O governo federal sancionou nesta quarta-feira, dia 20, a isenção de impostos de importação de medicamentos usados no tratamentos contra o câncer.
A medida atende à proposta do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que havia aprovado o fim da taxação desses remédios, cuja alíquota era de 8%. Esses produtos figuram na lista de medicamentos em situação de desabastecimento no país.
Quais medicamentos tiveram isenção de impostos?
Entre os remédios que passaram a ter isenção de impostos estão os que contém o princípio ativo olaparibe, voltado aos tratamentos de cânceres de mama, ovário e próstata. Essa substância tem como fabricante a britânica AstraZeneca.
O benefício também abrange remédios à base de brometo de tiotrópio monoidratado e cloridrato de olodaterol – broncodilatador indicado para o combate à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e produzido pela alemã Boehringer.
Fonte: Panorama Farmacêutico in oncoguia http://www.oncoguia.org.br/conteudo/medicamentos-contra-o-cancer-tem-isencao-de-impostos/15517/7/ acesso em 21.07.22 às17:24h
quinta-feira, 21 de julho de 2022
Medicamentos contra o câncer têm isenção de impostos
Julho Laranja: campanha promove cuidados com a saúde bucal por meio da Ortodontia preventiva na infância
Você já ouviu falar em Julho Laranja? A campanha tem por objetivo difundir a Ortodontia preventiva para crianças a partir de 6 anos. Também ajuda a estimular o desenvolvimento de hábitos saudáveis na criança, como uma higiene bucal adequada, uma alimentação balanceada e nutritiva, além de boa noite de sono.
Idealizada em 2019 pela Odontopediatra e Ortodontista, Cibele Albergaria, inscrita no CRO-DF 2475, a campanha foi escolhida para o mês de julho, época que os brasileiros costumam buscar mais a Ortodontia Infantil, momento das férias escolares.
Albergaria explicou que o Julho Laranja se trata de uma campanha em saúde pública, tendo como meta a promoção da autoestima e bem-estar psicológico, essenciais à saúde integral das crianças e adolescentes.
Assim como os CROs de todo o Brasil, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) também endossa a importância da campanha educativa. O presidente do CFO, Juliano do Vale, defende a iniciativa e reforça a importância de estimular a saúde bucal na infância. “A ideia é despertar para a importância dos pais ou responsáveis levarem a criança à primeira consulta ortodôntica e mostrar que a prevenção e o hábito da higienização bucal podem ser facilitados”, destacou.
O Secretário-Geral do CFO e Ortodontista, Cláudio Miyake, explica porque é preciso fazer visitas periódicas ao Cirurgião-Dentista na mais tenra idade. “A campanha Julho laranja reforça a importância do diagnóstico precoce de possíveis fatores que poderão ocasionar futuros problemas ortodônticos como, por exemplo, a detecção de respiração da criança pela boca ou ainda uma deglutição atípica”.
Estudo conduzido por profissionais associados a USP-Bauru junto ao CROSP verificou o crescimento pela procura da primeira consulta ortodôntica desde o início da campanha. O tema chama a atenção para a importância das estratégias preventivas na promoção da saúde bucal, incluindo todos os tipos de doenças e condições.
Fonte: https://website.cfo.org.br/julho-laranja-campanha-promove-cuidados-com-a-saude-bucal-por-meio-da-ortodontia-preventiva-na-infancia/ acesso em 21.07.22 às 17:21h
Julho Amarelo: prevenção do Câncer Ósseo
Julho é o mês destinado à conscientização sobre o câncer dos ossos e, principalmente, sobre a importância da realização do diagnóstico precoce para esse tipo de tumor. Este é o tema da campanha Julho Amarelo. O pediatra, o clínico, o ortopedista e o próprio oncologista desempenham papel fundamental neste primeiro momento, já que o câncer ósseo pode ter uma evolução rápida.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), existem diferentes tipos de câncer nos ossos, sendo que as metástases ósseas são os tumores ósseos mais frequentes, e o osteossarcoma ou sarcoma osteogênico o tumor primário ósseo mais comum – entre pessoas de 10 a 30 anos, seguido de condrossarcoma, e o tumor de Ewing o terceiro tipo mais frequente, acometendo principalmente crianças, adolescentes e adultos jovens de até 30 anos.
Saiba mais sobre o Julho Verde
A American Cancer Society divulgou que os tumores ósseos são raros (exceto metástases) e que representam menos de 1% de todos os tipos de cânceres. O alerta no Julho Amarelo traz que, apesar desta proporção, é necessário redobrar a atenção. O momento do diagnóstico é fundamental para o tratamento.
