quarta-feira, 27 de julho de 2016

JULHO AMARELO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DAS HEPATITES VIRAIS

Hepatite é um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.
As hepatites virais constituem-se doenças muito frequentes no Estado do Pará. Durante a vida, a maioria das pessoas é infectada pelo vírus da hepatite A e, entre alguns grupos, quase a metade, pelo vírus da hepatite B. Nos Estados Unidos cerca de um adolescente se infecta com o vírus da hepatite B por dia, estima-se um número 8 vezes maior no Brasil.
Para saber se há a necessidade de realizar exames que detectem as hepatites observe se você já se expôs a algumas dessas situações:
  • Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);
  • Transmissão sanguínea: praticou sexo desprotegido, compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B,C e D);
  • Transmissão sanguínea: da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação (vírus B,C e D)
No caso das hepatites B e C é preciso um intervalo de 60 dias para que os anticorpos sejam detectados no exame de sangue.
A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo. Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.
As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.
Vacinação contra hepatites
A criança é um grande disseminador do vírus da hepatite A, já que a maioria apresenta doença com poucos sintomas. São cerca de 1,5 milhões de infectados no mundo e é a doença que mais atinge o viajante.
A vacinação contra os vírus da hepatite A e B é considerada muito  segura, eficiente e quase isenta de efeitos, o mais comum é desconforto passageiro no local da injeção. A vacina contra a hepatite A pode ser feita a partir do 1º ano de vida, procedida em duas dose, sendo a segunda após 6 meses da primeira. Não está presente no calendário oficial do Programa Nacional de Vacinações, sendo oferecida em clínicas particulares. Todas as crianças, profissionais que lidam com crianças, bem como profissionais que manipulam alimentos e que trabalham em lavanderias de hospitais, têm indicações bem estabelecidas, mas qualquer pessoa que nunca teve a doença, pode se vacinar.
A vacina contra hepatite B é feita em 3 doses com início logo após o nascimento, aplicadas da seguinte forma: a primeira no dia 0, a segunda no dia 30 e a terceira no dia 180, a contar da primeira. Já faz parte do calendário oficial das gestantes, para evitar a contaminação para o feto.
Fonte: Hepatite é um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.
As hepatites virais constituem-se doenças muito frequentes no Estado do Pará. Durante a vida, a maioria das pessoas é infectada pelo vírus da hepatite A e, entre alguns grupos, quase a metade, pelo vírus da hepatite B. Nos Estados Unidos cerca de um adolescente se infecta com o vírus da hepatite B por dia, estima-se um número 8 vezes maior no Brasil.
Para saber se há a necessidade de realizar exames que detectem as hepatites observe se você já se expôs a algumas dessas situações:
  • Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);
  • Transmissão sanguínea: praticou sexo desprotegido, compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B,C e D);
  • Transmissão sanguínea: da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação (vírus B,C e D)
No caso das hepatites B e C é preciso um intervalo de 60 dias para que os anticorpos sejam detectados no exame de sangue.
A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo. Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.
As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.
Vacinação contra hepatites
A criança é um grande disseminador do vírus da hepatite A, já que a maioria apresenta doença com poucos sintomas. São cerca de 1,5 milhões de infectados no mundo e é a doença que mais atinge o viajante.
A vacinação contra os vírus da hepatite A e B é considerada muito  segura, eficiente e quase isenta de efeitos, o mais comum é desconforto passageiro no local da injeção. A vacina contra a hepatite A pode ser feita a partir do 1º ano de vida, procedida em duas dose, sendo a segunda após 6 meses da primeira. Não está presente no calendário oficial do Programa Nacional de Vacinações, sendo oferecida em Clínicas particulares. Todas as crianças, profissionais que lidam com crianças, bem como profissionais que manipulam alimentos e que trabalham em lavanderias de hospitais, têm indicações bem estabelecidas, mas qualquer pessoa que nunca teve a doença, pode se vacinar.
A vacina contra hepatite B é feita em 3 doses com início logo após o nascimento, aplicadas da seguinte forma: a primeira no dia 0, a segunda no dia 30 e a terceira no dia 180, a contar da primeira. Já faz parte do calendário oficial das gestantes, para evitar a contaminação para o feto.
Fonte: http://site.climep.com.br/noticias-e-materias/julho-amarelo-undefined-mes-de-conscientizacao-das-hepatites-virais

