segunda-feira, 7 de março de 2016

GRUPO SE TOQUE PARTICIPA DA I FEIRA DE SAÚDE DA MULHER DA PARÓQUIA DO BAIRRO SANTO ANTONIO

Dia 05 de março de 2015, sábado, manhã especial para moradores do Bairro Santo Antonio em Itabuna (BA). Para homenagear as mulheres, foi organizado pela Paróquia de Santo Antonio, o I Mutirão de Saúde. Para abrilhantar o evento diversos parceiros prestaram serviços voluntários desde atendimento médico, exames oftalmológicos, exames ginecológicos, exames de sangue, encaminhamento para realização de exames de mamografia,  até cuidados de beleza.
O Grupo Se Toque montou seu estande para orientar sobre a detecção precoce do câncer de mama, além de orientar sobre a melhor forma de realizar o auto-exame das mamas.



Ao Centro o coordenador da I Feira de Saúde da Mulher do Bairro do Santo Antonio

domingo, 6 de março de 2016

OBRAS DE CARIDADE SEGUNDO MADRE TERESA DE CALCUTÁ

Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.
Madre Teresa de Calcutá

sexta-feira, 4 de março de 2016

SINAIS DE ALERTA DURANTE A QUIMIOTERAPIA

Os efeitos colaterais da quimioterapia

01.03.2013
O paciente diagnosticado com câncer pode, em algum momento, ser submetido àquimioterapia e, embora não tenha a real dimensão do tratamento, já chega ao consultório médico ciente de que a abordagem é acompanhada de algumas consequências, como queda de cabelo, infecções, febre e vômito.

Esses efeitos colaterais da quimioterapia são resultado das medicações, que interferem diretamente na capacidade de multiplicação das células, sejam normais ou tumorais, e variam de acordo com o tipo e dosagem dos medicamentos. Em cada pessoa, as reações podem ser diferentes, variando em freqüência e intensidade.

Alguns sintomas duram pouco tempo após a aplicação da quimioterapia, outros podem durar todo o tratamento, persistindo, inclusive, após seu término. A boa notícia é que a maioria desses desconfortos cessa com o término das sessões e ainda existem certos cuidados que podem reduzi-los, tornando o tratamento o mais tolerável possível.

"A quimioterapia é um tratamento muito amplo e há uma centena de medicamentos e combinações que podem ser feitas. Muitas vezes o efeito colateral que afeta uma pessoa não é o mesmo de outra. O tipo e a associação da medicação utilizada e a sensibilidade do paciente vão influenciar na reação do organismo ao tratamento", explica Dra. Solange Sanches, Oncologista Clínica do A.C.Camargo.

Febre, Náusea, Vômito e Diarréia
A febre pode ocorrer durante o tratamento e requer uma investigação imediata, pois pode ser sinal de uma infecção, resultado da queda de resistência. Já náuseas, vômitos e diarréia podem ser controlados com medicamentos específicos, conforme orientação médica. "Se algum desses efeitos for persistente e não estiver sendo controlado, o ideal é procurar o pronto socorro do Hospital onde que o tratamento está sendo feito", diz a oncologista.

Infecção
A infecção é uma complicação do tratamento que pode ocorrer devido à redução das barreiras de proteção do corpo (integridade da pele e das mucosas, por exemplo) e dos glóbulos brancos. Com menor número de leucócitos no sangue, o risco de invasão por agentes como vírus, bactérias, fungos e outros parasitas aumenta. A prevenção é a chave para combater esta possível complicação: cuide da pele e das unhas, evite locais fechados e aglomerados, evite contato com animais e pessoas que estejam com doenças contagiosas e conserve e prepare os alimentos de forma segura.

Queda de cabelo 
A alopecia é característica de apenas alguns medicamentos, que agem nas células que estão se multiplicando e crescendo. A célula do folículo piloso, que dá origem à estrutura do cabelo, quando sofre a ação da quimioterapia, se desprega e cai. Isto ocorre geralmente cerca de duas a três semanas após o início da quimioterapia e é completamente reversível após o término do tratamento.