“O prognóstico é multifatorial e depende do tipo do tumor, sua localização, o estágio do tumor, sua relação anatômica com estouras vizinhas, a idade do paciente acometido, bem como estado geral da sua saúde”, comenta Eder Babygton Alves, médico radioterapeuta do corpo clínico do Instituto Radion, de Curitiba (PR).
Avanços nas diversas formas de tratamento verificados nos últimos anos levaram a uma melhora significativa nos prognósticos. Pacientes com a doença localizada podem ter sobrevida entre 70 até 80%. Já entre os que apresentam o tumor na forma metastática, a sobrevida cai para 30%. Estima-se que 20 a 25% da população evolua para metástase ao diagnóstico.
Estudos relatam que, em certos casos, a dor como sintoma inicial é discreta ou inexistente. Os sinais e sintomas iniciais do tumor podem inclueir: massa ou inchaço na área afetada, dor óssea (que pode piorar à noite), febre sem causa conhecida, perda de peso e cansaço sem motivo aparente. O diagnóstico pode depender, além do exame físico, de exames de imagem de baixa ou alta complexidade, como raio x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.
A doença não está associada com estilo de vida ou ambiente, razão pela qual não pode ser prevenida de maneira eficaz, o que destaca ainda mais a importância do diagnostico precoce.
O tratamento para câncer nos ossos pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou uma combinação de várias terapias para remover o tumor e destruir as células cancerígenas, caso seja possível. “A cirurgia desempenha papel muito importante na condução do tratamento desses pacientes, sendo que a quimioterapia e a radioterapia podem desempenhar papel auxiliar, ou mesmo exclusivo, em casos selecionados”, comenta o especialista.
* Com informações da assessoria de imprensa
Fonte: https://saudedebate.com.br/noticias/julho-amarelo-prevencao-do-cancer-nos-ossos/#:~:text=Julho%20%C3%A9%20o%20m%C3%AAs%20destinado,para%20esse%20tipo%20de%20tumor. acesso em 21.07.22 às 17:16h
30 de julho - Dia Internacional da Amizade
A ONU (Organização das Nações Unidas), por sua vez, comemora o Dia Internacional da Amizade em 30 de Julho. A decisão foi proclamada durante a assembleia geral da organização em 2011, com o intuito de que a amizade entre povos, culturas e indivíduos possa inspirar esforços pela paz.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
No mês da prevenção do câncer de bexiga, conheça os sinais da doença
Sangramento visível na urina; desconforto ao urinar, como dor e ardência; aumento da frequência ou urgência em urinar são sintomas para acender o alerta de um possível câncer de bexiga, órgão que armazena a urina antes de ser eliminada do corpo. Durante a micção, os músculos da bexiga se contraem e a urina é eliminada através da uretra.
"Mesmo nos estágios iniciais, esse tipo de tumor já pode causar alguns sintomas. O principal sintoma da doença é o sangramento visível na urina, então é aquele paciente que vai chegar no consultório falando que viu sangue na urina, que a gente chama de hematúria. Outro indicativo é o desconforto a urinar. Alterações como urgência para urinar ou aumento da frequência urinária também são sintomas que a gente deve investigar", alerta o urologista Rafael Ribeiro Meduna, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.
Nos casos mais avançados da doença, podem ocorrer sintomas como perda de peso, cansaço, fraqueza, perda do apetite, dor óssea e incapacidade de urinar. Contudo, esses sintomas também são comuns em outras doenças como infecção urinária, aumento benigno da próstata, bexiga hiperativa e pedras nos rins e bexiga.
"É importante lembrar que esses sintomas não significam que você está com um tumor de bexiga. Existem outras doenças que são até um pouco mais frequentes que o câncer de bexiga, que também causam sintomas como o aumento da próstata benigno, uma infecção urinária, cálculos na bexiga e até a bexiga hiperativa".
Conscientização
Julho é marcado pela campanha de conscientização do diagnóstico precoce e do tratamento do câncer de bexiga. O mês é dedicado à campanha para que as pessoas, com ou sem histórico da doença na família, passe a buscar orientação e acompanhamento médico, além de realizar exames periódicos.
A queda no número de diagnósticos preocupam os especialistas. Isto porque, com a pandemia, muitos pacientes deixaram de realizar exames rotineiros. Para dimensionar o tamanho do dano causado pela pandemia no diagnóstico de novos casos de cânceres, a Sociedade Brasileira de Urologia (seção de São Paulo) realizou levantamento em parceria com instituições de saúde no Estado de São Paulo, responsáveis pelo atendimento de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os resultados mostraram que a pandemia gerou uma redução média de 26% no número de novos casos, englobando os tumores de rim, próstata e bexiga, na comparação com diagnósticos feitos nos anos de 2019 e 2020.
O Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por exemplo, observou uma queda de 52% nos casos de câncer de bexiga e 63% nos de rim. Já o Hospital AC Camargo Câncer Center, disse que a redução foi de 24% para os tumores da bexiga e 29% para os de rim. Os dados para o câncer de rim do Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostraram redução no diagnóstico de novos casos de 35% – foram computados 40 casos em 2019, contra 26 em 2020.
"Com toda a questão da pandemia, houve um grande medo da população, além da orientação das instituições de saúde para que houvesse o distanciamento social. Com isso, teve uma redução importante no número de consultas médicas, avaliações, exames e consequentemente houve uma diminuição nos diagnósticos", lamenta o médico.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), o número de casos novos de câncer de bexiga, estimados em 2022 para o Brasil, é de 7.590 casos em homens e 3.050 em mulheres.
Fatores de risco
O principal fator de risco para desenvolver a doença é o cigarro, responsável por cerca de 50% dos casos. O risco está diretamente relacionado com a duração e intensidade do ato de fumar.
"O cigarro tem diversas substâncias químicas que são carcinogênicas, ou seja, induzem o aparecimento de um tumor e no caso específico da bexiga, depois que essas substâncias são inaladas, elas são absorvidas pelo pulmão e vão cair na corrente sanguínea e depois serão filtradas pelo rim. Vai produzir uma urina, como se estivesse contaminada com essas substâncias químicas e depois ela vai ser armazenada na bexiga, que é um reservatório da urina. Essas substâncias químicas vão passar horas ali na bexiga, causando uma agressão à superfície vesical, que vai propiciar um ambiente para poder desenvolver um tumor no paciente", explica Meduna.
Mesmo quem não fuma, mas convive com alguém que fuma, o chamado tabagismo passivo, também tem um risco aumentado de câncer de bexiga. Outros fatores associados, porém em menor grau, são a exposição ocupacional prolongada às substâncias químicas chamadas de aminas aromáticas que podem ser cancerígenas (principalmente em indústrias que processam tintas, corantes e derivados do petróleo) e irritações crônicas na bexiga, como infecções e cálculos.
A principal prevenção para o câncer de bexiga é não fumar. Já os trabalhadores, que estão em contato diário com produtos químicos, devem usar equipamentos de proteção individual para maior segurança durante o trabalho. Os hábitos saudáveis de vida, alimentação adequada, prática de exercícios físicos também são uma forma de prevenção.
Tratamentos
Além do exame físico e análise da história clínica, para realizar um diagnóstico mais preciso, o médico pode solicitar alguns exames de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética).
O exame diagnóstico mais importante para avaliação do câncer vesical é a cistoscopia. Com esse exame, o médico consegue avaliar o interior da bexiga do paciente com uma câmera. O tratamento do câncer de bexiga é indicado de acordo com o grau da doença, profundidade da invasão do tumor na parede da bexiga e se invade outros órgãos.
No caso de tumores iniciais, o tratamento realizado é a ressecção transuretral da bexiga, conhecida como "raspagem da bexiga". Em alguns casos, pode-se associar a esse tratamento, a aplicação de drogas como BCG, quimioterápicos ou imunotera?picos dentro da bexiga.
"A onco BCG é uma imunoterapia que tem como objetivo criar, com o sistema imune, condições para diminuir a recorrência e a progressão do tumor. É importante lembrar que esse tratamento não está indicado para todo mundo, então vai depender muito do estágio da doença. Por isso que é importante, sempre que tiver esse diagnóstico, consultar especialistas para avaliar qual é o melhor tratamento para cada paciente", frisa o urologista.
Em tumores que invadem a musculatura da bexiga, com a cistectomia radical (retirada de toda a bexiga) é a forma mais adequada de tratamento, podendo ser precedido pela quimioterapia em algumas situações. Como tratamento alternativo à retirada total da bexiga, pode ser utilizado uma combinação de raspagem da bexiga, quimioterapia e radioterapia.
Em geral, esse tratamento alternativo é destinado a pacientes com muitos problemas de saúde que não tem condições para realizarem a retirada total da bexiga. No caso de tumores mais avançados com presença de metástases (invasão de outros órgãos), o tratamento mais adequado é a quimioterapia ou imunoterapia. "A recomendação continua valendo: o quanto antes se diagnosticar o problema, mais chances de cura o paciente terá", finaliza o especialista.
Fonte: Correio Braziliense in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/no-mes-da-prevencao-do-cancer-de-bexiga-conheca-os-sinais-da-doenca/15505/7/ acesso em 20.07.22 às 21:21h
Lei torna 11 de agosto o Dia Nacional de Prevenção do Câncer de Laringe
O dia 11 de agosto tornou-se a data oficial de celebração do laringectomizado no Brasil. A Lei 14.415, de 2022, que institui a medida, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (19). A norma teve origem no PL 2.115/2019, aprovado pelo Senado em 22 de junho.
