevenção do Câncer de Intestino. Devido ao isolamento social, este ano as ações serão concentradas nas redes sociais (Facebook: www.facebook.com/portalcoloprocto e Instagram: www.instagram.com/portaldacoloproctologia) e no Portal da Coloproctologia (www.portaldacoloproctologia.com.br).

Estimativas preocupantes

Estudo conduzido por pesquisadores da University College London (https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1735) e que está em fase de revisão (em breve será publicado no The British Medical Journal) corrobora que os índices de câncer em geral tendem a piorar pelo fato de muitas pessoas terem postergado exames e tratamentos por receio do contágio em unidades de saúde. Os pesquisadores britânicos analisaram dados semanais de oito hospitais (o correspondente a 3,8 milhões de pacientes) e chegaram à conclusão que houve redução de 76% nos encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e queda de 60% nos agendamentos de quimioterapia em comparação ao período anterior à pandemia. A estimativa é que cerca de 30 mil pacientes com câncer recém-diagnosticado antes da pandemia morrerão em até um ano na Inglaterra.

Presidente da SBCP, Dr. Sidney Nadal alerta que o câncer de intestino é passível de prevenção e que a pandemia pode ter atrasado o início de tratamento em muitos casos e postergado o diagnóstico, o que pode agravar a doença. “A campanha vem para lembrar as pessoas que os exames preventivos não podem ser postergados. Converse com seu médico, mesmo que seja por uma consulta on-line. Com seu histórico ele poderá orientá-lo sobre a melhor conduta a tomar”, destaca.

Pólipos

O câncer colorretal é um tipo de tumor que pode ser prevenido. “Cerca de 90% dos casos de câncer colorretal têm origem a partir de um pólipo, que é uma alteração causada pelo crescimento anormal da mucosa do intestino grosso. Inicialmente são pequenos e benignos, mas podem crescer e se transformarem em malignos”, alerta Dr. Nadal.

O presidente da SBCP acrescenta que os pólipos podem ser identificados e removidos por meio da colonoscopia, exame de imagem realizado com um aparelho flexível introduzido no ânus até o intestino com o paciente anestesiado. A recomendação é que a primeira colonoscopia seja realizada aos 50 anos. Se houver histórico de tumor intestinal na família, o rastreamento deve ser iniciado antes, de acordo com recomendação do coloproctologista.

O exame de sangue oculto nas fezes é outra opção mais acessível à população e que pode detectar a presença de sangue não visível a olho nu. Caso seja encontrado sangue na amostra de fezes, o especialista pode recomendar a realização da colonoscopia.

Prevenção

Para prevenir o câncer colorretal alguns hábitos são recomendados:

– Praticar exercícios físicos regularmente;

– Manter o peso sob controle;

– Não fumar;

– Não consumir bebidas alcoólicas em excesso;

– Ter uma alimentação rica em verduras, frutas, legumes, farelos e cereais integrais;

– Beber cerca de 2 litros de água por dia;

– Evitar o consumo em excesso de carne vermelha e alimentos processados e embutidos como salsicha, linguiça, salame, presunto etc.

Sintomas

Sangue nas fezes é o principal sinal de alerta para o câncer colorretal, mas outros sintomas podem ocorrer, como alterações dos hábitos intestinais (diarreia ou prisão de ventre persistente), cólica, dor na região anal, fraqueza, anemia e emagrecimento. Ao notar qualquer um desses sintomas, a recomendação é buscar um coloproctologista para diagnóstico e tratamento adequado.

Além de ser esclarecida sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer colorretal, a população deve saber que os tratamentos estão cada vez mais modernos e efetivos. Quando os tumores são pequenos, podem ser retirados por colonoscopia ou por resseções locais. Já os maiores e em estados avançados contam com opções cirúrgicas diferenciadas, como a laparoscopia, robótica ou as cirurgias abertas, disponíveis no SUS. Há ainda outras opções auxiliares de tratamento, como a radioterapia e a quimioterapia.

 Fonte: https://portaldacoloproctologia.com.br/noticia/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-cancer-colorretal/ acesso em 04.09.20 às 10:56hs

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Diagnóstico precoce do câncer de pulmão aumenta chances de cura para 90%

 O câncer de pulmão está diretamente ligado ao tabagismo em mais de 80% dos casos e é o mais letal dos tumores sólidos, responsável por mais de 30 mil mortes por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde/Inca. Conforme estudos internacionais, o diagnóstico em estágio avançado contribui para uma taxa de sobrevida em cinco anos abaixo de 15%, uma das menores entre os cânceres. Por outro lado, o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente a sobrevida, que pode passar para mais de 90% em cinco anos.

