Em 02.10.20, Sueli Dias concedeu entrevista na Radio Nacional de Itabuna ao radialista Fábio Ferreira para falar da Campanha Outubro Rosa em Itabuna, em 2020, com o tema "Quanto antes melhor".
Foi a oportunidade para falar da importância da adoção de uma alimentação saudável, da prática de atividade física, evitar o álcool e o fumo, combater a obesidade e melhor administrar o estresse do dia a dia.
Além do convite a mudança de hábitos, foi salientada a importância da detecção precoce do câncer de mama.
E como não poderia deixar de ser mencionado, foi lembrada a alteração de comportamento das pessoas frente à pandemia: o abandono do auto-cuidado, da prevenção, dos tratamentos trazendo grandes prejuízos. Havendo por isso necessidade de conscientização que a saúde não pode ser deixada de lado.
O Grupo Se Toque realizou, em 01.10.2020, a abertura solene e simbólica do Movimento Outubro Rosa em Itabuna.
Uma celebração com a presença de alguns membros do Grupo Se Toque, médicos e pacientes marcou o início da campanha denominada "Quanto antes melhor" (criada pela Sociedade Brasileira de Mastologia) e adotada para sensibilização da comunidade nesse ano de 2020. O objetivo é sensibilizar o público para a adoção de hábitos saudáveis de vida e para a detecção precoce do câncer de mama.
Em razão da pandemia o Grupo Se Toque realiza a Campanha Outubro Rosa em Itabuna de forma diferente: através das redes sociais.
Adotando o tema "Quanto antes melhor" criado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, o Grupo Se Toque, ao longo do mês, levará informações e orientações ao público com foco na sensibilização para adoção de hábitos saudáveis de vida e para uma maior atenção com a saúde das mamas.
Serão informes, entrevistas, lives e vídeos com o objetivo de incentivar a observação e conhecimento do corpo, em especial, das mamas, de forma a poder identificar quaisquer alterações, bem como levar às pessoas a conhecerem seu histórico familiar, incentivando a detecção precoce.
Para alcance dos objetivos da campanha se fará a sensibilização da imprensa, o grande elemento multiplicador de informações.
FEMAMA lançou oficialmente a sua campanha nacional de mobilização de Outubro Rosa 2020 na LIVE ao vivo através do seuTikToke canal doYoutube.
A Campanha "3 Perguntas que Salvam #perguntapraela" apresenta uma proposta de atitude prática, simples e clara: fazer 3 perguntas que salvam para quem você ama com o intuito de fazer a diferença para o diagnóstico precoce do câncer de mama:
A FEMAMA é uma organização sem fins econômicos que trabalha, há 14 anos, para reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama no Brasil, e luta por mais acesso a diagnóstico e tratamento ágeis e adequados. Responsável por trazer de forma organizada o Outubro Rosa para o país e tornar a campanha uma data no calendário brasileiro, neste ano, a FEMAMA quer desmistificar o câncer de mama e incentivar o diagnóstico precoce com a campanha “3 perguntas que salvam #perguntapraela” que será lançada em live especial no próximo dia 1º, às 19h.
Criada de forma voluntária pela agência e21 de Porto Alegre, a iniciativa vai além das mulheres: busca envolver toda a sociedade e expandir a conversa também para quem está ao seu redor a partir de uma atitude prática fazendo as “3 perguntas que salvam” para as mulheres que amam de verdade, por isso a hashtag escolhida para assinar foi #perguntapraela. Para marcar o lançamento oficial da campanha, a FEMAMA realiza evento virtual, com apresentação de Patrícia Mellodi, direção de Márcio Trigo e participação de nomes importantes da música e das artes. Entre os confirmados estão Zeca Baleiro, Leila Pinheiro, Tom Cavalcante, Leandro Hassum, Gustavo Mendes, Elisa Lucinda, Marina Elali e Ana Costa.