A laringectomia é a remoção total ou parcial da laringe, provocada geralmente pelo câncer. O intuito da criação do Dia Nacional do Laringectomizado é promover ações que promovam a detecção precoce do câncer de laringe em pessoas de todo o território nacional.
A relatora do projeto que deu origem à lei, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), observa que a conscientização da sociedade é fundamental para que se providencie o tratamento médico com rapidez, reduzindo o número de mutilações e aumentando a sobrevida.
Fonte: Agência Senado in http://www.oncoguia.org.br/conteudo/lei-torna-11-de-agosto-o-dia-nacional-de-prevencao-do-cancer-de-laringe/15514/7/ acesso em 20.07.22 às 21:16h
CBROHI dá início à campanha para combate à mucosite oral, o Julho Bordô
Julho Bordô é uma iniciativa do Colégio Brasileiro de Odontologia Hospitalar e Intensiva que tem o objetivo de alertar para cuidados com a mucosite oral em pacientes oncológicos. A Campanha gira em torno de conscientizá-los de que não precisam sofrer com a mucosite e sensibilizar as equipes médicas a respeito da importância do acompanhamento odontológico preventivo.
Mucosite oral e tratamento
A Mucosite oral é caracterizada pela inflamação da mucosa bucal que ocorre após utilização de agentes quimioterápicos e da radioterapia principalmente na região de cabeça e pescoço, e que pode ser agravada pela saúde bucal inadequada. Ela aparece normalmente no período de imunossupressão, que costuma acontecer alguns dias após o início da quimioterapia e/ou após as primeiras sessões de radioterapia.
Apesar de ser autolimitada, cicatrizando geralmente em duas a quatro semanas após o término ou interrupção do tratamento quimioterápico ou radioterápico, a mucosite oral causa dor e incômodo intensos, dificultando na alimentação diária. Além disso, ela pode evoluir e atingir todo o trato gastrointestinal, desde a cavidade oral até o ânus, com lesões atróficas e avermelhadas que podem se tornar úlceras hemorrágicas, aumentando os riscos para infecções secundárias. Todas essas complicações não só comprometem a qualidade de vida do paciente, como também podem interromper o tratamento oncológico.
O laser de baixa potência (laserterapia) traz benefícios clínicos e funcionais, sendo eficaz na prevenção e tratamento dessas complicações bucais, uma vez que apresenta ação anti-inflamatória, acelera o processo de cicatrização das úlceras e reduz o quadro doloroso.
Conscientização é essencial
A diretora acadêmica do CBROHI, Raquel Richelieu, destaca que a mucosite oral não é só uma ‘feridinha’, ela é debilitante e pode agravar a morbidade do paciente, além de deixar uma porta aberta para infecções e suspensão do tratamento oncológico.
Diante disso, entende-se a importância do paciente seguir as orientações dos profissionais de odontologia, com a concomitância multidisciplinar composta por dentista, tratamento oncológico, cuidados orais, remoções de foco e laserterapia.
Também é válido mencionar sobre a necessidade de capacitação dos cirurgiões-dentistas para o tratamento de pacientes oncológicos com mucosite oral: para atuar com a laserterapia, o cirurgião-dentista precisa ser capacitado, seu compromisso ético não pode ser deixado de lado! É preciso lutar constantemente para mostrar, tanto para os cirurgiões-dentistas quanto para a sociedade em geral, que a laserterapia é benéfica.
A campanha do Julho Bordô dialoga com o Julho Verde, promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), e que também procura conscientizar e esclarecer sobre a prevenção e tratamento da doença.
Resultados da Campanha
O CBROHI buscou, em ações junto ao Ministério da Saúde, que fosse criado o código específico da laserterapia na tabela do Sistema Único de Saúde. A vitória veio em julho de 2020, com o registro do procedimento 03.07.03.007-5 – TRATAMENTO DE LESÕES DA MUCOSA BUCAL.
O tratamento também já consta no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar pela Resolução Normativa RN Nº 387. A aprovação dos procedimentos depende dos acordos comerciais que os hospitais possuem com as operadoras de saúde, no caso da rede privada. Dependendo do tipo de plano ou categoria, o pedido será liberado ou não pela operadora, mesmo com a inclusão do procedimento no ROL da ANS. “Quem pode negar o procedimento é a operadora. Quando não existe acordo comercial entre o hospital e a operadora para algum procedimento, o sistema do hospital pode dar a informação de ‘não coberto’, o que não significa negado”, explica a presidente do CBROHI, Julia Lamy.
Fonte: https://cbrohi.org.br/2022/07/cbrohi-da-inicio-a-campanha-para-combate-a-mucosite-oral-o-julho-bordo/ acesso em 20.07.2022 às 21:01h