“A luta contra o câncer de pulmão requer um time multidisciplinar e multiprofissional agindo de forma coordenada e com objetivos comuns. Alvo primordial dessa luta, o tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo, sendo que somente no Brasil mais de 150 mil óbitos ocorrem anualmente por doenças relacionadas ao uso do tabaco”, pontua o cirurgião torácico Ricardo Sales, coordenador do Setor de Medicina Respiratória do Hospital Cárdio Pulmonar (HCP). Este mês é dedicado à prevenção e rastreamento do câncer de pulmão, com o Agosto Branco.

Sales foi convidado para o comitê de rastreamento e detecção precoce da Associação Internacional para o Estudo do Câncer de Pulmão (IASLC). Como explica o médico, esta é a única organização global dedicada ao estudo do câncer de pulmão e outras neoplasias malignas do tórax que conta com mais de 6.500 especialistas em câncer de pulmão, formando uma rede global para vencer os cânceres pulmonares e torácicos em todo o mundo.

Programa

No Hospital Cárdio Pulmonar, o cirurgião torácico é responsável pela implantação do Programa de Prevenção de Câncer de Pulmão, que busca auxiliar no combate ao tabagismo, câncer e doenças relacionadas ao fumo com uso da tomografia. O especialista cita, ainda, a atuação coordenada da nova iniciativa com o Programa de Cessação do Tabagismo, que, por meio de uma abordagem multidisciplinar, com pneumologista e psicóloga, trata o vício e a dependência do tabaco.

O processo de implementação do Programa de Prevenção de Câncer de Pulmão está sendo finalizado para ter início com a retomada do cotidiano pós-pandemia. Com isso, trará a possibilidade de completa investigação dos casos suspeitos, proporcionando maior segurança no acompanhamento, em grande parte feito com instrumentos de telemedicina aprovados pelo Conselho Federal de Medicina. “Esse será um diferencial para todo o nosso ecossistema de saúde”, destaca José Rocha, coordenador do Serviço de Radiologia do Hospital Cárdio Pulmonar.

O time de cirurgiões torácicos e radiologistas intervencionistas do Cárdio Pulmonar é treinado para alcançar o diagnóstico com punções guiadas pela tomografia do tórax. “Utilizando uma agulha especial através da pele, colhemos biópsias que auxiliam a conduta caso a caso”, cita André Trajano, cirurgião torácico que também participará do programa.

Tomografia

Como destaca Ricardo Sales, ao longo das últimas duas décadas ficou claro que é possível a redução da mortalidade pelo câncer de pulmão com a detecção precoce da doença por meio da tomografia computadorizada do tórax.

“Estudos iniciais do International Early Lung Cancer Action Program (I-ELCAP), na década de 90, demonstraram que é possível a detecção de mais nódulos pulmonares (lesões abaixo de 3cm de diâmetro) com a tomografia em comparação com a radiografia do tórax, e tais nódulos podem representar a possibilidade do achado do tumor de pulmão em sua fase inicial”, comenta.

Estudos subsequentes demonstraram claramente essa hipótese, evitando a morte mais de 30 a 60% de homens e mulheres, respectivamente, acompanhados com tomografias anualmente, como completa o cirurgião.

Marcel Albuquerque, coordenador do Serviço de Pneumologia do Hospital Cárdio Pulmonar, detalha que o programa vai seguir o modelo de prevenção integral do câncer de pulmão, que inclui a cessação do tabaco, ações educacionais e seleção de pessoas para realizar a tomografia do tórax de baixa dosagem (TCBD) e exames complementares.

“A detecção precoce permite o diagnóstico e remoção dos tumores por técnicas cirúrgicas pouco invasivas, como a videocirurgia e a robótica, possibilitando resultados melhores do que a técnica convencional, de forma aberta”, sinaliza o cirurgião Ricardo Sales.

Como aderir ao programa

Pacientes e familiares interessados em participar do programa podem responder diretamente o questionário no site www.cardiopulmonar.com.br ou entrar em contato pelo número (71) 3034-4595 para realizar o cadastro para atendimento. Acesse aqui o questionário.

Fonte: Hospital Cardio Pulmonar in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/diagnostico-precoce-do-cancer-de-pulmao-aumenta-chances-de-cura-para-90/13853/7/ acesso em 31.08.20 às 21:30  hs

Agosto Branco: câncer de pulmão é o segundo tipo de tumor mais comum entre homens e mulheres

 Agosto é o mês reservado para campanha e conscientização acerca do câncer de pulmão, o terceiro tipo de câncer mais frequente entre homens e o quinto mais comum entre as mulheres, a nível global. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum, com número estimado de novos casos neste ano de 30.200, sendo 17.760 entre homens e 12.440 mulheres. Por isso, faz-se necessário a disseminação de informações que mostrem a importância dessa doença.