A live será transmitida simultaneamente nos canais da FEMAMA noTikToke no YouTube. Para incentivar o público mais jovem a fazer as “3 perguntas que salvam” para as mulheres de sua vida, o TikTok, plataforma global para a criação de vídeos curtos, vai apoiar a campanha entre 5 e 11 de outubro, além da transmissão ao vivo, divulgando a ação na plataforma com um banner informativo e promovendo a hashtag #perguntapraela, que contará com vídeos oficiais de desafios (challenges), duetos e com informações mais detalhadas da ação. Os tiktokers Mario Jr (@lzmaario), com mais de 3 milhões de seguidores e Maju Sanchez (@majucca), apoiarão voluntariamente a causa com um vídeo estimulando usuários a participarem da mobilização. As conversas em torno da hashtag #perguntapraela vão acontecer em todas as redes sociais durante o mês de outubro.
Com foco na importância do diagnóstico precoce por não haver ‘prevenção’ ao câncer de mama, é fundamental que as mulheres conheçam seus fatores de risco, façam exames e tenham atenção ao seu corpo. Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologista para a FEMAMA, embora reconheçam que a mamografia é o melhor exame para identificar a doença, apenas 46,2% das mulheres o fizeram 1 vez ao ano e 27% nunca fizeram. Os fatores são variados: dificuldade de acesso (64,9%), medo de encontrar alguma coisa (54,5%) e até não saber como se detecta (54%).
“Durante 11 anos de campanha de Outubro Rosa, promovemos informação e conhecimento sobre o que é o câncer de mama, mas isso ainda não despertou a necessidade de buscar um acompanhamento médico anual. Por isso, neste ano, nossa campanha é bem simples e estimula a atitude e ação para criar uma cultura de autocuidado e diagnóstico precoce, só assim conseguiremos salvar milhares de mães, esposas, filhas e amigas queridas”, explica a Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente voluntária da FEMAMA.
Fonte: https://www.femama.org.br/site/br/noticia/outubro-rosa-live-com-artistas-marca-lancamento-de-campanha-da-femama- acesso em 04.10.20 às 16:58 hs
Neste Outubro Rosa 2020, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) lança o movimento de conscientização QUANTO ANTES MELHOR. A ideia é chamar a atenção das mulheres para a adoção de um estilo de vida saudável no dia a dia, com a prática de atividades físicas e boa alimentação para evitar doenças, entre elas, o câncer de mama. A SBM quer reforçar que há muita vida após o câncer de mama e que o cuidado com a saúde feminina deve ser olhado com atenção, principalmente neste momento em que o rastreamento e o tratamento foram prejudicados e ainda estão sendo retomados por conta da pandemia de Covid-19.
De acordo com o presidente da SBM, Vilmar Marques, o movimento deste ano será totalmente online e focará na disseminação da informação. “Diversos estudos revelam que o sobrepeso e a obesidade, além da falta de atividades físicas no dia a dia, aumentam os riscos para câncer de mama e ainda proporcionam uma má qualidade de vida para quem está em tratamento. Nosso alerta é para QUANTO ANTES mudar o estilo de vida MELHOR para a saúde e, desta forma, evitar que novos casos de câncer de mama ocorram”, afirma ele, completando que o acompanhamento com o mastologista e a realização da mamografia anual nas mulheres a partir dos 40 anos é igualmente importante para a prevenção.
Em relação à pandemia de Covid-19, ele destaca a preocupação da Sociedade Brasileira de Mastologia com a interrupção do rastreamento e exames de rotina que são imprescindíveis para identificação do diagnóstico precoce. A SBM recomenda que nas regiões onde o pico da doença diminuiu, os casos estão estabilizados e existe certa flexibilização, as mulheres retomem seus exames, desde que seguindo as medidas de segurança. “Uma vez deixando de fazer o rastreamento e não identificar o diagnóstico de um tumor inicial com alta chance de cura pode resultar em um diagnóstico tardio com o tumor avançado e menor chance de tratamento efetivo”, explica o médico.