"A queda de cabelo pode ser bastante rápida e muito impactante do ponto de vista emocional. É importante que a pessoa já tenha preparado antecipadamente sua estratégia para o efeito colateral: peruca, lenço, chapéu, bonés e protetor solar para esta área sensível e antes não exposta ao sol", alerta a oncologista.

Mucosite
As lesões na cavidade oral podem variar de uma leve vermelhidão até feridas graves. Um dos sintomas mais comuns é sentir a mucosa mais fina e sensível. É importante manter uma higienização adequada, utilizando escova de dentes de cerdas macias, creme dental suave e enxaguantes bucais sem álcool, para diminuir a proporção de agentes patogênicos como fungos, vírus e bactérias, além de proteger mais a mucosa.

Toxicidade do sangue
O sangue é composto pelos glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Quando o tratamento atinge essas células, a queda de glóbulos brancos, por exemplo, baixa a resistência, aumentando o risco de infecções; a diminuição de glóbulos vermelhos leva à anemia e consequente cansaço; já com a queda das plaquetas, o risco maior é de sangramento.

Infertilidade
A infertilidade não acomete necessariamente todos os pacientes, pois depende muito da medicação e, na maioria das vezes, é reversível. Nos casos em que o risco é maior, existe a possibilidade de preservação de espermatozoides e óvulos.

Para o homem jovem, ou que ainda quer ter filhos, a sugestão é a preservação do esperma. Para a mulher, não há taxas que mostrem se determinada quimioterapia oferece mais riscos que outra, mas também é possível optar pela coleta e preservação dos óvulos.

Esses procedimentos devem ser discutidos com o médico, caso a caso, avaliando o tempo demandado para a coleta e preservação dos espermatozoides ou óvulos, além da possibilidade de uma fertilização posterior ao tratamento.

Segundo com Dra. Solange, as mulheres em idade fértil e em quimioterapia devem discutir com o médico as opções possíveis dentro de seu caso, para evitar a gravidez durante o tratamento. "Muitas vezes, a menstruação sofre alterações, mas isso não significa que não há ovulação. O médico deve avaliar cada caso para orientar a paciente sobre o método de prevenção mais adequado", completa.

Inapetência
O tratamento pode induzir à falta de apetite e pode causar perda de peso, conseqüência de uma nutrição inadequada. Ingerir líquidos vagarosamente e se alimentar várias vezes ao dia e em quantidades menores amenizam esse quadro. A orientação nutricional deve ser específica para cada caso e supervisionada por um nutricionista especializado, pois alinhar as necessidades às preferências nutricionais do paciente é muito importante neste contexto.

A melhor conduta no tratamento é determinada pelo oncologista, que leva em consideração fatores como idade, sexo, peso, condição de saúde e histórico clínico, além das características próprias do tumor. No Hospital A.C.Camargo, uma equipe multidisciplinar, composta por oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, farmacêuticos, nutricionistas e enfermeiros, atua avaliando e acompanhando cada caso a fim de minimizar ao máximo o desconforto do tratamento.

Dra. Solange Moraes Sanches - CRM 66744
Departamento de Oncologia Clínica do Hospital A.C.Camargo

quinta-feira, 3 de março de 2016

AZEITE DE OLIVA

O azeite de oliva é rico em gorduras monoinsaturadas, um tipo de gordura que é benéfico à saúde do organismo. Elas são um nutriente importante por não atuarem na elevação do colesterol mau, LDL, e contribuírem para melhorar os níveis circulantes do colesterol bom, HDL. Esta gordura também tem efeito anti-inflamatório, que pode evitar problemas no cérebro, entre muitos outros benefícios. 