27 DE JULHO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA O CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

JULHO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

Para conscientizar as pessoas sobre o câncer de cabeça e pescoço e a importância de se fazer a prevenção e ficar atento aos sinais de alerta da doença, o mês de julho é conhecido como “Julho Verde”. O mês de atenção à doença surgiu em 2014 no congresso mundial da especialidade.
Segundo o médico cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital de Câncer de Barretos, Ricardo Ribeiro Gama, estima-se que em 2015, cerca de 18 mil novos casos desse tipo de câncer foram diagnosticados. Estudos mostram que esse já um dos tipos mais incidentes em homens, acima dos 50 anos, perdendo apenas para o de próstata. Os mais comuns são na região da boca, laringe e faringe.
”Os principais fatores de risco continuam sendo o cigarro e o álcool. Em torno de 90% dos pacientes que chegam ao Hospital fumam ou bebem, ou fumaram ou beberam em alguma fase da vida. Há ainda uma associação entre o uso dos dois juntos, pois potencializa a ação carcinogênica do cigarro”, afirmou.
Além disso, de acordo com Gama, nas últimas décadas tem aumentada a incidência da doença na faringe, amídalas e base da língua. “Temos visto isso em uma parcela mais jovem da população, por volta de 40 anos, que não fumou e/ou bebeu. Esses novos casos estão ligados ao Papilomavírus Humano (HPV), transmitido através do ato sexual sem proteção”, disse.
Diagnostico precoce
Para o médico, o câncer de cabeça e pescoço é, na maior parte das vezes, evitável. “Se eu não fumo, bebo com moderação, não faço uso de bebida e cigarro juntos e faço sexo seguro, com proteção e poucos parceiros, eu estou diminuindo as chances de desenvolver a doença.”
De acordo com o cirurgião oncologista, muitos diagnósticos são feitos por dentistas. Além disso, é preciso ficar atento aos sinais. “Um caroço no pescoço, feridas na boca e/ou rouquidão que dure mais de 21 dias é um sinal de alerta. A pessoa deve procurar um médico ou a Unidade Básica de Saúde mais próxima. A melhor forma de cura ainda é a prevenção”, relatou.
FONTE https://www.hcancerbarretos.com.br/82-institucional/noticias-institucional/1775-julho-verde-o-mes-de-conscientizacao-sobre-o-cancer-de-cabeca-e-pescoco

domingo, 24 de julho de 2016

QUANDO ME AMEI DE VERDADE

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!

Kim e Alison McMillen

sexta-feira, 22 de julho de 2016

22.07.16 PALESTRA DO GRUPO SE TOQUE SOBRE AUTO ESTIMA

A Psicóloga Leonei Martins, voluntária do Grupo Se Toque, realizou palestra abordando tema previamente escolhido por seus membros.
Com uma abordagem clara, calcada em exemplos, a palestrante trouxe desde as raízes o assunto de forma a melhorar o nosso entendimento. A história de vida de cada um, os efeitos das experiências negativas, a voz interior, a aceitação pessoal, foram enfoquesque nos ajudaram a rever a nossa visão sobre nosso ser. A reflexão sobre a influencia da educação na construção da estima também foi colocada como forma de entendermos as questões familiares. Por fim foi destacada a importancia da ajuda profissional para a solução dos conflitos e resgate da estima pessoal.
Enfim a palestra além de esclarecer, orientar, alertar, proporcionou também uma oportunidade de realizarmos um balanço de nossas vidas, uma reflexão sobre nossas atitudes e suas consequencias.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DIANTE DE UM DIAGNÓSTICO DE CÃNCER

Quando recebi o diagnóstico de câncer tive a certeza que do nada, o chão deixou de existir.
É como se eu estivesse paralisado num abismo sem fim.
Passei uma semana sem dormir direito, apenas cochilava e acordava apavaroda vendo o resultado da biópsia.
Mas depois do choque inicial e da perplexidade, aos poucos fui acreditando e aceitando o que estava acontecendo. Chorei escondido muitas vezes, queria poupar minha família.
Quando resolvi contar para as pessoas me senti mais leve e fui aos poucos aceitando minha nova condição.