Já nas regiões com alta incidência da pandemia, o mais correto é que as mulheres não consideradas urgentes, assintomáticas ou que fazem controle por alterações benignas aguardem o momento de pico passar. No entanto, no caso da mulher suspeitar de um nódulo palpável ela não deve postergar e buscar atendimento imediatamente para fazer o diagnóstico. “A pandemia gera uma sensação de insegurança e muitas mulheres deixaram de ir ao consultório e fazer seus exames de rotina por não se sentirem seguras. Isso é natural, mas é preciso retomar o rastreamento o quanto antes para evitar casos avançados no futuro”, conclui Dr. Vilmar.
Para colaborar com a disseminação da informação, a SBM realizará ações online para chamar a atenção da população em relação aos hábitos importantes que precisam ser feitos no dia a dia e que melhoram a qualidade de vida.
DICAS de HÁBITOS IDEAIS PARA UMA ROTINA SAUDÁVEL:
Alimente-se bem e não fique muito tempo sem comer, ou seja, prefira comer de três em três horas, em pequenas quantidades, sempre priorizando os alimentos naturais e evitando os alimentos industrializados.
Evite o excesso de gorduras e carboidratos simples, como açúcar adicionado aos alimentos, doces, sucos de caixinha ou saquinho, refrigerantes, pão branco, macarrão, sempre preferindo as opções integrais.
Procure ingerir proteínas de boa qualidade, principalmente frutas, legumes e verduras por serem fontes de vitaminas e minerais essenciais e ricas em fibras que ajudam na saciedade e no funcionamento adequado do intestino.
Pratique exercícios físicos durante a semana. O ideal são 150 minutos de atividades físicas moderadas ou 75 minutos de atividades vigorosas divididas pelos dias da semana.
Planeje o seu dia alimentar e tente segui-lo.
Fonte: https://www.sbmastologia.com.br/noticias/outubro-rosa-sbm-lanca-movimento-quanto-antes-melhor-e-chama-a-atencao-para-a-vida-saudavel/ acesso em 04.10.20 às 16:32hs
Ouso de máscarasé uma prática essencial na prevenção aocoronavírus e não deve ser desprezada nem mesmo durante as atividades físicas. Ainda que parte da população tenha resistência em utilizar o acessório nas práticas esportivas, especialistas da área de saúde explicam por que é essencial manter o item facial na rotina dos treinos.
Por que usar máscaras durante as atividades físicas
Como forma de controlar a disseminação do novo coronavírus, algumas medidas de higiene e segurança foram recomendadas à população pelos órgãos de saúde. Assim, desde o começo da pandemia de COVID-19, foi adotada uma etiqueta respiratória associada ao cuidado com a higienização das mãos, o distanciamento social e também o uso de máscaras.
Com o passar do tempo, algumas localidades do Brasil passaram a flexibilizar a quarentena e as novas regras de isolamento permitiram a volta da prática de atividades físicas em academias e ao ar livre. Essa retomada previu o uso de máscaras por quem desejasse realizar exercícios junto com outras regras, como evitar espaços com aglomerações ou mesmo usar o serviço de academias em horários determinados.
O que se viu, entretanto, foi uma onda de reclamações por parte da população sobre o uso do acessório facial durante as práticas esportivas, com o argumento de que o item prejudicaria a performance nos treinos. Embora haja certa relutância, profissionais do esporte e da saúde lembram que a máscara é fundamental para a proteção contra o vírus - que já causou a morte de milhões de pessoas no Brasil e no mundo.
"Reduz-se muito a chance de contágio se as recomendações básicas forem seguidas por todos. É seguro praticar atividade física usando máscara facial e fazer isso não apresenta maior risco à saúde. É mais difícil fazer de máscara? Sim, mas, se é a maneira a se fazer, façamos", orienta João Felipe Franca, médico da Sociedade de Medicina do Exercício e do Esporte do Estado do Rio de Janeiro e diretor da Clinimex.
Impactos na performance dos treinos
De acordo com Franca, é normal que, ao usar a máscara durante a prática esportiva, a pessoa sinta dificuldade de respirar. Isso se deve, principalmente, ao impedimento para dissipar o calor proveniente da expiração, ao aumento do volume de ar ventilado e pela própria barreira física do tecido.