O óleo também é cheio de vitamina E que tem um efeito antioxidante que inibe a síntese do colesterol ruim e evita a oxidação celular, contribuindo para maior sobrevida de células saudáveis no organismo. O azeite também carrega uma série de compostos antioxidantes, como os polifenois, no entanto a versão extravirgem é a mais rica nessas substâncias, porém os outros tipos também possuem boas quantidades. 
A vitamina K é outro nutriente que ganha muito destaque no azeite tanto que em uma porção de azeite (30 gramas), é possível consumir 129% da dose recomendada da vitamina por dia. Esse nutriente é fundamental para manter os ossos saudáveis e também atua no processo de coagulação sanguínea.

Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada, 30 gramas (duas colheres de sopa), deste óleo carrega: 

  • 55% das gorduras totais
  • 19% das gorduras saturadas
  • 129% de vitamina K
  • 43% de vitamina E

Benefícios do azeite

Regula o colesterol: Os tocoferois, substâncias antioxidantes presentes no azeite, parecem ter um efeito inibitório na síntese de colesterol ruim, o LDL, reduzindo seus níveis e outros fatores causadores de doenças cardiovasculares. Este óleo apresenta as gorduras monoinsaturadas, que também são benéficas para o órgão cardíaco. Essas gorduras ajudam a regular o colesterol, pois aumentam os níveis de HDL, o colesterol bom, e não elevam o LDL.
Protege o coração: Os antioxidantes diminuem a síntese do colesterol ruim, LDL, que em excesso se acumula dentro das paredes das artérias do coração, formando as placas de gordura e tornando os vasos mais estreitos. O estreitamento ou entupimento dos pequenos vasos sanguíneos é a principal característica da aterosclerose, que é estabelecida quando o fluxo sanguíneo para o coração fica prejudicado. Sem o sangue necessário, o coração fica carente de oxigênio e de nutrientes vitais para que ele opere de forma adequada. O processo também pode elevar a pressão arterial, favorecendo o risco de infartos e derrames. Uma pesquisa da Universidade de Navarra, na Espanha, concluiu que uma dieta rica em azeite de oliva virgem pode prevenir ou até mesmo reverter a aterosclerose. 
Ajuda a emagrecer: Muitas pessoas podem até estranhar que um óleo seja capaz de ajudar a diminuir o ponteiro da balança, mas o azeite de oliva assume esse posto. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Viena, na Áustria, e Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, concluiu que o azeite de oliva contribui para a perda de peso. O estudo apontou os compostos de aroma deste óleo como os responsáveis pelo emagrecimento, pois eles são capazes de regular a saciedade. Após uma refeição, o tempo que a sensação de saciedade dura depende de uma série de fatores, porém o nível de açúcar no sangue influencia significativamente. Quanto mais rápido ele cai, ou seja, quanto mais rápido as células absorverem a glicose do sangue, mais cedo a pessoa começa a sentir fome. A pesquisa concluiu que o azeite de oliva possui substâncias de aroma que reduzem a absorção de glicose do sangue para as células do fígado. Porém, o óleo não faz milagres, para perder peso é importante ter uma dieta balanceada e praticar atividades físicas.  
Protege o cérebro: Outro benefício dos antioxidantes presentes no azeite está relacionado ao cérebro. Segundo apontam alguns estudos estas substâncias são eficazes na prevenção de danos cerebrais causados pela oclusão de artérias cerebrais, como derrames. Também existem pesquisas preliminares que apontam a possibilidade de o azeite contribuir na melhora de funções cognitivas. 
Uma pesquisa feita pela Universidade de Frankfurt, na Alemanha, descobriu que existe um composto presente no azeite chamado hidroxitirosol é capaz de impedir a degeneração dos neurônios, retardando o processo de envelhecimento cerebral. 