O câncer de pulmão pode ser classificado em dois tipos, sendo estes: câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), que se desenvolve a partir das células epiteliais e representa 85% do total de casos de tumores pulmonares; câncer de pulmão de pequenas células (CPPC), que tende a crescer e se disseminar mais rápido, representando 15% dos casos.

Diante desse cenário, a detecção precoce é um ponto chave para ampliar as chances de um tratamento efetivo. Para a oncologista Ana Caroline Gelatti, vice-presidente do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica, "sintomas como tosse e rouquidão persistentes, sangramento pelas vias respiratórias, dor no peito e dificuldade de respirar, devem ser investigados". Ela ainda explica que "ainda que estes não signifiquem necessariamente o câncer de pulmão, é imprescindível ter uma orientação médica, para então, posteriormente, iniciar o processo de investigação, com exames clínicos adequados a cada caso".

Uma vez feito o diagnóstico inicia-se o tratamento, que, preferencialmente, deve ser personalizado. Além da quimioterapia e radioterapia, hoje o paciente pode contar com as terapias-alvo e a imunoterapia, que podem ser utilizados sozinhos ou combinados, de acordo com a avaliação médica, condição de saúde do paciente e o tipo de mutação do tumor.

A especialista conta ainda que "é importante falarmos de mutação, uma vez que o tabaco não é o único causador do câncer de pulmão, apesar de sua forte relação. Contudo, aqueles que nunca fumaram também podem vir a ter a doença e, por tanto, todos precisamos ficar atentos aos exames de rastreio". Desta forma, a conscientização torna-se uma grande aliada na prevenção.

Cabe pontuar que fumantes passivos também fazem parte dos casos diagnosticados, uma vez que inalam a fumaça de substâncias tóxicas produzida pelo tabaco. Além disso, a exposição à poluição do ar, infecções pulmonares de repetição, deficiência e excesso de vitamina A, bronquite crônica, fatores genéticos e histórico familiar da doença também contribuem no desenvolvimento desse tipo de câncer.

Alerta 

Campanha #RespireAgosto, tem o objetivo de reforçar a importância de um diagnóstico rápido mas também alertar a população de que o câncer de pulmão ainda figura como uma das doenças mais presentes no Brasil e no mundo.

Fonte: Folha Vitória in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/agosto-branco-cancer-de-pulmao-e-o-segundo-tipo-de-tumor-mais-comum-entre-homens-e-mulheres/13823/7/acesso em 31.08.20 às 21:27hs

1º de setembro – Dia do Profissional de Educação Física!!!

Comemora-se em todo o Brasil o dia do profissional de educação física em 01 de setembro. A regulamentação da Profissão de Educação Física, bem como a criação do Conselho Federal e dos respectivos Conselhos Regionais de Educação Física aconteceram  no ano de 1998, com a promulgação da lei federal nº 9696 de 1º de setembro de 1998.

Contudo, a luta para a regulamentação da profissão é bem anterior, data de 1940, quando as Associaçãoes dos Professores de Educação Física, conhecidas como APEF’s, localizadas no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, fundaram juntas no ano de 1946, a Federação Brasileira das Associações de Professores de Educação Física (FBAPEF). Desde então, debates em prol da regulamentação da profissão se tornaram constantes, embora somente em 1984 ações concretas para que isso ocorresse foram tomadas.

O profissional de educação física ultrapassou os limites da área de educação e esporte, passando a atuar também na área da saúde. Uma vez que, a necessidade da atividade física para se ter qualidade de vida, também contribuiu para o reconhecimento da classe. A profissão atualmente mobiliza milhares de profissionais que trabalham em diversas localidades, como: academias, escolas, condomínios, empresas, conselhos municipais, estaduais, etc.

O profissional de educação física além de promover e divulgar a boa saúde e a educação, desperta o interesse pelo autocuidado. É importante lembrar que para a prática de qualquer atividade física, deve-se passar por uma avaliação médica para ver se está apto ou não para a atividade escolhida, assim como também para afastar possíveis riscos a saúde e a necessidade de acompanhamento de um profissional da área de educação física qualificado e habilitado.

Parabenizamos os profissionais de educação física pelos 22 anos de profissão regulamentada e por levarem a população orientações sobre a importância da atividade física na promoção da saúde, da qualidade de vida e, principalmente, da cidadania. 

Informações obtidas através do site

https://www.orientarcentroeducacional.com.br/noticias/1o-de-setembro-dia-do-profissional-de-educacao-fisica.html acesso em 31.08.20 às 21:19hs