"Isto cria uma dificuldade maior para fazer a mobilização do ar, tanto na inspiração quanto na expiração, que pode variar conforme o material usado na confecção da máscara. De modo geral, quanto mais espesso, maior a dificuldade. Em função disso, é necessário um esforço aumentado da musculatura ventilatória, levando a um maior desconforto respiratório para se realizar um mesmo nível de atividade e, consequentemente, o rendimento no exercício pode ser prejudicado", diz Fernando Torres, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).
O especialista explica ainda que, apesar da máscara trazer alguns impactos à respiração durante a prática esportiva, ela não impede ou inviabiliza os exercícios físicos. "A dificuldade ou desconforto respiratório decorrente do uso de máscara, bem como as possíveis interferências nas trocas gasosas, não são significativas. Embora possa levar a certas alterações fisiológicas, provocando fadiga mais precocemente, estas são mais evidentes em períodos maiores que uma hora de duração e intensidades altas", acrescenta.
Por outro lado, o médico também aponta que pesquisas mostram um efeito benéfico das máscaras combinadas a atividades físicas. "Pelo maior esforço ao inspirar e expirar, provocado pela máscara, ela melhora a força e resistência, levando a uma maior eficiência ventilatória. Além disso, os estudos sobre esse assunto geralmente usam máscaras N95, de uso hospitalar e consideradas de pouca respirabilidade para serem adotadas no exercício", afirma Torres.
Orientações para atividades em academias
Atualmente, a indicação para o uso de máscaras vale tanto para a realização de atividades físicas em ambientes fechados, como academias, quanto em locais ao ar livre. E não depende do estilo de treino desejado - aeróbico, força, alongamento, entre outros.
Nas academias, as equipes são orientadas a realizarem higienização dos equipamentos conforme a orientação das agências de saúde. Já para os frequentadores, a indicação é que eles sigam com treino individualizado e, quando houver alguém treinando junto, manter o distanciamento, além do uso obrigatório de máscara.
"A cada uma hora de academia aberta, fechamos por 30 minutos para higienização profunda. Durante o período em que está aberta, as equipes continuam limpando. O praticante deve fazer sua parte, não revezar equipamentos e higienizar antes e após o uso também", diz o personal trainer Altino Andrade, profissional de educação física da rede Just Fit Academias.
Exercício ao ar livre precisa de máscara
Torres lembra que, atualmente, mais do que uma recomendação, o uso de máscaras em ambientes públicos se tornou lei (nº 14.019/2020) no Brasil. De acordo com a regra, o acessório é obrigatório em locais acessíveis à população, em vias públicas e em transportes públicos de todo o Brasil.
"Portanto, não se trata de recomendação, que poderia ser seguida ou não, mas de uma obrigação. Logicamente seu uso também independe daquilo que a pessoa esteja fazendo, incluindo qualquer tipo de exercício físico", reforça.
Jeito errado de usar a máscara
Se você pratica exercícios nas ruas, já deve ter visto pessoas com máscaras no queixo ou descobrindo o nariz. Essa prática é totalmente inadequada, de acordo com os profissionais de saúde consultados.
"Para surtir o efeito desejado de reduzir ao máximo o risco de contaminação, a máscara facial deve ser utilizada da maneira correta. Se não cobrir o queixo ou o nariz, não tem efeito algum de proteção", lembra Franca.
Segundo o médico, quando uma pessoa está em movimento (andando ou correndo), ela é capaz de espalhar mais vestígios de secreções respiratórias do que quando está parada - o que é algo perigoso para contaminar pessoas que estão ao redor.
"Andando, é possível expelir gotículas até 4 metros; correndo, até 6 metros; pedalando, 15 metros. Quando eu coloco a minha máscara, na verdade, eu estou protegendo os outros de mim. Portanto, utilizar a máscara é um respeito ao próximo", aponta Franca.
Além disso, o especialista lembra também que, ao colocar a máscara no pescoço, a probabilidade dela ficar molhada é maior. "Se molhar, ela perde seu efeito protetor de filtragem do ar e pode piorar ainda mais a entrada de ar pelas vias aéreas, dificultando a respiração caso volte a cobrir o nariz e a boca", diz o médico.