Sueli

HEPATITES VIRAIS

As hepatites virais são doenças infecciosas cujos agentes têm em comum o tropismo primário pelo fígado. Cinco vírus são reconhecidos como agentes etiológicos dessas diferentes hepatites humanas: os vírus das hepatites A (VHA), B (VHB), C (VHC), D ou Delta (VHD) e E (VHE). O VHA e VHE são transmitidos de modo fecal-oral e o VHB, VHC e VHD se transmitem de modo parenteral. A maioria das hepatites virais agudas são assintomáticas, apresentando uma evolução geralmente benigna, com baixa letalidade. Entretanto, na dependência do agente implicado e das características imunogenéticas do hospedeiro, as hepatites B, C e D podem progredir para a forma fulminante, para a cronicidade ou para o câncer de fígado. A hepatite A apresenta distribuição mundial, a principal via de contágio é a fecal-oral por veiculação hídrica e de alimentos contaminados, contribuindo para isto, a estabilidade do VHA no meio ambiente e a grande quantidade do vírus presente nas fezes dos indivíduos infectados. Caracteriza-se como a mais freqüente hepatite viral aguda no mundo. As infecções pelo vírus da hepatite B mantêm-se como um sério problema de saúde pública em todo o mundo sendo, este agente, determinante importante de formas graves de doença aguda ou crônica do fígado. Segundo a Organização Mundial de Saúde aproximadamente dois bilhões de pessoas já foram infectadas pelo VHB, em todo o mundo existindo aproximadame.
nte 325 milhões de portadores crônicos, com 1 a 2 milhões de óbitos por ano. O vírus se transmite de forma horizontal, acometendo crianças maiores de cinco anos de idade e adultos – pelas vias sexual, parenteral e cutâneomucosa – e de forma vertical, de mãe para filho, atingindo crianças no período perinatal até os cinco anos de idade. No Brasil, são encontrados os três padrões de endemicidade, na Amazônia brasileira, por exemplo, a endemicidade pelo VHB não é uniforme, existindo áreas de elevada endemicidade nos vales dos rios Juruá, Purus e Madeira na Amazônia ocidental e no vale do rio Tapajós na Amazônia oriental, e áreas de baixa e média endemicidades, nos vales dos rios Xingu, Trombetas e Tocantins e nas grandes capitais como Belém e Manaus. A hepatite C geralmente é assintomática e considerada por muitos a doença infecciosa crônica atualmente mais importante em todo o mundo, calcula-se que existam em 5.11. Hepatites virais 28 Academia Brasileira de Ciências – Doenças Negligenciadas torno de 170 milhões de infectados no mundo, com 3-4 milhões de portadores crônicos no Brasil. A hepatite C é a mais importante causa de transplante hepático em nível global e no Brasil. O último consenso internacional sustenta a classificação dos variantes do HCV em seis genótipos (1 a 6). O genótipo do VHC influencia na resposta ao tratamento antiviral e na progressão da doença. Dados sobre a distribuição dos genótipos de HCV na região Norte ainda são escassos. Na maioria das regiões brasileiras, entretanto, predomina o genótipo 1 – que oferece dificuldades ao tratamento. A hepatite D ou Delta ocorre em áreas endêmicas de hepatite B, visto que o vírus delta depende do vírus B para ser infectante, avalia-se a existência de 18 milhões de infectados no mundo, sendo que as maiores prevalências encontram-se no sul da Itália e em algumas áreas da ex-URSS e África, além da Bacia Amazônica. Na Amazônia prevalece um genótipo (genótipo III)) que tem sido associado a epidemias de altas morbidade e mortalidade. Os sobreviventes geralmente evoluem rapidamente para a hepatite crônica e cirrose. A hepatite E tem epidemiologia e curso clínico semelhante à hepatite A. É importante causadora de surtos, podendo desenvolver quadros graves da doença. Há evidencias que seja uma zoonose e que os suínos sejam os principais hospedeiros do VHE. No Brasil, há registro da infecção mas, apesar das condições sanitárias deficientes em muitas regiões, ainda não foi descrita nenhuma epidemia.

FONTE: http://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-199.pdf acesso em 18.07.16