sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Sobre o Câncer de Próstata

 Quase todos os cânceres de próstata são adenocarcinomas, que se desenvolvem a partir das células glandulares. As células da próstata produzem o líquido prostático que é adicionado ao sêmen.

Outros tipos de câncer de próstata incluem:

  • Carcinomas de pequenas células.
  • Tumores neuroendócrinos.
  • Carcinomas de células transicionais.
  • Sarcomas.

Esses outros tipos de câncer de próstata são muito raros.

Alguns tipos de câncer de próstata podem crescer e se disseminar rapidamente, mas a maioria se desenvolve lentamente. De fato, estudos de autópsia mostram que muitos homens mais velhos, e até mesmo alguns homens mais jovens, que morreram de outras doenças também tiveram câncer de próstata sem que nenhum sinal ou sintoma fosse apresentado. Em muitos casos, nem eles nem seus médicos sabiam da existência da doença.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/08/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.


Quase todos os cânceres de próstata são adenocarcinomas, que se desenvolvem a partir das células glandulares. As células da próstata produzem o líquido prostático que é adicionado ao sêmen.

Outros tipos de câncer de próstata incluem:

  • Carcinomas de pequenas células.
  • Tumores neuroendócrinos.
  • Carcinomas de células transicionais.
  • Sarcomas.

Esses outros tipos de câncer de próstata são muito raros.

Alguns tipos de câncer de próstata podem crescer e se disseminar rapidamente, mas a maioria se desenvolve lentamente. De fato, estudos de autópsia mostram que muitos homens mais velhos, e até mesmo alguns homens mais jovens, que morreram de outras doenças também tiveram câncer de próstata sem que nenhum sinal ou sintoma fosse apresentado. Em muitos casos, nem eles nem seus médicos sabiam da existência da doença.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/08/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.


Fonte: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sobre-o-cancer/771/149/ acesso em 27.11.19 às 06:04hs

A Próstata

 A próstata é uma glândula do sistema genital masculino, localizada na frente do reto e embaixo da bexiga urinária. O tamanho da próstata varia com a idade. Em homens mais jovens, tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas pode ser muito maior em homens mais velhos.

A função da próstata é produzir o fluído que protege e nutre os espermatozoides no sêmen, tornando-o mais líquido. Logo atrás da próstata, estão as glândulas denominadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do líquido para o sêmen. A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo através do pênis, atravessa o centro da próstata.




Matéria publicada pelo Instituto Oncoguia - http://www.oncoguia.org.br/conteudo/a-prostata/770/149/ acesso em 27.11.20 às 06:02hs

terça-feira, 3 de novembro de 2020

O poder do exercício na luta contra o câncer

 Já é sabido que pacientes com câncer que se exercitam geralmente têm um prognóstico melhor do que aqueles inativos. Agora, pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, encontraram uma explicação do poder do exercício para impedir o crescimento da doença num estudo com camundongos publicado na revista “eLife”. A atividade física altera o metabolismo do sistema imunológico de células T citotóxicas – que são ativadas para matar células infectadas – aumentado sua eficiência para atacar o câncer.

“A biologia por trás dos efeitos positivos do exercício nos fornece conhecimento sobre como o organismo mantém a saúde, assim como nos ajuda a aperfeiçoar os tratamentos contra o câncer”, afirma Randall Johnson, professor da biologia molecular da instituição. Como ainda não se conhece bem o mecanismo através do qual a atividade física age no sistema imunológico, os cientistas dividiram as cobaias em dois grupos: um se exercitava naquelas rodas giratórias para roedores e o outro se mantinha inativo. O câncer se desenvolvia mais lentamente e a mortalidade era menor no grupo de animais submetidos ao treinamento.

O passo seguinte foi comprovar a importância das células T citotóxicas no processo. Os pesquisadores injetaram anticorpos que eliminavam essas células nos dois grupos e os efeito positivo do exercício foi neutralizado. Eles também transferiram células T citotóxicas de camundongos que se exercitavam em cobaias que eram sedentárias, e essas passaram a ter um prognóstico melhor. Por fim, os cientistas isolaram células, sangue e tecidos após uma sessão de treino e mediram os níveis de metabólitos (moléculas resultantes do metabolismo) produzidos no músculo e excretados. Alguns deles, como o lactato, aumentavam a atividade das células T, o que levou a equipe a investigar se o mesmo ocorria com humanos. O teste foi feito através de um exame de sangue em um grupo de homens depois de 30 minutos pedalando, ratificando a descoberta. “Esperamos que esses resultados contribuam para o entendimento sobre o impacto do estilo de vida em nosso sistema imunológico e o desenvolvimento de novas imunoterapias contra o câncer”, disse Helene Rundqvist, pesquisadora do Karolinska Institutet.

Fonte: Bem Estar in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/o-poder-do-exercicio-na-luta-contra-o-cancer/13965/7/ acesso em 03.11.20 às 21;48hs

NOVEMBRO AZUL - DIABETES : O QUE É PRÉ-DIABETES

 O que é pré-diabetes?