Outra pesquisa realizada pela Universidade de Bordeaux e o Instituto Nacional de Saúde e Pesquisas Médicas, na França, sugere que o consumo do azeite de oliva pode ajudar a prevenir o acidente vascular cerebral (AVC) em pessoas mais velhas. Os pesquisadores observaram os registros médicos de 7625 pessoas de 65 anos ou mais e categorizaram o consumo de azeite de oliva extravirgem omo "sem uso", "uso moderado" - o uso do azeite apenas para cozinhar, temperar ou com pão - e "uso intenso". Depois de pouco mais de cinco anos do começo da análise, houve a ocorrência de 148 AVCs. Ao considerar dieta, prática de atividades físicas, índice de massa corpórea e outros fatores de risco para o acidente vascular cerebral, os estudiosos descobriram que aqueles que usaram regularmente o azeite de oliva para cozinhar e temperar tiveram 41% menos chances de ter um AVC, quando comparados a aqueles que nunca usavam o azeite. Apenas 1,5% dos idosos que consumiam azeite tiveram o acidente, contra 2,6% dos que nunca consumiam. 
Previne e combate o diabetes: O azeite de oliva é um aliado no combate à diabetes por ser anti-inflamatório e conter substâncias antioxidantes. Quando as inflamações diminuem, a captação de insulina na célula é melhor. Isto faz com que não seja necessário produzir tanta insulina, ajudando os portadores de diabetes tipo 2, pois o organismo deles têm uma tendência a precisar de mais insulina para enviar às células a mesma quantidade de glicose de uma pessoa saudável. 
Um estudo publicado na revista científica Diabetes Care concluiu que uma dieta suplementada com azeite de oliva virgem diminuiu a incidência de diabetes tipo 2 em indivíduos com alto risco cardiovascular após quatro anos de acompanhamento. A incidência de diabetes foi reduzida em 51% nos indivíduos que consumiram o azeite em comparação com aqueles que tiveram uma dieta com baixo teor de gordura. 
Diminui a dor: O azeite de oliva também pode estar relacionado a redução de dor crônica. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Monell, nos Estados Unidos, descobriu que o azeite possui uma molécula que inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. Trata-se do oleocathal, composto com ação igual a do analgésico, portanto há a possibilidade de o consumo regular deste óleo proporcionar alívio para quem sofre de dores crônicas, como dores nas articulações, nas costas e dores musculares, em geral. 
Bom para os ossos: A saúde dos ossos também pode ser beneficiada pelo consumo de azeite, evitando assim fraturas e doenças como a osteoporose. Segundo pesquisadores do Instituto Linus Pauling, nos Estados Unidos, há uma relação entre a osteoporose e a vitamina K, presente no azeite de oliva. Este nutriente contribui para manter os ossos saudáveis. Uma pesquisa do Nurses? Health Study, nos Estados Unidos, acompanhou 72 mil mulheres durante dez anos e descobriu que aquelas do grupo com níveis de vitamina K baixos tinham 30% mais chances de quebrar o quadril do que aquelas com altos níveis do nutriente. 
Uma pesquisa realizada pela Sociedade de Endocrinologia Americana também percebeu os benefícios do azeite para os ossos. Após dois anos avaliando 127 homens com idades entre 55 e 80 anos, os cientistas concluíram que aqueles que consumiram um cardápio de dieta mediterrânea com azeite de oliva virgem e baixa caloria ? io cardápio também tem como base o consumo de nozes e peixes - também tiveram um aumento nos índices de osteocalciona e outros formadores de ossos. Os índices de osteoporose na região do Mediterrâneo, onde seus moradores têm uma alimentação composta por boas quantidades de azeite de oliva, são baixos. 
Diminui o risco de câncer: Diversos estudos apontaram que o azeite de oliva exerce um efeito protetor contra determinados tumores malignos. Já foi provado que os riscos de câncer de mama diminuem quando a pessoa inclui este óleo em uma dieta saudável. Uma pesquisa da Universidade de Granada, na Espanha, concluiu que os polifenois presentes no azeite destroem uma proteína responsável por acionar o gene HER2, que é o responsável por iniciar a forma mais frequente do câncer de mama. 
Os riscos de câncer de intestino também são reduzidos. Em sua composição o azeite possui tocotrienois, antioxidantes que, segundo estudos, diminuem a proliferação de células tumorais. 
As chances de desenvolver o câncer de cólon e reto ficam menores quando o azeite é consumido. De acordo com um estudo publicado a revista da Sociedade Europeia de Oncologia isto ocorre porque ele é rico em gorduras monoinsaturadas que diminuem a produção de prostaglandinas derivadas de ácido araquidônico, o qual tem um papel significativo na produção e no desenvolvimento de tumores. 