Outro ponto de atenção levantado por Fernando Torres é que a constante manipulação da máscara, especialmente pela parte frontal, pode induzir a uma contaminação. "Ao levar o acessório para o queixo ou pescoço, estas regiões podem ter sido contaminadas durante o trajeto e, com isso, infectam justamente a parte interna da máscara que, depois, voltará a ter contato com o nariz e a boca, principais portas de entrada do vírus", diz o diretor da SBMEE.
Como reduzir impactos nos treinos com máscaras
Segundo Torres, é importante reconhecer que as máscaras não foram feitas para a realização de atividades físicas, mas para a proteção contra a doença. "Por isso, seu uso e potenciais desconfortos, cuja sensação varia individualmente, são ônus inerentes à maior necessidade de proteção do praticante do que sua eventual vontade de melhora de desempenho ou de treinar mais intensamente", pondera.
Como reduzir impactos nos treinos com máscaras
Segundo Torres, é importante reconhecer que as máscaras não foram feitas para a realização de atividades físicas, mas para a proteção contra a doença. "Por isso, seu uso e potenciais desconfortos, cuja sensação varia individualmente, são ônus inerentes à maior necessidade de proteção do praticante do que sua eventual vontade de melhora de desempenho ou de treinar mais intensamente", pondera.
Por conta disso, o médico João Felipe Franca também recomenda escolher uma máscara que seja anatômica e confortável, que consiga cobrir a boca e o nariz, simultaneamente, e seja capaz de promover uma boa circulação de ar para a respiração e dissipação do calor.
Além da máscara, vale reduzir a intensidade e a duração dos exercícios neste momento, principalmente os aeróbios. "Outras recomendações é não ficar tocando e ajeitando a máscara o tempo todo e levar mais de uma para praticar qualquer atividade física", aconselha Franca.
Quais máscaras usar
Atualmente, empresas já estão investindo em modelos feitos especialmente para quem deseja praticar exercícios físicos, combinando proteção e respirabilidade. De acordo com Torres, na hora de escolher a máscara mais adequada à sua prática esportiva, vale considerar modelos de tecidos leves e maleáveis que contenham as camadas necessárias para garantir proteção.
"Geralmente, máscaras muito finas facilitam a respiração, mas seu efeito protetor tende a ser mais baixo. Testes mostram que aquelas de TNT têm boa filtragem e respirabilidade, mas são descartáveis, não podendo ser reutilizadas. Já as de neoprene, que têm a vantagem de serem laváveis e impermeáveis, também podem oferecer boa proteção, mas com nível de respirabilidade comparativamente bem mais baixo", exemplifica do médico.
Segundo o especialista, as máscaras de algodão são laváveis, mas molham com mais facilidade durante o exercício, tendo índices de proteção mais baixos que as anteriores, além de respirabilidade menor que as de TNT - dependendo de sua espessura. Por fim, as máscaras hospitalares, como a N95, são as que possuem o maior poder de filtragem e respirabilidade considerável, e podem ser reutilizadas de acordo com a conservação durante o uso.
Fonte: https://www.minhavida.com.br/fitness/materias/36738-exercicio-com-mascara-faz-mal-veja-como-usar-com-seguranca?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=8721117 acesso em 27.09.20 às 21:45hs
"Reduz-se muito a chance de contágio se as recomendações básicas forem seguidas por todos. É seguro praticar atividade física usando máscara facial e fazer isso não apresenta maior risco à saúde. É mais difícil fazer de máscara? Sim, mas, se é a maneira a se fazer, façamos", orienta João Felipe Franca, médico da Sociedade de Medicina do Exercício e do Esporte do Estado do Rio de Janeiro e diretor da Clinimex.
Impactos na performance dos treinos
De acordo com Franca, é normal que, ao usar a máscara durante a prática esportiva, a pessoa sinta dificuldade de respirar. Isso se deve, principalmente, ao impedimento para dissipar o calor proveniente da expiração, ao aumento do volume de ar ventilado e pela própria barreira física do tecido.
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