Pré-diabetes não é propriamente um diagnóstico, mas sim um estado de risco aumentado para o aparecimento de diabetes mellitus tipo 2. Pessoas com níveis de elevados de glicose (açúcar no sangue), obesidade e forte história étnica ou familiar de diabetes, podem ser consideradas de risco.

Quais fatores indicam que uma pessoa é pré-diabética?

Uma pessoa é considerada de alto risco para progressão ao diabetes quando apresenta alterações no metabolismo da glicose, isto é, níveis elevados de glicose de jejum ou hemoglobina glicada, além tolerância diminuída à glicose. Segundo a ADA (American Diabetes Association), valores de glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL, glicemia medida 2 horas após a ingestão de 75 gramas de glicose anidra entre 140 e 199 mg/dL e hemoglobina glicada entre 5,7 e 6,4%, aumentam significativamente o risco de progressão para diabetes, principalmente pessoas obesas, sedentárias e com história familiar positiva.

Esse diagnóstico condena uma pessoa a ser diabética ou ela ainda pode evitar de vir a se tornar uma pessoa diabética?

A maioria das pessoa em risco de progressão ao diabetes será diabética se não tomar os devidos cuidados. Contudo, como nem todos os fatores de risco são modificáveis, como a carga genética e a idade, por exemplo, algumas pessoas acabarão diabéticas mesmo tomando os devidos cuidados. É função do médico endocrinologista estimar estes riscos para adotar a melhor estratégia de “atravessar a rua”.

Se é possível, a partir deste diagnóstico, evitar o diabetes, quais as mudanças de hábitos e rotinas que essa pessoa deve adotar?

Em estudos clínicos, três estratégias se mostraram eficientes em prevenir o diabetes em pacientes de alto risco: perda de peso, atividade física e tratamento farmacológico. A mudança do estilo de vida, com alimentação adequada, atividade física regular e consequente perda de peso, é capaz de reduzir o risco em cerca de 30 a 40%. Já o uso da metformina é capaz de reduzir o risco em cerca de 20%.

Existem dados ou informações sobre a quantidade de pessoas portadoras de pré-diabetes? Quantas evoluem para diabetes? Quantas “regridem”?

No Brasil, em 2012, eram 12 milhões de pessoas diabéticas. Considerando que para cada paciente diabético, existam pelos menos 3 pacientes em risco, a estimativa é de mais de 35 milhões de brasileiros com pré-diabetes. Aproximadamente 25% dessas pessoas se tornarão diabéticas nos próximos 3 a 5 anos e a não progressão vai depender principalmente da capacidade de cada um de mudar seus hábitos. Atividade física regular e uma dieta rica em peixes, azeite de oliva, derivados lácteos e produtos integrais, além de acompanhamento médico apropriado, são fundamentais.

Saiba mais sobre o diabetes: https://www.diabetes.org.br/publico 

Fonte: https://novembrodiabetesazul.com.br/diabetes/ acesso em 03.11.20 às 21;31hs

NOVEMBRO AZUL - DIABETES - SINAIS E SINTOMAS TIPO 2

 O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:

● Sede excessiva
● Rápida perda de peso
● Fome exagerada
● Cansaço inexplicável
● Muita vontade de urinar
● Má cicatrização
● Visão embaçada
● Falta de interesse e de concentração
● Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.

Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.

No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

NOVEMBRO AZUL - DIABETES - SINAIS E SINTOMAS - TIPO 1

 DIABETES TIPO 1

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Saiba mais sobre o diabetes:

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:

● Sede excessiva
● Rápida perda de peso
● Fome exagerada
● Cansaço inexplicável
● Muita vontade de urinar
● Má cicatrização
● Visão embaçada
● Falta de interesse e de concentração
● Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.

Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.

No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Fonte: https://novembrodiabetesazul.com.br/diabetes/ acesso em 03.11.20 às 11:04hs

NOVEMBRO AZUL DIABETES - EDUCAÇÃO E PREVENÇÃO

 O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.

Sem a educação em diabetes, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões baseadas em informação, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, não estar equipado o suficiente para fazer um bom tratamento. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações.

O papel dos educadores em diabetes é essencial, juntamente com a equipe multidisciplinar. O educador faz com que a pessoa com diabetes monitore sua saúde com escolhas e ações baseadas em julgamento vindo da informação.

A maioria dos pacientes não tem acesso à educação em diabetes, devido a fatores como custo, distância e falta de serviços apropriados. Algumas nem sabem dos serviços existentes ou não estão convencidas dos benefícios que a educação em diabetes pode trazer. Esses pacientes podem achar, por exemplo, que a interação com o médico fornece toda a educação de que precisam. A campanha do Dia Mundial do Diabetes vai promover a importância dos programas estruturados de educação em diabetes como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir educação em diabetes junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades.

Está faltando educação em diabetes especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo nos países desenvolvidos, muitas pessoas não conseguem ter acesso a ela porque não há educadores e centros em número suficiente para atender o número crescente de novos casos.

Fonte: https://novembrodiabetesazul.com.br/diabetes/ acesso em 03.11.20 às 10:58hs