Quantidade recomendada de azeite

A quantidade recomendada de azeite de oliva são duas colheres de sopa por dia, o equivalente a 30 gramas. O melhor é que o azeite seja a sua fonte de gordura diária ao invés da margarina, manteiga ou maionese, pois esses alimentos não possuem as gorduras monossaturadas presentes no óleo das oliveiras e tão benéficas ao organismo. 
O azeite pode ser consumido in natura finalizando as preparações como saladas, pratos como peixe, massas, carnes, entre outras. Ao consumir um pão procure comê-lo com azeite trata-se de uma alternativa mais saudável do que consumi-lo com manteiga ou margarina, fontes de gordura saturada. Extremamente versátil, ele também pode ser usado na preparação de receitas de molhos e até em pratos cozidos ou frituras. 
-Ao natural ou aquecido?               
Alguns especialistas defendem que o azeite deve ser consumido apenas em finalizações de pratos, como para temperar a salada ou os legumes cozidos. Isto porque ao serem expostos a altas temperaturas, os ácidos graxos deste óleo iriam saturar. Assim, os riscos do consumo do azeite aquecido seriam todos aqueles causados pelo consumo de gorduras saturadas, inclusive o aumento da prevalência de doenças cardiovasculares. Por outro lado, outros profissionais da saúde argumentam que o tempo em que o azeite fica exposto ao fogo não é o suficiente para que ele perca todos os seus nutrientes e que é melhor cozinhar com ele do que com outros alimentos menos saudáveis, como a manteiga ou o óleo de soja. Apesar da polêmica, todos os especialistas concordam que a melhor maneira de consumir o azeite é in natura.  
-Cuidados ao armazenar o azeite                           
Quanto mais jovem o azeite for, melhor para o consumo. Muitas de suas propriedades são termo e fotossensíveis, ou seja, oxidam-se na presença de calor e luz. É importante ficar atento para a data de validade e não deixá-lo próximo do fogão quando for cozinhar, a fim de evitar que ele aqueça e perca propriedades. O mesmo vale para a embalagem, quando ela é de aço ou de vidro escurecido, evita a passagem de luz e preserva os compostos benéficos. 
-Evite o azeite composto                     
O azeite composto é feito com a mistura entre outros tipos de óleo e o azeite de oliva. Ele não é interessante porque estes outros óleos podem ser ricos em gorduras saturadas, prejudiciais para o organismo quando consumidas em excesso. Em alguns casos somente 10% do azeite composto é de azeite, é por isso que muitas vezes o preço é bem abaixo de um azeite de oliva puro. Portanto, é essencial olhar o rótulo antes de fazer a compra.  

Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/13145-azeite-10-verdades-que-voce-deve-saber-sobre-ele

quarta-feira, 2 de março de 2016

GRUPO SE TOQUE CONTINUA SEU "CAFÉ COM AMOR"

Acolher pacientes, levar a mensagem de que ele não está só, distribuir sorrisos, ser presença na vida do outro, são ações que os grupos de apoio procuram levar aos pacientes de câncer.
O Grupo Se Toque em Itabuna, realiza já pelo quarto ano, o seu café com amor, no serviço de quimioterapia do SUS.
Trata-se de um gesto concreto, onde, pela manhã, o Grupo vai à quimioterapia, levar uma palavra de carinho, uma mensagem de esperança, uma oração, um gesto amigo e um lanche para pacientes e seus acompanhantes.
É uma ação realizada com a participação de muitos: são os voluntários que doam materiais, os que preparam os alimentos e aqueles que servem.
Enfim trata-se de uma corrente com muitos elos, alguns invisíveis mas, todos necessários!

O QUE SÃO VERRUGAS?

As lesões de verrugas comuns são arredondadas únicas ou múltiplas e formam placas que podem ser mais difíceis de distinguir de outras lesões. A lesão de verruga comum, em geral, é menor, cor da pele, sem ulceração ou crosta. O diagnóstico diferencial mais difícil é com certos tipos de câncer de pele. Às vezes a verruga vulgar é confundida com calosidades que podem ocorrer principalmente nos pés. 
Existem muitas lesões verrucosas que podem fazer diagnóstico diferencial com verrugas comuns. No entanto, há aspectos diferentes e significativos que diferenciam as mesmas. As micoses profundas como esporotricose e cromomicose são as mais comuns, embora verrucosas também misturem aspectos ulcerados e erosivos. 
O médico dermatologista é o especialista mais indicado para o diagnóstico e tratamento das verrugas. Retirar a verruga em casa, sem o diagnóstico do médico é extremamente perigoso. O paciente leigo muitas vezes não terá condição de diferenciar a verruga de uma lesão cancerígena e pode se prejudicar. Há também o risco de queimaduras, que podem infecionar e virar cicatrizes. Às vezes a verruga sara sozinha e, por isso, as receitas caseiras são famosas, porém o ideal é procurar o médico e fazer o diagnóstico preciso. 
Em geral, o primeiro passo para o tratamento é diagnosticar a verruga, que é uma lesão causada por vírus. Existem vários subtipos de vírus que causam a verruga e alguns deles podem ser cancerígenos. Sendo assim, verrugas na área genital devem ser investigadas em relação ao subtipo do vírus. 
As crianças têm verrugas com muita frequência, mais do que os adultos. Mas, em geral, os subtipos dos vírus são benignos. As verrugas podem ser papulosas, planas, verrucosas e também vegetantes, como ocorre no caso do condiloma acuminado (lesão de verruga na área genital). 
O tratamento será relacionado ao tipo de verruga, ao local e também a idade do paciente. Os tratamentos são feitos no próprio consultório com anestesia local. Às vezes o número de tratamentos (aplicação de ácidos) é bastante grande. 
As técnicas para retirada de verruga são inúmeras. Podemos fazer curetagem (raspagem) mais eletrocauterização ? ou apenas a eletrocauterização, dependendo da necessidade do paciente. Também são utilizados laseres, em especial o ablativo. Outro método utilizado é o nitrogênio líquido, que é uma queimadura pelo frio e que também elimina a verruga. Também existem técnicas com ácidos, usados no consultório, após a raspagem local. Infiltrações intralesionais com quimioterápicos como bleoxane e nutotrexate são boas opções também. 
Fonte: http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/17915-como-tirar-verrugas-entenda-o-tratamento-indicado-para-esse-tipo-de-problema?utm_source=news_mv&utm_medium=beleza&utm_campaign=3215451

terça-feira, 1 de março de 2016

ATITUDE POSITIVA AJUDA PACIENTE

Pesquisas comprovam que as pessoas que enfrentam doenças e tratamentos prolongados podem se beneficiar de uma atitude positiva.
Os otimistas podem conviver melhor com os sofrimentos e fases do tratamento.
Além de uma atitude de confiança, uma postura de fé também fortalecem o paciente.
Buscar meios de fortalecimento é uma possibilidade adicional que cada um pode buscar.
Entretanto trata-se de uma decisão pessoal.
Quando se fala em atitude positiva é crer que sempre há uma saída, que é possível superar as dificuldades, e que dos desafios podemos tirar lições para o futuro.
Abordar a fé, entender que pode ajudar um paciente, não significa que ele necessita de uma religião determinada e muito menos que a religião vai curá-lo. Mas, que a fé faz do ser humano alguém mais tolerante e confiante de que pode enfrentar e superar o sofrimento. Esse sentimento de esperança nos faz sentir capaz de aceitar as dificuldades e de pensar que as dificuldades fazem parte da vida das pessoas e que há sempre um novo caminho.